Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
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284 Críticas do usuário

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Vitor F.
Vitor F.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de março de 2015
Ritmo constante, Miles Teller e J.K. Simmons estão impecáveis!!
Samuel O.
Samuel O.

13 seguidores 6 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de maio de 2015
Melhor filme de todos, espetacular, maravilhoso, uma obra prima
Marcio A.
Marcio A.

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5,0
Enviada em 12 de março de 2015
Música perfeita.
Atuação empolgante de J.K. Simmons.
Julio R.
Julio R.

13 seguidores 1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 11 de março de 2015
Para ser sincero, me esforcei para entender como esse filme concorreu ao Oscar. É muito clichê. Que filme ruim. O baterista que toca até as mãos sangrarem. E os pratos que suam? Parecia que ele estava tocando dentro de uma sauna a vapor. Decepção. Sem falar no professor arrogante e com comportamento paramilitar. Típico filme americano da sessão da tarde. O tema tão bom, para um filme tão ruim. E parece que só eu detestei o filme. Filme enlatado e previsível. Depois assistam "Shine", "o Pianista", "Nannerl, la soeur de Mozart", ou "Amadeus", entre outros.
Rodolfo Dorfão P.
Rodolfo Dorfão P.

6 seguidores 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2015
Excelente, forte, intenso, um filme que expõe a busca humana pela perfeição.
Celso Martins M.
Celso Martins M.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2015
grande atuação do j.k.Simmons como professor (levou o Oscar), filme mostra a ambição do jovem baterista em ser o melhor da sua geração, não importando o limite psicológico e físico. tenso, mas arrebatador.
Bruno C.
Bruno C.

20 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de março de 2015
PQP!!! Sensacional................................................
Flávia T.
Flávia T.

5 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de março de 2015
WHIPLASH – meu pequeno filme preferido. Filmado em 19 dias, com dois atores excelentes, mas sem qualquer grande papel anteriormente. (é o Nebraska deste ano).
Tá, eu adoro música. Mas não sou fã de jazz – ou seja, o fato de eu gostar do filme pouco se relaciona com a música.
O que me prendeu foi a história sobre a obsessão pela perfeição e até onde podemos ir para alcança-la. É um tema muito caro para mim, que está presente em dois filmes que adoro – O grande truque e Cisne Negro.
Quando há o turning point, eu juro que me pus no lugar do baterista interpretado pelo Mike Teller (quem?) e senti pessoalmente a dor do personagem...Depois de tudo que você passou???? Não faça isso!
E JK Simmons é o carrasco mais terrível que já passou por uma tela de cinema. E olha que ele nem matou ninguém (será?).
Compararam o filme com aquelas histórias redentoras sobre o esporte, as quais eu não gosto muito. Realmente, tem grandes semelhanças. Mas o que me prendeu foi a empatia que os personagens causam – embora sejam ambos bem arrogantes, talvez pela dedicação total, mental e física, para alcançar o sucesso - e aquele final que diz muito, sem escancarar com um monte de palmas no final. Não gosto de didatismo no cinema e, nisso, Whiplash me conquistou.
O cinema independente tem sido minha paixão há algum tempo – desde “Pulp Fiction” e lá se vão mais de 20 anos. Como sempre digo, é o sopro de originalidade do cinema. E Whiplash é um representante e tanto.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 6 de março de 2015
Ir em busca do que mais almeja nem sempre é fácil. Whiplash mostra isso. Esse filme irá ser um daqueles em que as pessoas indicarão como motivadores. Esse filme pode se encaixar como um motivador para muitos, mas antes disso acredito que seja um filme que narra a história de duas pessoas que são semelhantes na busca por algo quase inatingível. Nessa história veremos que para ser o melhor tem que ter dedicação, talento e sorte. Para ser o melhor tem que ser obsessivo. Apesar do filme ir ao extremo sangue, suor e lágrimas o filme consegue desenvolver que ser bom é uma coisa alcançável para todos, mas ser o melhor não. Apesar de ir ao extremo Whiplash é um filme que nos deixa uma mensagem ao meu ver que condiz com um mundo competitivo de hoje e conta com roteiro enxuto e atores que realmente conseguem dar vida a seus personagens.
Andrew Neyman (Miles Teller) é um jovem promissor baterista. Ele treina bateria em uma banda de Jazz de um conservatório em Manhattan. Todos do conservatório tem a esperança de que o maestro Terence Fletcher (J.K.Simmons) entre pela porta da sala de ensaio e escolha um deles para ir para sua banda. Quando essa hora chega, Neyman consegue desenvolver um trabalho em que Fletcher vislumbre uma possibilidade dele se tornar um grande baterista. Através de métodos extremamente violentos, físicos ou emocionais, o maestro Fletcher, quer tirar o sangue de seus músicos para conseguir a atuação perfeita de sua banda.
Este filme é a estreia do roteirista Damien Chazelle como diretor. Antes tinha escrito o roteiro de O Último Exorcismo Parte II e Toque de Mestre. Um filme de terror e outro de suspense. Assim como se utiliza pouca iluminação nesses filmes aqui ele parece utilizar algo semelhante ao construir seu filme praticamente com ambientes com pouca iluminação, com exceção de algumas tomadas que acontecem fora do conservatório e fora do palco. Essa iluminação mesmo não sendo intensa é extremamente calorosa. Dessa maneira Fletcher parece surgir das sombras e com seu figurino negro ratifica seu temperamento obscuro. Usando planos fechados que focam em Neyman e Fletcher ou Neyman e bateria ele cria uma atmosfera sufocante e tensa que faz com que as batidas da bateria muitas vezes de maneira rápida e constante complementem o ar inquietante que se instaura.
Com um roteiro focado no embate entre o músico e o maestro o filme pede pelos atores e eles não decepcionam. Miles Teller apesar de sua atuação intensa parece relaxar em certos momentos o que acaba soando levemente apático, enquanto J.K. Simmons cria um personagem que sinceramente gostaria de tentar decifrá-lo mais, principalmente para entender como ele chegou a ser como é (aliás, é impossível olha-lo e não lembrar o sargento Hartmann de Nascido Para Matar). Capaz de parecer amável em um segundo, para no outro explodir. Talvez não caberia focar mais nos personagens, principalmente em Fletcher, pois dessa maneira o filme poderia cair facilmente em uma armadilha de se tornar algo melodramático (o que em nenhum momento acontece), mas confesso que gostaria de entender mais esse maestro. Até mesmo Neyman não conseguimos adentrar muito em sua vida. Assim o roteiro fica praticamente o tempo todo em Neyman e sua bateria ou Neyman versus Fletcher.
Mesmo o roteiro pouco desenvolvendo seus personagens, ele consegue estabelecer que no fundo Neyman é bem semelhante a Fletcher e quem sabe acabará se tornando algo semelhante. A narrativa é clara em colocar o que se precisa para chegar onde Neyman quer, mas o interessante é a maneira como ele consegue ganhar um pouco da confiança de Fletcher. Esse momento é justamente onde acontece algo por culpa de Neyman. Ao mesmo tempo que ele errou, ele não pensa duas vezes na hora de se destacar perante algo que ele mesmo provocou. Ele sem qualquer peso pela culpa acaba se promovendo. Enquanto o outro acaba pagando por confiar demais em Neyman. O que mostra que ao mesmo tempo sorte também é um quesito para um vencedor e que em um mundo extremamente competitivo as pessoas não se preocupam com os outros, mas sim com si mesmo.
Damien Chazelle realiza um filme que bate em uma tecla só, mas que consegue mantê-lo bem. Parece que ele não queria correr o risco de se perder. Acerta na maioria e constrói um filme vigoroso assim como são as batidas de Fletcher, porém não mais do que isso.
Carlos V.
Carlos V.

14 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de março de 2015
Muito bom... atuações impecáveis. Em alguns momentos lembra "Cisne Negro" nessa busca desenfreada pela perfeição.
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