Whiplash - Em Busca da Perfeição
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4,5
3740 notas

284 Críticas do usuário

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Felipe Bolonha
Felipe Bolonha

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de abril de 2015
Filmes que envolvem música são frequentemente atraentes e contagiantes, mas apesar de boa trilha sonora, Whiplash não se apega inteiramente ao apelo musical e foca em outros aspectos. Um filme sobre aprendizado e superação corre o risco de ser caracterizado pelo clichê do resultado, mas Whiplash supera esse ponto, não pelo desfecho fugir ao clichê, mas pela construção, pela trajetória que ressalta a complexidade do comportamento humano e sobre como estimula (ao menos a mim) o espectador refletir sobre temas como vontade, limite e superação.
A dupla de protagonistas entregam ao filme atuações primorosas e conseguem transmitir "verdades" sobre o que cada personagem esta fazendo, o anseio pela superação do aluno e a necessidade de perfeição do professor.
Um filme intenso, tocante, por vezes revoltante, mas definitivamente fascinante ao se deixar envolver-se pela história e não buscar a todo momento prever a próxima cena.
Numa análise superficial e linear é um filme como qualquer outro e previsível, mas ao se permitir empatia para com os personagens, Whiplash realmente vai além, deixa se ser apenas entretenimento e se torna arte.
Gercio H.
Gercio H.

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5,0
Enviada em 10 de abril de 2015
spoiler: ..................................................
Milena W.
Milena W.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de abril de 2015
Olha sensacional é pouco P descrever,é uma inebriante briga de feras loucas.
Hugo C.
Hugo C.

3 seguidores 2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de abril de 2015
um otimo filme em todos os pontos ! provavelmente irei velo novamente
Julian I.
Julian I.

3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 7 de abril de 2015
... Simples, inteligente, cativante e incrivelmente bem feito. Parabéns ao Simmons, mereceu o Óscar com as mãos nas costas...
E...

Count!
Gabriel O.
Gabriel O.

6 seguidores 39 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 11 de junho de 2016
Tem uma enredo bem legal, personagens fortes e com ótimas atuações. Achei um pouco fraco a parte de romance e o final que poderia ser mais explorado.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de abril de 2015
Mais uma vez a “Psicologia do Insulto” adentra o cenário de Hollywood, dessa vez não mais na pele de R. Lee Erney de “Nascido para Matar” do saudoso Stanley Kubrick. O personagem de J.K Simmons vive um ditador da perfeição em “Whiplash – Em busca da Perfeição”, filme dirigido e roteirizado pelo estreante Damien Chazelle. O drama musical que envolve o longa é bem semelhante a outros trabalhos contemporâneos, digamos que “Cisne Negro” do Aronofsky chega bem próximo, no que tange suor, sangue e perfeição. No filme, Milles Teller vive o baterista de jazz Andrew Neiman, que estuda no conceituado conservatório musical, Shaffer, uma versão fictícia da Julliart School (Ela dança, eu danço), sua busca pela perfeição o faz abrir mão de tudo (inclusive namorada), e o leva direto ao temido professor Terrence Fletcher (J.K Simmons) que utiliza de métodos nada ortodoxos para forçar os alunos a alcançarem o ritmo perfeccionista em suas performances. Fletcher é o tipo de maestro que cria zonas de conforto para estabilizar seus alunos, e logo após, destila bombardeios de ofensa cataclísmicos, buscando a humilhação total em prol da superação artística. Sua missão é criar lendas do Jazz, nem que para isso tenha que esfolá-los vivos como porcos. Chazelle utilizou-se da bateria, de forma proposital, buscou em seus enquadramentos detalhar a claustrofobia e insanidade presente no músico e seu instrumento, são cenas de delírio e autoflagelação, onde o músico fica com os dedos calejados, mutilados de ensaios exaustivos. A perfeição só pode ser alcançada através da dor. O foco do diretor, desde o início é externar uma sociedade “Superprotetora” que zela pelo politicamente correto, daí contrapor “os tapas” que Fletcher destila em seu pupilo, como uma forma de protesto ao mundo atual. Whiplash vai além de um filme sobre um Jazz estereotipado, onde saxofonistas, trompetistas e pianistas são o centro das atenções, aqui é o calor pulsante e frenético dos pedais, bumbo e pratos que dão o swing as canções de “Caravan” de Duke Ellington e “Whiplash” de Hank Levy. Em seu gran finale, Chazelle demonstra o “por quê” de um roteiro bem amarrado no instrumento, com um solo primoroso e perturbador da virtuosidade que transgride a dor e a humilhação. Perfeito!
Lucas Augusto Campos
Lucas Augusto Campos

5 seguidores 38 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Quem diria que um filme com tantos poucos recursos poderia se tornar uma grandiosa obra (de uma forma simbolicamente impressiva, quero dizer)? Whiplash é o filme mais tentador do ano, começando pela ambição (e talento) do diretor Damien Chazelle em filmá-lo e a caracterização dos personagens, algo que desde o início provoca o interesse do público. Em Whiplash, não há tramas tão generalizadas, o foco é o personagem principal e sua jornada na perseguição do sonho de ser baterista e como "ajuda", vem um incentivo nem lá tão espontâneo assim de um rígido e imponente professor de um conservatório, que age com frieza e insensibilidade com seus alunos. Não é surpresa um filme de Sundance receber tanta aclamação este ano a ponto de receber uma indicação ao Oscar de Melhor Filme quando trata-se de Whiplash, o segundo filme de um cineasta de vinte e nove anos pródigo e que ainda pode nos mostrar bem além disso.

Na história, repete-se uma fórmula: o personagem principal extravasa os limites a ponto de chegar ao extremo de seu objetivo. No entanto, esta fórmula não prejudica a autenticidade que o filme reproduz. É de fato interessante saber que esta fórmula intenta a repetição mas não falha. O Abutre, lançado este ano, é outro filme que tratou desta técnica e foi muito bem criticado. Mas o ponto crucial desta fórmula não é vê-la como uma qualidade, mas sim utilizar a base na qual ela é usada como esta qualidade.

Whiplash não imita nenhum filme, pelo menos, segundo minha percepção. É próprio por si mesmo. Moderno e inusual, para ser verdadeiro. Mas, é claro, um auxílio muito especial empurra a história retratada no filme para algo surpreendente: as performances. Destacando, é claro, J.K. Simmons. Depois de fazer pontas em diversos filmes, finalmente Simmons conseguiu encontrar um lugar para soltar todo o talento que estava preso dentro de si. E não poderia ser melhor. Simmons atua de forma tão esplêndida que o caráter de seu personagem é liderado na ficção com uma soberania feroz no intuito de causar aos seus espectadores uma experiência pulsante diante da telona. É algo que, infelizmente, não pode ser descrito em palavras. Talvez, eu possa estar sendo bastante otimista ao fazer tais declarações em relação á Whiplash, mas posso garantir aqui ou ali que ele é basicamente o que retrato neste texto. Eu apreciei Whiplash. Não houve, por minha parte, nenhum desapontamento. Isto depende muito de opinião. Mas enfim, quem esteja procurando algo razoável sobre o filme, acredito que eu possa ter facilitado essa "concretização". Whiplash pode ter até exagerado (como eu, na resolução dele), mas sua intenção é clara: causar um impacto. E nessa intenção, posso garantir que Whiplash acertou em cheio! A eficiência dos elementos, a maturidade do roteiro, a estabilidade do elenco! Whiplash é ótimo.
Irlan R.
Irlan R.

24 seguidores 29 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de abril de 2015
Indicados ao Oscar de melhor filme - Parte 4/8

O caminho da perfeição é duro, essa é a mensagem do filme usando o universo musical. Bateristas e os que gostam de musica como um todo irão adorar o filme.
Isequiel M.
Isequiel M.

16 seguidores 3 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de março de 2015
Ótimo filme apresentando cenas com excelentes atores, destaque para JK Simmons. Algumas questões ficaram sem explicações, como o sumiço da pasta, o acidente que não resultou em nada.
No fim uma grande lição de persistência e determinação.
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