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Alvaro S.
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3,5
Enviada em 21 de maio de 2016
Esta última investida dos X-Men no cinema cumpre bem o papel de entreter o público, mas perde a chance de oferecer mais em comparação com seus anteriores. O diretor conhece bem o universo da franquia e não desaponta. Os atores são bons e o roteiro introduz bem os novos integrantes. Está certo que o foco acaba sendo muito no vilão, o tal Apocalipse, considerado o primeiro mutante da terra e tem muitas cenas em CGI (computação gráfica), mas a trama me envolveu o tempo todo, mantendo meu interesse até o final e vidrados nas cenas. É impossível não torcer pelos heróis, em especial o Professor Xavier (James McAvoy) e Magneto (Michael Fassbender). Achei que as críticas negativas ao filme foram um pouco exageradas, principalmente ao dizerem que o filme é too much. Destaque para a cena incrível com o mutante Mercúrio, que é simplesmente espetacular. Curiosidade. O filme estreou no Brasil uma semana antes de estrear nos EUA. Outra Curiosidade. Este é o último filme dos X-Men que o ator Hugh Jackman dá vida ao personagem Wolverine. Nota do público: 7.7 (IMDB) Nota dos críticos: 50%(Rotten Tomatoes
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Pouco estimado pelos fãs, acaba que a nova aventura em conjunto dos mutantes surpreende por seu equilíbrio entre o entretenimento e o drama levado a sério, motivando heróis e antagonistas, assim como reapresenta personagens de maneira mais satisfatória do que na trilogia anterior.
De longe é o melhor filme da franquia, superou tods as espectativas e me proporcionou realmente a satisfação de relembrar a minha infância com a melhor sequencia de cenas de ação e batalhas que um fã espera.
faltou alguns mutantes e outros que apareceu mas fiquei na expectativa de ver eles usando os poderes mais não usou exemplo a jubileu. entre outro mutantes foi bom
Filme ágil, com muitos eventos simultâneos em diferentes países. Com o retorno de Ra ou Ré, que no passado influenciava negativamente os reis e sacerdotes no Egito, incentivando o uso da astúcia para aumento e conservação do poder, propagando o conceito falso da vida, fato pouco conhecido na história. A humanidade tem a oportunidade de conhecer seu ódio e desprezo contra os seres humanos. O filme junta os símbolos do Apocalipse ao lado da Grande Pirâmide do Egito, que na realidade também é uma profecia esculpida em pedra que mostra que a escolha de caminhos errados, fatalmente levará a humanidade a um beco sem saída. A arma de Ra é influenciar os seres humanos através do cérebro frontal. O pensamento é uma energia que atrai e é atraído pela igual espécie. Está é uma questão fundamental, mas o filme dá mais ênfase aos poderes fantasiosos dos heróis que desafiam as leis naturais da Criação, mostrando só de forma superficial o poder do pensamento e da força de vontade. As transformações no planeta estão em andamento, seja no clima, na instabilidade social e no aumento dos eventos catastróficos. São consequências da sintonização individual dos seres humanos, que está gerando condições inóspitas, e da forma de viver, que deveria estar voltada para o aprimoramento pessoal e melhora das condições gerais de vida para forjar um mundo de paz, beleza e progresso.
X-Men Apocalipse era um dos filmes mais duvidosos desse ano pra mim, não é mais. A história é muito boa, e não é confuso como muitos apontaram. As cenas com mercúrio são muito boas, o melhor do filme, junto com a excelente cena do wolverine. A trilha sonora da um up a mais, e ação empolga. Um ótimo filme, me surpreendi positivamente.
Muito do sucesso alcançado pelos filmes de super-heróis nos últimos se deve em parte pelo bom uso que Brian Singer fez dos X-Men em X-Men – O Filme, 16 anos atrás. Muito do sucesso de filmes como Capitão América – Guerra Civil parte da compreensão desse modelo de adaptação desenvolvido por Singer, mais preocupado em desenvolver os personagens, suas motivações e conflitos. Nesse sentido este mais novo X-Men – Apocalipse, sexto filme da franquia (descontando os fracos filmes solos do Wolverine) faz jus aos filmes que lhe precederam, criando vários momentos memoráveis à franquia e nos deixando curiosos sobre os novos rumos da história.
Tendo início a partir da apresentação de seu vilão principal, Apocalipse, vivido por Oscar Isaac num visual bem fiel aos quadrinhos e desenhos, carregado na maquiagem, mas que nunca soa artificial ou destoante, como um efeito de captura de movimento geralmente se mostra ser. Apesar disso o desempenho de Isaac não se limita. Fazendo uso das expressões faciais que lhe restam e da entonação de voz, o seu Apocalipse é ameaçador, envolvente e totalitário. À medida que a narrativa anda novos mutantes e velhos conhecidos personagens são apresentados em suas novas versões, um jovem Scott Summers mais atuante e comprometido que nos primeiros filmes da franquia, uma Jean Grey intensa, poderosa e vivida com muito charme, uma Tempestade e um Noturno igualmente eficientes. Michael Fassbender aqui tem a chance de desenvolver novas e até surpreendentes facetas de seu sempre interessante Magneto, mesmo que os acontecimentos que lhe ocorrem no longa sejam a reverberação de seu destino trágico dos campos de concentração. Todavia, as suas tentativas, abordadas no filme, de fugir da vilania e com ela se reencontrar, só tornam o personagem mais humano e complexo. Mércurio não se limita a ser puramente alívio cômico, mas possui conflitos mais complexos a serem desenvolvidos e grandes momentos na trama. A Mística de Jennifer Lawrence se mostra preparada para assumir novas responsabilidades e é interpretada com certo ar de desencanto em relação ao idealismo otimista de Charles Xavier, que por vezes pode parecer cego em sua esperança depositada nos humanos e mutantes, mas isso de mostra eficaz e comovente ao longo do filme. Até a presença de um mutante bem conhecido se mostra eficaz e dramaticamente interessante, apesar de bem breve.
Fazendo uso de tudo aquilo que já fora desenvolvido ao longo de uma década e meia, Singer consegue fazer de um filme de quase das horas e meia uma experiência fluida e agradável, se dando a liberdade de poder desenvolver seus personagens e suas ideologias de maneira que toda as decisões tomadas e reviravoltas na trama se justifiquem por si mesmas. As cenas de batalhas entre os mutantes são, como já se esperava, grandiosas e bem coreografadas, filmadas com um cuidado para se construir algo épico e grandioso. Apesar da longa duração a sensação é que o filme passa rápido.
O roteiro, por mais simples que possa parecer, remetendo muitas situações construídas em filmes anteriores, se mostra extremamente eficiente em fazer ótimo uso dos personagens que tem a disposição, sem que nenhum pareça subaproveitado, tarefa difícil de ser executada dado o número de personagens e a maneira como o protagonismo é bem dividido. Ao final, por mais que se pense na série de fatos que o filme narra, nada parece gratuito ou injustificado.
Com um clímax envolvente e avassalador, após já ter construído aquelas que talvez sejam as versões mais interessantes daquele grupo de personagens, X-Men – Apocalipse é mais um exemplo de que o mais importante num filme de super-heróis não são os atos grandiosos ou a ação eloquente e épica, elementos que o longa possui, mas sim a construção de personagens que podemos nos importar e entender e sempre que um filme dos X-Men se preocupa com isso será um X-Men genuíno.
X-Men: Apocalipse tem junto com o personagem que dá subtítulo ao filme, a chegada de um senso de finitude. Ainda mais quando diretor e roteirista parecem determinados a ligar o máximo de pontas soltas possíveis aos primeiros filmes da franquia.
A consequência é um filme preso ao que já sabe que, ao invés de arriscar, se acomoda com o que já foi feito, mesmo tendo no novo o melhor a oferecer. O desgaste, no entanto, é inevitável quando se chega no terceiro ato do filme, que aponta como a grandiloquência do blockbuster peca nos pequenos detalhes.
X-Men: Apocalipse e o desgaste da grandiloquência saudosista:
Achei bem fraco o filme. Uma mistura de power ranger com jogos vorazes. Divertido é a presença de vários heróis, mas o enredo é fraco e algumas atuações também são bem superficiais, ao meu gosto. O filme é bem arrastado e o final é patético.
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