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Lúcio T.
595 seguidores
242 críticas
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3,5
Enviada em 14 de junho de 2016
Nada como uma boa prosa para se passar o tempo, conhecer pessoas e saber um pouco mais da vida! Se uma conversa é mantida com respeito e tolerância por seus participantes, até mesmo rivais deixam suas diferenças para um bom bate-papo, lógico, podemos ter discussões, até porque temos diferentes opiniões, mas se tudo for relevado, dura por horas a fio podendo ser um ótimo passatempo que te faz conhecer as pessoas ao seu redor. E é isso que acontece em 90% deste oitavo e novo filme do "me amem/me odeiem" diretor Quentin Tarantino! Para os fãs é a oitava maravilha cinematográfica, para os "morte ao Tarantino", não passa de "blábláblá" chato, que só faz passar mais frio psicologicamente (brrrrrr). Como sou meio termo, achei legal a trama, mas deveras cansativa com quase três horas de duração. Com um elenco bem selecionado que não decepciona quando é solto no set o berro "ação!!!" (destaque para Kurt Russell e Samuel L. Jackson), o enredo é aos poucos bem desenvolvido, criando um suspense entre seus personagens. Dividido em seis capítulos, o objetivo é claro, não há mistérios nisto, deixando o ar misterioso pairar sobre nossas cabeças, mas eu arrisco em dizer que o desfecho, com uma leve surpresa, é meio óbvio, basta a "principal pergunta" ser colocada em xeque. Arrisco em dizer que este é de longe o que possui menos cenas de violência, mas mantém o tom forte e ensanguentado quando ocorre, deixando espaço para uma belíssima fotografia, boas músicas e um inteligente diálogo mantido em um pequeno local, com pessoas bem diversas das quais o ódio promovido pelo preconceito, machismo, rivalidade, vingança, diferenças, é colocado a prova a todo instante, ainda mais em determinada época do período histórico que foi alguns anos depois da Guerra Civil norte-americana. Entonces se adora o Mr. Quentin, deves assistir e com certeza irá curtir, mas se é um reles mortal a existir, basta um chá de camomila ingerir e tentar apreciar o que está por vir...
Já é a oitava vez que eu digo... Esse Quentin Tarantino é PHODASTICO... O cara consegue fazer o cinema todo chorar de rir mostrando uma mulher sendo espancada, (Que por sinal Jennifer Jason Leigh esta maravilhosa no papel), ou ainda rindo muito ao ouvir um relato de um homem negro, para um pai desesperado que aguarda o retorno do filho, que como presenciamos teve um fim no mínimo deplorável. Sem dizer que são 2:30, em praticamente um único cenário. Tenho certeza que muitos telespectadores sentiram-se em um teatro, onde todos os atos ocorreram em um mesmo palco. Ele é o Cara e ponto.
Acho que o filme pode ser explicado como "gastaram tanto dinheiro com os atores que faltou para o cenário e efeitos em geral". Filme extremamente cansativo. Começa como todos deveriam estar esperando, Samuel L. Jackson sentado sobre alguns homens mortos, dando a ideia que o filme seria violento, com tensão e ação. Porém um filme de diálogo, quase um drama teatral daqueles bem sofridos e que só expressa coisas pessimistas.
Filme maravilhoso, uma verdadeira obra-prima! Ótimos diálogos, licença poética e uma fotografia impecável, características sempre presentes nos filmes de Quentin Tarantino. Ele tem um talento único para dar importância a todos os atores de seus filmes. Por menor que seja o tempo de tela de um personagem, sua presença sempre acrescenta algo marcante à trama, seja por uma particularidade única ou por um ato impactante. Tarantino sabe explorar bem seus personagens.
Este filme combina dois elementos que, geralmente, tornam uma obra monótona e cansativa: Se passa quase que inteiramente em um só ambiente e é longo. Mas, surpreendentemente, isso não acontece aqui. Pelo contrário, o ritmo se mantém envolvente do início ao fim.
Para mim, este longa entrou no meu top 3 do Tarantino. As atuações de Samuel L. Jackson, Tim Roth e Walton Goggins são de encher os olhos. Também foi ótimo ver Michael Madsen demonstrando novamente seu talento único. O elenco inteiro entrega performances marcantes.
Com diálogos excepcionais e atuações brilhantes, “Os 8 Odiados” foi, para mim, o melhor filme de 2016. Enfim, esse filme merece todas as estrelas possíveis. Pra mim, superou de longe o "O Regresso", que pra mim só teve a ótima atuação do Di Cáprio (Que já teve melhores) e a fotografia que chamou a atenção. Em termo de empatia dos personagens no contexto geral, 'Os 8 Odiados", pra mim, foi o melhor filme do ano (2016).
Achei uma tremenda violência contra a mulher, não é uma crítica e sim mostra só brutalidade contra a mulher prisioneira, péssima mensagem. O que aconteceu com o estilo Kill Bill.Dou uma nota bem baixa apesar de ser Tarantino.
The hateful eight,(Os 8 odiados) direção Quentin Tarantino lembra muito Cães de aluguel de mesma direção, já aviso que esse filme não é pra qualquer um, pois são 2 horas e 40 minutos de filme com muitos diálogos e pouca ação de inicio, John Ruth (Kurt Russell) transporta uma criminosa Daisy Domergue (Jennifer Jason Leigh), com muita pressa pois a cabeça dela lhe renderá 10 mil dólares, durante o caminho numa carroça fugindo de uma grande tempestade de neve encontra, Marquis Warren (Samuel L. Jackson), caçador de recompensas que precisa de uma carona pois seu cavalo não resistiu ao frio, ele tem alguns corpos para carregar e depois de uma longa conversa John aceita dar carona para Marquis, pelo caminho eles encontra mais um viajante Chris, Mannix (Walton Goggins), que alega ir assumir o cargo de xerife do condado, pela noite eles param numa pousada é ali que a história se desenrola na companhia de mais 4 desconhecidos segredos e desavenças vão surgindo e não há pra onde ir, pois o frio é mortal, bom vale a pena esperar até as revelações, pois o filme é muito rico em diálogos e Tarantino faz sua magia com muito sangue e segredos a serem revelados, destaco Jennifer Jason Leigh atuação excelente a unica mulher do filme com um baita elenco e Samuel L Jackson sensacional como sempre com os melhores diálogos e boca suja do filme. recomendo pra quem gosta dos filmes de Tarantino e pra quem tenha paciência para um filme demorado e perfeito.
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