Se Meu Apartamento Falasse
Média
4,2
112 notas

14 Críticas do usuário

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Aila
Aila

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 9 de setembro de 2025
Um dos piores que já assisti. Nota 03/10. Um lixo. Perda de tempo. Filme sobre traição generalizada. O protagonista é um gado bobo, cúmplice das traições de 4 outros homens, por ambição e desejo de uma promoção.
No começo vimos essa rotina até entrar em cena a senhorita do elevador (que traz o conflito a estória). Todos os personagens possuem má índole, sem consciência ética e no final a redenção tão esperada não satisfaz em nada.
Giselle Leigh
Giselle Leigh

11 seguidores 84 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 24 de janeiro de 2024
O filme é muito longo, claustrofóbico e com uma historinha bem siimples onde pouca coisa acontece . É um filme bastante previsível. Não gostei.. Creio que o filme ficou mais famoso por tratrar de temas de forma escancarada que na época eram tabus. Considero esse e Sabrina os piores filmes de Wilder. Coincidentemente os 2 filmes são comédias românticas. Sou suspeita para falar pois não gosto do gênero.
Carlos P.
Carlos P.

262 seguidores 431 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 14 de agosto de 2023
O que mais me chamou atenção no filme desde o início é como o filme não parece antigo. Claro, o estilo dos escritórios, a imagem em preto e branco, tudo isso reforça, mas falo no sentido dos diálogos, tudo parece ser meio que avançado para a época - talvez seja estranho o que estou tentando dizer, mas não falo como algo revolucionário, apenas que assistir a alguns filmes dessa época, os diálogos soam muito claro cliches, e esse não.
Fora isso, é um boa história, mas não me marcou. Entendo como é bem avaliado, não acho ruim, só não me marcou tanto.
Faguiner D.
Faguiner D.

2 seguidores 20 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de setembro de 2017
Enredo excelente, com um toque de humor e drama. Vale a pena assistir. Aí você fica imaginando um filme de 1960 e com tantas sacadas atuais.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.394 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Jack Lemmon consegue a proeza de fazer dois personagens absolutamente distintos em duas comédias de Billy Wilder um ano seguido do outro. A primeira, "Quanto Mais Quente Melhor", Lemmon faz com Tony Curtis dois foragidos da polícia que se vestem de mulher e participam de uma banda que contém ninguém menos que Marylin Monroe. Já em "Se Meu Apartamento Falasse", Lemmon mora em um apartamento que serve de pulada de muro para seus "amigos" no escritório, incluindo um deles que tenta levar uma loira parecida com Marylin Monroe. O detalhe é que a única semelhança é que ela é loira.
Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

127 seguidores 106 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de agosto de 2016
Não foi a toa que este filme conquistou o Óscar em cinco categorias: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Original, Melhor Direção de Arte em Preto e Branco e Melhor Edição e, ainda, indicado em outras cinco categorias: Melhor Ator (Jack Lemmon), Melhor Atriz (Shirley MacLaine), Melhor Ator Coadjuvante (Jack Kruschen), Melhor Fotografia em Preto e Branco e Melhor Som.

Billy Wilder é um diretor competentíssimo que fez clássicos da comédia romântica como: Quanto Mais Quente Melhor ( 1959), Sabrina (1954), e também clássicos do gênero noir, como: Crepúsculo dos Deuses (1950), Pacto de Sangue (1944) e Farrapo Humano (1945). O currículo é extenso e este filme não é diferente dos outros.

Querendo agradar seus chefes imediatos, tentando ser reconhecido e, por conseguinte, ter sucesso em sua carreira, um homem solteiro (Lemmon) empresta seu apartamento aos executivos casados, para que eles pudessem “praticar” adultérios. Tudo muda quando C.C. Baxter (Lemmon) se apaixona por Kubelik (MacLaine), amante do chefe geral do departamento Sheldrake (MacMurray).

Primeiramente, a direção do Wilder, assim como a direção de arte e fotografia é impecável em retratar o mundo corporativo. Os planos abertos em foco para um departamento gigante, bem iluminado, mas sem janelas (pois ter janelas é um luxo dos superiores, assim como a privacidade), com milhares de mesas em perfeita geometria com as luzes do teto. Sempre temos a sensação de que os trabalhadores formam uma manada, na qual raramente você consegue ser notado. É impressionante como os espaços são retratados, e como o quão gigante e ao mesmo tempo apertada uma sala ou um apartamento pode ser. É possível citar inúmeras outras cenas maravilhosamente bem planejadas.

O roteiro é brilhante: simples, diálogos e narrativa inteligentes. A pista plantada para que, mais tarde, o protagonista descobrir que Kubelik é amante de Sheldrake foi muito bem pensada. E o fato de que raramente conseguimos descobrir o primeiro nome de um personagem (pois quase todos são referidos pelo sobrenome) aumenta a sensação de impessoalidade e descaso.

O filme também consegue abordar inúmeros temas do cotidiano e uma crítica sutil a temas muito controvertidos para a época: o adultério; o mundo corporativo; a relação entre vizinhos (intrometidos); as relações familiares nas diversas classes sociais, entre outros. Contudo, acredito que o este roteiro conferiu um ritmo um pouco lento ao filme, com cenas que dão a impressão de serem longas, devido aos planos longos.

A atuação é ótima. Baxter (Lemmon), possui, desde o início, uma característica duvidosa, por emprestar seu apartamento em troca de favores. Mas, ao contrario de que se espera, o espectador simpatiza com ele e a amante de Sheldrake, Kubelik (MacLaine), quando constatamos a vulnerabilidade, inocência e a fragilidade deles, diante de seus chefes aproveitadores e mal intencionados.

O filme é classificado como comédia, mas ela vem de uma maneira bem sutil, pois sentimos muito as frustrações, os obstáculos, e a melancolia. Longe de se tratar de um filme vitimizado e triste, o humor e romance se encontram e se desenvolvem sem qualquer esforço.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.958 seguidores 761 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de dezembro de 2017
Filme muito gostoso de assistir, amo filmes antigos e esse com certeza foi um dos melhores. Ótimas atuações e bastante divertido.
Alvaro S.
Alvaro S.

2.254 seguidores 349 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 30 de janeiro de 2016
O que mais cativa nesta obra, fora o par de atores centrais, é a forma como o diretor aborda assuntos densos com tanta sutileza.
Famoso pelo cinismo em suas produções, o diretor Billy Wilder constrói uma comédia romântica com uma centelha otimista no final.
Neste contexto Baxter (Jack Lemmon) cede seu apartamento para seus superiores usarem para encontros extraconjugais a fim de conquistar uma promoção no trabalho. Ele tem um amor platônico pela ascensorista Fran (Shirley MacLaine) que descobre mais tarde ser a amante de um dos seus chefes.
É uma crítica implícita a moral e a ambição corporativa nos anos 50. E um filme a ser visto e revisto a fim de estudar e descobrir todas as sutilezas implícitas durante toda a obra.
Curiosidade. Vencedor de 5 Oscar, Melhor Filme, Diretor, Roteiro Original, Direção de Arte e Edição. Foi indicado em outras 5 categorias, Ator, Atriz, Ator Coadjuvante, Fotografia e Som.
Outra Curiosidade. Em 100º entre os melhores filmes no site IMDB.
Nota do público: 8.3 (IMDB)
Nota dos críticos: 93%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $18 milhões
Mundo - $25 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2015
CLÁSSICO!!!
Mais um ótimo filme do gênio Billy Wilder.Depois de nos divertir em "Quanto Mais Quente Melhor",ele retorna com uma comédia romântica a altura de seus outros filmes.
"Se Meu Apartamento Falasse" traz outra parceria entre Wilder e Jack Lemmon.
E ainda tem a bela presença de Shirley MacLaine,que mulher linda.

-Filme assistido em 22 de Dezembro de 2015
-Nota 8/10
Adolfo N.
Adolfo N.

17 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de julho de 2013
"Se meu apartamento falasse" (1960).

Ok, o título é ruim. O original é "O Apartamento".

Gostei muito deste filme.
Gosto de quase tudo do diretor Billy Wilder.
E este filme ainda tem Jack Lemmon e Shirley MacLaine (que era uma ótima atriz). Sem contar todos os outros atores, que são ótimos e muito bem dirigidos.

É um drama com deliciosos toques de comédia.
A tirada final é ótima, quase tão genial quanto a de "Quanto Mais Quente Melhor".
O roteiro é de Billy Wilder e I.A.L. Diamond. Eles capricharam.
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