Documentário experimental do diretor Jorge Alencar sobre o tema da sexualidade. O filme voluntariamente underground e trash apresenta performances, colagens e outros momentos que se comunicam de maneira intermitente.
5,0
Obra-prima
Pinta
Corpos livres
por Bruno Carmelo
“Dublagens, dublês, remixes, covers estéticos. Difuso, descentralizado, periférico, embriagado. Tema: coreochanchada extemporânea. Contém: nu artístico, zoofilia discreta e dança”. Pinta começa com esta “classificação indicativa” lida por um narrador, e embora a descrição seja vaga, ela funciona perfeitamente para o filme. O diretor Jorge Alencar sabe que tem um objeto estranho e inclassificável em mãos, e exibe com orgulho o seu caótico balé de corpos.
Talvez não exista uma narrativa ou linha condutora neste experimento episódico, mas como a interpretação do espectador sempre passa por algum esforço de ordenação, pode-se dizer de maneira geral que Pinta traz um alegre e livre estudo sobre o potencial criativo dos corpos. Alguns momentos podem ser facilmente descritos como dança contemporânea, porém com alterações sensíveis em relação a um espetáculo artístico comum: um dançarino faz um
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0:50




Nacionalidade
Brasil
Distribuidor
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Ano de produção
2013
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
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Orçamento
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Idiomas
Português
Formato de produção
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Cor
Colorido
Formato de áudio
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Formato de projeção
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Número Visa
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