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Luiz Antônio N.
30.878 seguidores
1.298 críticas
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3,0
Enviada em 26 de janeiro de 2020
Nos anos seguintes à Guerra de Secessão, Jo March e suas duas irmãs voltam para casa quando Beth, a tímida irmã caçula, desenvolve uma doença devastadora que muda para sempre a vida delas.
Achei muito bom já tinha ouvido falar muito desse filme realmente Valeu muito a pena apesar de ser meio longo mas mesmo assim vale a pena pois a história é muito boa⭐⭐⭐
O filme é bem ruim! Para quem já viu as versões cinematográficas anteriores dessa obra clássica, ou já leu o livro esse filme é uma grande decepção. Saoirse Ronan está péssima como Jo March e sua atuação não convence. A adaptação mais fiel ao livro é o filme de 1995 com Winona Ryder muito melhor que o de 2019. O filme é muito longo e a história é contada de forma truncada e não linear o que torna a narrativa bastante confusa. As outras atrizes que fazem as irmãs Meg, Beth e Amy também não estão bem nos papéis e o professor Bhaer de repente cai de para-quedas na história e todo o seu envolvimento anterior com Jo é completamente ignorado nesse esse filme. Entretamto é a péssima atuação de Thimotee Chalamet que dá o golpe de misericórdia e acaba de uma vez por todas com essa que é a popr de todas as versões cinematográficas de Little Women.
Ao assumir o roteiro, e direção, de Litte Women Greta Gerwig teve a preocupação de não alterar a essência de uma história já conhecida e querida pelo público. Nesa nova versão Greta conseguiu deixar uma história que talvez seja considerada meio enfadonha por alguns, muito mais interessante, ao contar a narrativa de forma não linear ela consegue capturar muito mais não só a atenção do público, como também sua devoção as irmãs March. A Jo March de Saoirse Ronan traz ainda mais empatia, é incrível ver o que ela e Greta fizeram com uma personagem que já tinha a afeição do público, Ronan conseguiu trazer perfeitamente toda a molecagem de Jo durante sua adolescência e também sua maturidade quando a vemos como uma Jovem Adulta. Ela brilha ainda mais em uma cena específica onde contracena com Laura Dern, onde ela afirma que está cansada de todos dizendo que tudo que importa para as mulheres é o amor, é ali que vemos toda vunerabilidade de Jo, que acaba justificando sua quarta indicação ao Oscar. Florence Pugh, que já havia mostrado que é uma das grandes atrizes dessa nova geração depois de sua atuação impecável em Midsommar, também mostra o quanto sua indicação a atriz coadjuvante também foi merecida. Pugh consegue mostrar totalmente duas versões de Amy: a irmãzinha egoista e "pentelha" de Jo e a artista madura que buscava a perfeição. É certo dizer que cada um do elenco escolhido a dedo do filme traz algo único para seu personagem, por mais simples que seja. Nessa nova versão Greta nos faz entender a importância de precisarmos tanto de filmes com histórias de mulheres roteirizados, dirigidos e produzidos por mulheres, coisa que a tempo atrás talvez não tenha surtido diferença, mas que hoje em dia é importântissa. Ao terminar de assistir esse filme automaticamente entramos para o clube de pessoas que ficaram completamente indignados com a ausência do nome de Gerwig na indicações do Oscar de Melhor Direção, pois com ele Greta nos prova que a narrativa certa escrita pelas mãos certas faz absoluta diferença.
É uma ótima adaptação de um livro que atravessou gerações. Tenho uma leve impressão de que teria funcionado melhor se fosse ao estilo 'E o Vento Levou', sempre seguindo a linha do tempo sequencialmente. Essa linha que vai para o futuro e volta para o passado aleatoriamente dá uma grandeza à história, mas tira um pouco do impacto de alguns momentos. Saoirse Ronan se garante cada vez mais como uma das melhores atrizes de sua geração. É um filme que vale a pena. Mesmo longo, não é cansativo.
"Adoráveis mulheres" novo filme de Greta é uma epopeia de época, linda e lúdica que apesar de muitos revés e baixas sempre tenta se manter com esperança e paixão.
O roteiro, que é baseado em um livro que por sua vez já teve outras adaptações para o cinema conta a história de um quarteto de irmãs, seus amores, dificuldades e desavenças, nunca ocultando a tragédia mais sempre buscando a parte feliz, Greta nós introduz o filme com uma frase dizendo que conta histórias felizes porque já viveu muitas tristes, e isso é uma alegoria perfeita ao filme e a metalinguagem produzida por ele na figura do livro de Jó.
Cada irmã tem um personalidade própria que se entrelaça entre elas, Jô é a irmã que busca a independência e o diferente, a irmã que não aceita o status da situação e quer se mudar constantemente, extrovertida e carismática a atriz que vive Jô incorpora sua personagem e dá um show a parte, a jovem atriz é o coração pulsante do filme, ao contrário do que Jô representa temos Amy, a mais mimada das irmãs, que sonha e prega o padrão, se casar e viver uma vida Bela e artística, vivida por florence que faz uma atuação maravilhosa, incorporando todos os percussos pela qual sua Amy vive, mais uma ótima atuação para a jovem atriz, também temos Meg que sonha com o amor e constituir uma família, vivada por Emma Watson que está muito bem no longa, e por último temos Beth, a mais nova e inocente das irmãs, e por sua vez a mais perfeita por não conter a maldade e malicia das demais.
Greta dirige seu filme com muita suavidade, contando com uma direção artística incrível, com cabelo, maquiagens, figurino ótimos, sua ótima direção fica até um pouco sumida entre todo essa produção, vale mais um destaque também a ótima trilha sonora e magnífica fotografia, que mescla diferentes tonalidades de cores entre as linhas narrativas e estado de humor do longa, são pequenas essas mudanças, mas são capazes de situar muito bem o telespectador.
"Adoráveis mulheres" É um ótimo filme, pena que saiu em um ano de tantos ótimos filmes, o que acaba por ofuscar um pouco seu destaque, porém temos ótimas atuações e uma linda historia, saímos felizes e satisfeitos do cinema, sabendo que vimos algo agradável, tocante, uma alegoria a vida muito bem atuada e dirigida, com uma linda produção artística. NOTA 9/10
Difícil imaginar alguém que tenha gostado (e compreendido a sequencia dos acontecimentos) sem ter lido e relido na infância, como eu, os livros de Luisa May Alcott. Todos os personagens são antigos conhecidos meus, alguns correspondendo, em parte, à imaginação infantil, outros bem diferentes, inferiores em personalidade e encantamento (como o infantilizado Laurie). Mesmo permitindo resgatar memórias, o filme é apenas um passatempo, por vezes cansativo e apelativo, com ações que transcorrem em tempos diversos e confusos, com cenas do livro que parecem sem conexão, sentido ou relevância. Para mim, o filme é um bom teste de memória e a constatação de como As Mulherzinhas, As Mulherzinhas Crescem e A rapaziada de Jo contribuíram para a minha formação como leitora, aos 8 ou 9 anos de idade, mas nada acrescenta à mulher de hoje.
Sem dúvida a pior versão ciinematográfica desse clássico da literatura americana! Tiraram tudo o que havia de bom da história do livro e fizeram um filme enfadonho, chato com vários problemas de edição e continuidade. O roteiro é péssimo e completamete irregular. Péssimas atuações e péssimos atores. Quem não tem familiaridade com a história ficará completamente perdido! Superestimado pela crítica , esse é um filme longo e ruim. A versão anterior de 1995 com Winona Rider e Susan Sarandon é infinitamente superior em todos os sentidos. O mesmo pode-se dizer das versões anteriores com June Alllyson e Elizabeth Taylor(1948) e com a grande Katherine Hepburn (1933) igualmente superiores..
Tenho uma palavra para este filme: - ADORÁVEL !!! Linda fotografia, elenco convincente e costumes perfeitos. Uma ode ao altruísmo e resistência. Romântico na medida certa, o romântico ainda é moderno e não extingue a perseverança e a competência ... inteligente.
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