Não recomendado para menos de 14 anos
Em Pais e Filhas, Jake Davis (Russell Crowe), um novelista mentalmente instável, tenta criar sozinho a filha de cinco anos. Vinte anos depois, Katie (Amanda Seyfried) tenta entender sua complicada infância cuidando de crianças com problemas psicológicos
2,0
Fraco
Pais e Filhas
Pelas belas, recatadas e do lar
por Renato Hermsdorff
Tristeza, morte, surto psicótico, internação e nem cinco minutos de projeção. O início de Pais e Filhas deixa claro porque, com esse título (Fathers and Daughters, no original, a tradução, aqui, é literal), a distribuidora não esperou até o Dia dos Pais para lançar o filme de Gabriele Muccino (À Procura da Felicidade). Trata-se de uma produção sem alma que forçosamente pesa a mão em busca do choro da plateia.
Esquemático, o roteiro do estreante Brad Desch conta duas histórias que correm em paralelo. Na primeira delas, que tem início em 1988, vemos o bem-sucedido escritor Jake Davis (Russell Crowe) perder a esposa em um acidente de carro, desenvolver uma condição física que pode evoluir para surtos psicóticos, passar por um período de internação e, apesar dos pesares, dedicar um carinho sem fim à filha pequena (interpretada pela ótima Kylie Rogers). As convulsões servem para Crowe “exerci
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2:01




Não esperava nada desde filme, mas aos poucos ele vai envolvendo e em duas linhas de tempo diferente você vai vivendo a emoção dos protagonistas.
O filme é muito bom! Bom na parte técnica com as excelentes atuações... Como todo filme bom do gênero ele não dispensa a caixa de lenço de papel do lado.
O filme é muito bom! Bom na parte técnica com as excelentes atuações... Como todo filme bom do gênero ele não dispensa a caixa de lenço de papel do lado.
Ignorem a crítica do site. Ótimo filme. Daqueles que quando termina você fica viajando nos créditos, pensamento longe, tocado pela atmosfera que o filme cria. Filme tocante. Aliás, quando estiverem analisando filmes por aqui e verem uma nota baixa do crítico(a) do site, as chances do filme ser bom são muitas. Nunca descartem o filme pela crítica do site.
Ignorem a crtica do critico do Adoro Cinema que deve ser um idiota completo, o filme não é pra fazer campanha de empoderamento feminino é pra contar uma historia e conta bem, um filme com otimos atores e o idiota do critico ainda debocha da otima atuação do Russel Crowe um filme acina da media, o diretor que fez o otimo A procura da Felicidade fez de novo um bom filme.
Eu particularmente curti o filme. Fiquei na expectativa do desfecho final. Achei um pouco pesado, devido ao assunto principal do filme: Traumas de infância, ataques psicóticos. Mistura cenas do passado e do presente, e a personagem principal trilha um longo caminho em busca do seu "eu".
Black List
O filme figurou, no ano de 2012, na Blacklist - a lista dos roteiros mais interessantes de Hollywood que ainda não haviam sido filmados.
24601
Os atores Russel Crowe e Amanda Seyfried já haviam trabalhado juntos na adaptação do musical Les Miserables (2012)
Nacionalidades
Itália,
EUA
Distribuidor
California Filmes
Ano de produção
2015
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
2 curiosidades
Orçamento
-
Idiomas
Inglês
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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