Concorre ao Prêmio Goya de Melhor Filme (2015).
As imagens aéreas presentes no início do filme, entre outras, foram digitalizadas por Israel Millan a partir de fotografias de Hector Garrido. O fotógrafo publicou o livro "Armonía fractal de Doñana y las marismas", que inclui algumas das imagens utilizadas no longa. Os retratos correspondem aos vários pântanos de Andalucia, como os de Coto Doñana e as salinas de San Fernando, em Cádiz.
Alguns quadros do filme são baseados em fotografias de AtÍn Aya, cujo trabalho impressionou os cineastas quando eles conheceram seu trabalho em uma exposição retrospectiva.