O filme e cheio de emoções fortes e paisagens lindas, se preparem para as lágrimas, mas não é uma apelação sem sentido, é uma situação que na realidade qualquer um de nós passaríamos com certeza.
Sem defeitos. Excelente drama! Filme triste porém encantador. Muito bem feito e muito bem atuado pelos atores! Um drama muito muito muito bonito apesar de triste!
A luz entre oceanos - Achei um grande filme uma história muito bonita e emocionante e uma situação muito complicada não pensei que tomaria Esse rumo mas achei até que um bonito final
Uma linda história sobre o que é certo e como pagamos por nossas escolhas, mas acima de tudo sobre o poder de perdoar. Ótimas interpretações e fotografia bem original. Sem dúvida, um grande drama.
Um dos meus gêneros favoritos é o drama, de época ou não, em que os protagonistas enfrentam um dilema moral e/ou ético e têm que saber lidar com as consequências de seus atos. Esse tipo de filme geralmente me faz refletir e pensar como eu agiria se estivesse em tal situação. A Luz Entre Oceanos é um bom exemplo de história cativante em que os protagonistas sofrem com suas atitudes que, mesmo tendo sido tomadas com a melhor das intenções, acaba por fazer mal a outras pessoas. Aqui, Tom (Michael Fassbender) é um homem veterano de guerra que aceita trabalhar num farol isolado, numa ilha longínqua. Mas na cidade mais próxima, ele acaba conhecendo a encantadora Isabel (Alicia Vikander) e eles acabam se apaixonando e se casando. Eles vão morar na ilha do farol, afastados de tudo. Tudo seria um mar de rosas, não fosse a tentativa frustrada de Isabel em ser mãe. Ela sofre dois abortos espontâneos, e justamente nesse momento em que ela se sente devastada, após a morte do segundo bebê, eis que um barco à deriva desemboca na ilha do farol. Lá dentro encontra-se um homem morto e uma linda e saudável bebê. Eles decidem ficar com a criança sem contar a ninguém, já que todos da cidade próxima sabiam que Isabel estava grávida e ignoravam o fato do recente aborto. Eles se tornam pais amorosos e perfeitos, até que Hannah (Rachel Weisz) aparece em suas vidas. Hannah é a verdadeira mãe da criança “roubada” e sofre desde o acidente do marido que teria causado a perda de seus entes queridos, até então dados como mortos. E daí surge todo o dilema. Devolver a criança à mãe verdadeira que sofre com a ausência da filha, ou continuar a criar a criança como se fosse sua? A ideia parece até tirada de uma novela do Manoel Carlos, mas é interessante ver o desenrolar da história. No primeiro ato, um romance avassalador; no segundo ato, o sofrimento da perda de dois filhos e um milagre redentor; e no terceiro ato, o sentimento de culpa por um segredo que coibiu uma mãe de criar sua amada filha. A parte técnica do filme é muito boa (principalmente a linda fotografia), e o elenco é fenomenal. Fassbender, que ficou conhecido pelo grande público por interpretar o jovem Magneto nos últimos filmes dos X-Men (e que, aliás, fez outros filmes bem mais interessantes que os dos heróis mutantes) está muito bem no papel que lhe cabe. Ele traz a densidade necessária a um mocinho complexo e de poucas palavras; Alicia Vikander encanta desde sua primeira aparição na tela e tem uma atuação bem marcante; e Rachel Weisz, super competente como sempre, faz o seu trabalho de maneira acertadamente contida. O problema do filme é que em seu último ato acaba faltando um pouco de fôlego. Justamente no que deveria ser o ápice da história, o filme se transforma num dramalhão mexicano. Apesar do desfecho coerente e correto, fica aquele sentimento de que poderia ser diferente. Ainda assim é um filme que vale bem a pena para quem gosta do gênero, pois é um filme de atuações e que fala sobre os limites do amor e suas consequências.
Um dos melhores filmes que assisti esse ano, filme bonito, emocionante, dramático e com um toque se suspence. spoiler: a morte da protagonista no final, eu não gostei rsrs, porém foi necessária. spoiler:
Fassbender, Vikander e Weisz são excelentes atores e o resultado deste filme, com roteiro e estória afiado é ótimo. Na trama o tema de perdoar ou ficar com ressentimento é central. Weisz é viúva de um alemão que era discriminado pois a I Guerra Mundial chegara ao seu final nesta época, mas ele a tudo tolerava, por entender que perdoar é mais fácil e só precisa fazer uma vez, mas se ressentir requer viver permanentemente da raiva e das mágoas. Bela trama, não perca.
"Uma estória de amor permeada por um grande drama familiar em um cenário paradisíaco e com um elenco de primeira, resumidamente assim pode-se definir A Luz Entre Oceanos." [pitaco completo no link]
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