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Rodrigo Gomes
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981 críticas
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5,0
Enviada em 1 de janeiro de 2017
Uma linda história sobre o que é certo e como pagamos por nossas escolhas, mas acima de tudo sobre o poder de perdoar. Ótimas interpretações e fotografia bem original. Sem dúvida, um grande drama.
Se bem me lembro, o objetivo do cinema é narrar fatos ou estórias, de forma a gerar empatia e emoção no expectador. E sob esse aspecto, o filme “A luz entre oceanos” é super competente. A interpretação é mais que convincente, o roteiro é super bem escrito e a fotografia é linda. A trama é envolvente e faz que você não sinta os 130 minutos de exibição. O desfecho não é previsível e questões humanas como ética, perdas, erros e acertos são expostas e construídas de forma sensível e profunda. Infelizmente o(a) critico(a) desse site, não teve suas expectativas atendidas. Talvez ele(a) esteja acostumado a analisar somente filmes de super heróis. Mas o fato é que se mostrou preconceituoso quando classifica o filme de “dramalhão” de forma pejorativa. Vamos lá então sr. crítico. Dramalhão, conforme definição do dicionário, é história alongada como excesso de fatos trágicos. No sentido de exaustivo e indevido. Agora lhe pergunto, como uma história humana, absolutamente possível, e portanto, distante do campo da ficção, pode ser tratada assim? Talvez o caríssimo nunca tenha se aproximado da realidade de filhos adotados ou da dor de pais que sofreram perdas de seus rebentos, e por isso mesmo, não consegue imaginar o que isso significa. Talvez o caríssimo crítico, viva em mundo onde a dor, o sofrimento, o drama enfim, não tenha lhe batido à porta. Talvez ainda, o crítico em questão seja apenas um aplicativo de computador, que gospe frases soltas a partir da digitação de um nome. Ah, deve ser isso mesmo. Só um programa de computador, seria incapaz do desvalor dos sentimentos humanos mais profundos. É isso, tá explicado.
Por incrível que pareça, o grande defeito de A Luz Entre Oceanos é, no entanto, ser mais curto do que devia. Mesmo tendo lá suas mais de duas horas de duração, o filme carecia de uma dedicação maior à história da personagem de Rachel Weisz, principalmente no terceiro ato. O que, por não acontecer com a devida paciência, deixa a sensação de que há uma resolução demasiada apressada. Todavia, até lá já derramamos um oceano de lágrimas com a delicadeza na qual Derek Cianfrance aborda a vida através de seus personagens.
Nem tudo é adaptável aos cinemas. Mesmo sendo baseado em um livro, A Luz Entre Oceanos poderia ser mais enxuto. No longa há uma reviravolta desnecessária que faz com que a narrativa fique inchada de mais. Isso quer dizer que boa parte da história não precisava estar ali, ou poderia estar de uma forma diferente. Quando o longa de Cianfrance aproximava-se de sua conclusão, eis que a história acrescenta um novo drama e resolve adicionar mais uma personagem e um arco justo em seu terceiro ato. Fato que compromete toda a narrativa anterior.
Um romance dramático muito forte e intenso, longo mas que você nem percebe passar de tão envolvente que é. A história mostra um casa que se apaixona à primeira vista, se casa e não consegue ter um filho, até que com a ajuda dos mares eles salvam uma garotinha e a adotam, sem falar com ninguém. Muito mistérios, suspense e desdobramentos inesperados virão até um final tocante e belo. Alicia Vikander, mais uma vez como coadjuvante, cresce e domina o filme com sua atuação segura e muito forte. Não me surpreenderia uma indicação ao Oscar.
Fassbender, Vikander e Weisz são excelentes atores e o resultado deste filme, com roteiro e estória afiado é ótimo. Na trama o tema de perdoar ou ficar com ressentimento é central. Weisz é viúva de um alemão que era discriminado pois a I Guerra Mundial chegara ao seu final nesta época, mas ele a tudo tolerava, por entender que perdoar é mais fácil e só precisa fazer uma vez, mas se ressentir requer viver permanentemente da raiva e das mágoas. Bela trama, não perca.
A entre Oceanos tem uma ótima história, que faz você se perguntar se devolveria a criança ou não. O filme tem um grande defeito que é o tempo, é muito longo poderia ser muito mais curto.
Australia apos a Primeira Guerra mundial . Um veterano de guerra Tom Sherbourne ( Michael Fassbender) , tramautizado pela guerra decide voltar para a australia e trabalhar em um farol , que busca orientar navios na divisao entre o oceano pacifico e indico no meio do nada e sem vizinhos . mas antes de assumir o seu posto no farol acaba conhecendo a jovem isabel Graysmark ( Alicia Vikander ) e acaba se apaixonando e se casando com ela alguns meses apos o casamentos os dois encontram um barco com um homem e uma criança recem nascida , tom logo de inicio pretende contar as autoriadades sobre o ocorrida mas sua mulher o convence de ficar com a criança . A direçao do filme esta na maos de Derek Cianfrance que tem uma desempemho interressante , o diretor acerta em criar momentos de etica e moral como ficar com criança ou devolver para a mae , outro grande acerto do filme e o desenvolvimento dos personagens de Michael Fassbender e Alicia Vikander e Rachel Weinzs que e feito com muito competencia e calma .
O enredo é interessante, tem boas atuações, e a estória trás alguns princípios como arrependimento e perdão. Mas é um tipo de filme que assisto só uma vez.
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