Thor: Ragnarok
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4,3
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Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 28 de outubro de 2017
Divertido, descompromissado, mas dessa vez a Marvel exagerou na comédia, piada o tempo inteiro e adaptaram muito mal duas grandes histórias das HQ´s que é Ragnarok e Planeta Hulk.

para critica completa no blog ParsaGeeks.

http: //parsageeks.blogspot .com. br/2017/10/ cinema-424-thor-ragnarok. html
Igor F.
Igor F.

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de outubro de 2017
Acho que passou um pouco do limite com o humor, parecia um filne de comédia e algumas piadas bem forçadas.
Amanda A.
Amanda A.

7 seguidores 9 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de outubro de 2017
Acompanhando as estreias da semana, vamos falar de Thor: Ragnarok!

Dentre os diversos personagens da marvel que ganharam filmes próprios, os filmes do Thor sempre estiverem um pouco abaixo na lista, mas eles sempre vieram em uma crescente.

Thor (2011) é um bom filme de origem, e suas melhores partes são em Asgard, enquanto que Thor: O Mundo Sombrio (2013) apesar de alguns tropeços de roteiro e trama um pouco genérica, eu pessoalmente gosto tem muita ação e bons efeitos especiais.

Dessa vez o tom do filme mudou muito, se antes havia uma certa formalidade e uma aparente rigidez tanto no desenvolvimento da história quanto nos personagens, esse novo filme aposta em um tom mais cômico.

Esse tom de mais cômico é um reflexo claro do sucesso de Guardioes de galaxia que conquistou o publico.

Colocar mais humor dentro da história do Deus do trovão deu mais carisma aos personagens, ao mesmo tempo que em diversos momentos passa a sensão de ter perdido o senso de urgência.

As piadas são bem colocadas, mas na minha opinião exageraram na quantidade de piadas poderia ter sido um pouco mais equilibrado.

Outro coisa que me incomodou um pouco foi a correria no inicio do filme para explicar onde estava Odin que foi resolvido em 5 minutos. Essa sequencia deu a impressão de que foi mal elaborada porque tinha a obrigação de colocar a particiação do Dr. Estranho no filme por causa do universo compartilhado.

Apesar dos problemas de ritmo e da falta de urgência no filme Thor: Ragnarok é muito interessante!

A dinamica entre o Thor e Loki esta muito bem explorada no filme e o crescimento e desenvolvimento dos personagens é muito interessante de se acompanhar. A forma como o roteiro explora a relação entre os irmãos geram cenas muito importantes no filme e é um dos pontos mais positivos do filme.

Agora vamos falar da vilã! Cate Blanchett como Hella esta caricata na medida certa, ela fez muito bem as cenas de ação, apesar de em alguns momentos, são poucos mais existem, é possível perceber a troca da atriz pelo personagem em CGI.

Mesmo assim isso não atrapalhou em nada as sequencias de ação do filme.

Em paralelo a história do Deus do trovão temos mais informações sobre o universo que culminara na Guerra Infinita e o inicio do desenvolvimento de uma história do Hulk.

O Hulk personagem interpretado por Mark Ruffalo em diversos momentos rouba a cena! A cosntrução da cidade de Sakkar e o Hulk gladiador são as parte que mais me chamaram a atenção, pois alem de bons efeitos visuais é possivel ver o desenvolvimento do Hulk que ja fala e tem condições de se virar sem Bruce Banner.

Thor: Ragnarok tem uma das mais engraçadas participações de Stan Lee em minha opinião.

No geral Thor: Ragnarok é um ótimo filme, com certeza vale a pena assistir!

O filme Thor: Ragnarok é a dica de hoje! Se já viram deixem suas impressões no blog tambem.

Confiram outros comentários de filmes em: @depoisdasessao
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 30 de setembro de 2019
Ao mostrar nosso convencido e egocêntrico Thor (Hemsworth) “dialogando” logo de inicio com os restos de ossos de um prisioneiro numa espécie de jaula, este mais novo filme do Universo Marvel já mostra como tem uma atenção especial para evidenciar características únicas em seus personagens – depois de tantas tentativas de humor que não deram tão certo antes (como o próprio filme anterior do herói), roteiristas e diretores acertam em cheio em sua dosagem e finalmente usam as piadas em favor da narrativa – parece que aprenderam com James Gunn em Guardiões da Galáxia – já que o diretor Neo-Zelandês Taiki Waititi (que também faz a voz do divertido “homem-pedra”, Korg) consegue fazer de sua estreia neste universo algo bastante eficaz, dando uma dinâmica até nova entre alguns conhecidos personagens e outros novos que também se mostram bastante interessantes e dotados de uma personalidade cativante.

Como qualquer filme de ação bem armado, Thor: Ragnarok já começa com os níveis de movimentação e humor no máximo – mostrando Chris Hemsworth demorando pra conversar com um maligno inimigo só porque está acorrentado e girando em sua frente – como um “bom cavaleiro”, Thor só conversa quando está de frente para alguém – enfim, cito isso apenas para marcar como o filme sabe tirando proveito dessas passagens, atingindo exatamente o objetivo que o longa e os demais deste universo querem atingir: divertir. E divertir bastante mesmo.

Desta vez, Thor volta a sua terra natal, Asgard. Ao constatar que seu “irmão de consideração” Loki (Hiddleston) está governando aquele mundo, ele imediatamente vai até a terra para encontrar o verdadeiro rei, seu pai, Odin(Hopkins). Entretanto, ao encontra-lo, Thor fica sabendo que a terrível Hela (Blanchett) pode desencadear o Ragnarok – o apocalipse do mundo de Asgard. Perdendo seu martelo duelando com a vingativa asgardiana, Thor se vê preso em um outro mundo, onde a guerreira Valkyrie (Thompson) entrega o herói ao excêntrico Grandmaster (Goldblum), que fará do Deus do Trovão seu escravo em um duelo de gladiadores mortal – onde vencer é o único jeito de Thor conseguir tentar salvar Asgard do domínio de Hela.

Tomando um rumo em que nunca havíamos visto nos filmes anteriores com o herói, ao mostrar o guerreiro precisando desenvolver habilidades para combate sem o seu famoso martelo, o roteiro de Thor: Ragnarok é ágil e bem desenvolvido em questões de ritmo – mas fica evidente uma certa quebra da narrativa (ou um certo “banho de agua fria” no espectador) logo após a tão esperada (e lamentavelmente entregue pelos trailers) cena onde Thor luta furiosamente com o Hulk de Mark Ruffalo – mostrando a capacidade cada vez melhorada do CGI para criaturas digitais, nunca vimos o Incrível Hulk tão expressivo antes (falarei mais sobre isso a frente) – mas é obvio que o corte a seguir para outra cena pausa o filme de um modo desnecessário – para mostrar um dialogo entre a Hela de Cate Blanchett (a talentosa atriz parece se divertir exaltando o ego e mania de grandeza da vilã, com uma ligação bastante importante com Odin e Thor, é claro) com o personagem de Karl Urban – que, infelizmente, tem um proposito pouco fluente para o filme – com e sem ele não há muita diferença – principalmente se levarmos em conta que seu personagem está no lugar do Heimdall de Idris Alba – inclusive este último e ótimo ator, por isso, acaba por aparecer pouco apenas depois do meio do filme.

Mas o que torna este terceiro Thor ainda atraente é justamente a dinâmica entre seus personagens – se chegam a ser hilárias, também pode se dizer que as cenas entre Hulk e Thor são bastante curiosas por mostrar um lado mais vulnerável de cada herói – no Hulk, torna-se diferenciado porque, desta vez, o personagem fica mais tempo como Hulk do que como Bruce Banner – e, ainda assim, o suficiente para Mark Ruffalo desenvolver bem os dois lados do famoso super-herói com sua conhecida forma contida de atuar.

Desta mesma maneira, mas de um jeito que foge bastante de clichês (ou os misturam com o novo), fica a relação de Thor com seu irmão Loki, do sempre expressivo Tom Hiddleston – um personagem que o público não sabe se confia ou não – assim como todos os personagens reagem – mas é evidente uma ligação realmente admirável de lealdade (mesmo que falha, é claro) entre os dois – bem ressaltada entre o humor e o drama conferido nos diálogos entre eles - e certas referências a outros filmes, como um tipo de “vingança” de Loki, quando este vê Thor sofrendo na batalha com Hulk, servem para mostrar como o personagem de Tom é algo marcante na franquia. Mas, obviamente, não podemos deixar de citar todo o domínio de Chris Hemsworth em tornar Thor um personagem que, ainda mantendo uma arrogância e egocentrismo, consegue ser simpático e interessante por sua obstinação e, desta vez, por demonstrar mais abertamente suas fraquezas – em especial, com os momentos em que está ou relembra de seu pai Odin – vivido mais uma vez pelo grande Anthony Hopkins – que, talvez, pudesse ser mais aproveitado.

Esta mesma interação bem sucedida é vista com os novos personagens – a Valkyrie de Tessa Thompson é, talvez, uma das personalidades mais forte do filme – a boa atriz consegue mostrar bem as características que tornam sua personagem interessante, já que a ex-guerreira de Asgard é alguém que se entregou ao alcoolismo e a caça de guerreiros para o engraçado personagem de Jeff Goldblum – este, inclusive, ressalta uma certa critica/mensagem do filme contra a politica dos Estados Unidos – seu personagem não gosta de mencionar seus lutadores como escravos, por exemplo – evidenciando a conduta de querer disfarçar coisas erradas que muitos “lideres” mundiais tem feito – coisa que também aparece com relação ao mundo de Asgard, com alguns fatos obscuros sobre Odin sendo revelados – envolvendo as motivações da personagem de Cate Blanchett – apesar de bem discreto, isto confere alguma importância na conclusão da trama, envolvendo a importância do povo para construir uma nação – algo que eu imaginei nunca ver um filme tão rápido e divertido.

Se apoiando em um visual extremamente colorido, a paleta de cores do filme é intensa (tão intensa quanto a de Guardiões da Galáxia Vol. 2), principalmente ao ressaltar o mundo colorido do planeta do Grandmaster ou a mudança de cores de Asgard com a chegada de Hela – deixando de ser dourada para ficar nas cores da roupa da vilã, verde e preto – ajudado por uma direção de arte inteligente – bacana como mostram os torcedores das batalhas de gladiadores como fãs de Hulk, com cartazes e bonecos que lembram uma torcida de futebol. Visualmente, o filme apenas falha em algumas cenas de luta, onde a mise-en-scène do diretor parece ficar um pouco confusa, com enquadramentos muito próximos – como na cena da chegada de Hela em Asgard – mas, no geral, funcionam bem – o 3D, como vem ficando ultimamente, não agrega quase nada.

Ainda há o uso interessante e condizente com a natureza nórdica de Thor da clássica canção do Led Zeppelin, Immigrant Song – a trilha de Mark Mothersbaugh acaba sendo mais interessante do que as outras do Universo Marvel, ao conferir acordes eletrônicos ao mundo mais frio e bagunçado do Grandmaster em meio aos efeitos sonoros das naves e maquinas, principalmente ao acompanhar Valkyrie, demonstrando uma certa artificialidade que a moça foi obrigada a manter para se defender de seu trágico passado.

Conferindo diálogos que sabem dosar perfeitamente seu humor e drama, uma narrativa rápida (mesmo que com algumas falhas), um visual deslumbrante e uma ação grandiosa que só um filme assim poderia trazer, Thor: Ragnarok mostra (mais uma vez) que o Universo Marvel está cada vez mais rico – não só pelas bilheterias, mas como uma história repleta de personagens e situações que fazemos questão de acompanhar.

*Infelizmente, as duas cenas pós créditos são um tanto decepcionantes, principalmente se comparadas a dos filmes anteriores do estúdio.

*em compensação, a ponta de Stan Lee talvez seja uma de suas mais divertidas!
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 25 de outubro de 2017
Esse é o terceiro filme “solo” do herói da Marvel, Thor, com uma mudança de tom e em comparação com os filmes anteriores Thor: Ragnarok é engraçado, colorido e faz referências ao universo cósmico da Marvel, se parecendo muito com Guardiões da Galáxia. O diretor Taika Waititi conseguiu fazer um filme divertido, uma comédia que entretém e deixa o Thor do Universo Cinematográfico Marvel muito mais interessante.

Aparentemente todos os filmes da Marvel Studios vão pender para a comédia, um gênero aceito por muitos e simples de vender (quando bem feito é claro), e para isso a Marvel escalou o diretor perfeito para a continuação de Thor, já que Taika Waititi soube contar
uma história de destruição e apocalipse de maneira engraçada, mas com o peso que o Ragnarok possui na Mitologia das HQs da editora de Vingadores. Lembrando que o Ragnarok das HQs não necessariamente é o apocalipse da mitologia Nórdica, essa é apenas uma adaptação do que acontece nas histórias dos deuses nórdicos, sendo assim o filme é uma referência da referência. Entendeu?

Se conseguir levar por esse lado o filme de Waititi fica ainda mais divertido, além é claro das referências que em Sakar são abundantes. Os fãs de quadrinhos e conhecedores da Marvel vão adorar as cenas no planeta com muitas cores e bem parecidas com os traços de Jack Kirby, os personagens de Planeta Hulk são um caso a parte e claro fiquem de olho no que tem ao redor daquela “maluquice” de cores e detalhes. Não posso deixar de mencionar o guarda-chuva de Thor, e aqueles mais saudosistas vão adorar essa referência.

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cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de outubro de 2017
Este é o terceiro filme solo do Thor, e talvez o mais longo deles? Bom, isso não importa. Thor Ragnarök passa voando. Não apenas o personagem-título, mas o filme como um todo. Isso talvez porque ele tenha esse elenco secundário tão fofinho, fazendo piadas bem-humoradas, de bem com a vida, entrando em seus personagens. Tudo isso para suportar o Avenger mais sem-graça. E do jeito que ele perde vários elementos de sua história nessa aventura, espero que ele não tenha mais aventuras para contar.

cinetenisverde.com.br
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de novembro de 2017
O Deus do Trovão e da Piada (THOR: RAGNAROK).

Longos 4 anos se passaram desde Thor: O mundo Sombrio, para finalmente chegarmos ao tão aguardado terceiro filme da franquia com THOR: RAGNAROK. Eu gosto da franquia, gosto dos outros dois filmes, porém, nunca achei a franquia Thor excepcional, ou, pelo menos com algum filme marcante (Épico), como foi o primeiro Homem de Ferro (2008) e Capitão América: O Primeiro Vingador (2011).

THOR: RAGNAROK não é um filme ruim (como muitos estão apontando), é bom, é divertido, vale a pena assistir (principalmente em XD). Mas está muito longe de ser um filme épico, espetacular, ou, até mesmo estar entre os melhores filmes da Marvel Studios.

O longa foi dirigido pelo diretor Neo-Zelandês Taika Waititi (não conhecia os seus trabalhos) e até que ele fez um bom trabalho, entregou uma produção com belos cenários, principalmente na construção dos planetas. O longa possui vários efeitos especias que se encaixam bem em cada cena apresentada (um grande diferencial da Marvel Studios). A trilha sonora é boa, principalmente ao som do icônico hino de LED ZEPPELIN. O filme foi feito exclusivamente para divertir e entreter o público, e até que funciona, dependendo da pessoa que está sentada na cadeira do cinema e do que essa própria pessoa foi buscar no filme. Para o público que foi unicamente buscando uma diversão e um entretenimento para dar várias gargalhadas (no maior estilo Stand-Up Comedy), o longa irá funcionar, mas por outro lado, para os fãs mais fieis aos quadrinhos, sairá com um gostinho amargo e um sentimento de ´´ esperava um pouco mais``.

THOR: RAGNAROK era muito promissor e tinha tudo para dar certo, mas tudo não passou de uma grande comédia. Pecaram demais em fazer um filme mais cômico, forçaram demais em cima das inúmeras piadinhas enfiadas no filme. Eu não tenho nenhum problema com um certo alívio cômico no filme, acho até plausível e funcional, mas quando é bem dosado e usado nas horas certas. Em Thor tudo é piada, tudo é levado na brincadeira, nada é levado à sério, até em alguns momentos em que eu esperava um momento mais sério, logo vinha um piada. Até com os vilões, onde se esperava uma certa seriedade em pelo menos algumas partes, era descaracterizado pela comédia.

Acho que também faltou uma grade luta épica, entre Thor e a Hela, ou, o Hulk e aquele ser gigantesco de fogo, fiquei com um gostinho de quero mais. O embate entre Thor e o Hulk foi muito bom e funcionou direitinho. Chris Hemsworth como Thor é sempre muito bom, mesmo ele quase se passando por um ator de comédia em RAGNAROK. Tom Hiddleston está bem mediano como Loki (já apresentou um Loki muito melhor em outras ocasiões), mas nesse terceiro filme ele se passa quase que imperceptível. Mark Ruffalo é outro que também está mediano, tanto como Bruce Banner, ou como Hulk. Como Hulk eu achei um apresentação bem fraquinha, na minha opinião, acho que descaracterizou o personagem em mostrar um Hulk fazendo birras de crianças.

A bela, talentosa e premiada atriz Cate Blanchett é a melhor parte do filme (sem nenhuma dúvida). No auge dos seus 48 anos, com um corpo magnífico, de dar inveja a qualquer garotinha de 20, Cate está muito bem como a Deusa da morte Hela. Fez um grande trabalho entregando uma vilã caricata e ameaçadora, com uma caracterização incrível e uma maquiagem perfeita. Porém, achei que a Hela deveria ter sido um pouquinho mais explorada no quesito vilã, ou até mesmo, aparecer um pouquinho mais (aqueles pequenos probleminhas que a Marvel sempre teve com seus vilões).

Outra atriz que me chamou bastante atenção no filme, foi a Tessa Thompson. Ela também desenvolveu um ótimo trabalho interpretando a personagem Valkyrie. Gostei do Jeff Goldblum como Grão-Mestre, assim como o ótimo ator Idris Elba como Heimdall. Também me agradou a pequena participação do Dr. Stephen Strange (Benedict Cumberbatch). Anthony Hopkins apareceu pouco, mas Odin é sempre Odin né. Sem esquecer da hilária cena com o grande mestre Stan Lee!!!

No mais: THOR: RAGNAROK é um bom filme (depende muito do gosto de cada um), me agradou e me divertiu (mesmo com todas situações que eu destaquei). Porém, eu ainda espero um filme de verdade do Thor (como meu amigo e grande fã da Marvel me falou ao final da sessão).
Sem esquecer de mencionar as duas cenas pós-créditos, uma com ligação direta a Guerra Infinita e a outra.......é....deixa pra lá (kkkkkkkk).
Vinícius M.
Vinícius M.

14 seguidores 54 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de maio de 2018
Thor Ragnarok, do diretor Taika Waititi,  segue a mesma linha de Guardioes da Galaxia e é mais comédia do que filme de herói. Os últimos filmes da Marvel estão cada vez mais episódicos e simples. 

Não que isso seja ruim, Guardioes faz isso magistralmente mas aqui, no terceiro filme da franquia, as exageradas piadas são muito bobas, infantiloides e tiram todo o peso dos acontecimentos do longa.

O filme começa logo após Vingadores 2 A Era de Ultron, com Thor (Chris Hemsworth) em busca de respostas sobre as joias do infinito e encontra os Nove Reinos de Asgard em total zona por conta do mau reinado de seu irmão Loki (Tom Riddlestom, atuação bem apagada diga-se de passagem) usurpando o trono de Odin (Anthoni Hopkins). 

Não vou entrar muito no filme porque a trama é bem simples. Temos a participação especial do Dr. Estranho (Benedict Cumberbach), o Hulk (Mark Ruffalo), Heimdall (Idris Elba) e personagens novos como a Valkiria interpretado pela Tessa Thompson ( só marra, caras e bocas), a vilã Hela (Kate Blanchett),  Skurge (Karl Urban) e outros menores so para compor mais piadas.  

Sinceramente não gostei muito não. É um filme divertido mas muito bobo. A escolha do diretor já tinha dado o tom piadista do filme. Os trailers também deixaram isso bem claro mas eu prefiro a pegada um pouco mais séria e épica do segundo filme (que tinha tom mais certo das piadas).  A Marvel não consegue decidir como lidar com o mundo fantasioso do Thor. 

Bom é isso. Nota 7,0. Vale o valor do ingresso.
Kai E
Kai E

1.057 seguidores 262 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de abril de 2014
estou esperando o 3 , o segundo não teve fim , nossa que merda o irmão do thor ficou vivo e parece que
ele matou o Odin seu pai e ficou no lugar dele e o thor vai embora e fim (que merda) e agora ele vai dominar .... merda duas vezes .
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