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Yanko Rodrigues
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254 críticas
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3,5
Enviada em 31 de dezembro de 2019
O filme honra a franquia Rocky Balboa, atuação do Sylvester Stallone é impecável merecia o Oscar, uma pena que não ganhou. Vale muito a pena ver esse filme.
Boa diversão para a sessão da tarde. Um filme leve, bom de se assistir, com um protagonista carismático. Você acredita e quer ter fé nele. Você quer acompanhar a luta dele. O filme te instiga a isso. E a homenagem ao Rocky é bem feita, quase sutil, exceto por uma cena que soa ridícula em pleno 2016. Apesar disso, Stalone faz um bom papel como coadjuvante, é impressionante como o próprio Stalone se superou como ator nesses anos. Não é um grande ator, mas é capaz de fazer um papel mais complexo e conseguimos gostar de seu personagem e nos compadecer com ele. O filme é acertado por dar continuidade ao universo de Rock de maneira criativa. Não há nada de incrível neste filme, mas é uma diversão boa, com roteiro bem escrito e bons personagens. Vale a pena.
Estou torcendo para o Stallone levar o Oscar de ator coadjuvante. O filme Rocky e suas primeiras sequências, foram marcadas pela rivalidade e respeito entre Rocky e Apollo Creed, também chamado de Doutrinador. Agora seu filho ilegítimo que sempre foi um lutador desde a infância, procura por Rocky para treiná-lo, pois devido a morte do pai no ringue ninguém quer treiná-lo a pedido da esposa do falecido. Stallone está muito bem com os sinais típicos da idade, incluindo problemas de saúde, nostalgia e rabugice. As cenas de treinamento duro servem para mostrar que por trás do glamour tem muita dedicação e a ascensão de Creed é creditada ao nome do pai, sem o devido reconhecimento ao seu esforço e disciplina. Família e romance são também temas centrais. O filme perde no final, pois é praticamente uma reedição da primeira luta de Roccky vs Apollo vencida por Apollo por pontos, mas que levou Rocky para a fama. Aqui é Creed quem faz o papel de Rocky em desnecessários 12 assaltos totalmente previsíveis, uma pena.
Apenas um bom filme. A atuação de Sylvester Stallone, realmente roubou a cena e elevou a qualidade do filme. Por isso, ele concorreu a ator coadjuvante, no Oscar 2016. Em geral os filmes de luta de boxe erram e muito no desempenho do lutador principal, não dá para fazer uma imitação perfeita de um luta de verdade. Quem entende nota que é um faz de conta, tem lances que não acontece na luta real. Nesse filme também aconteceram esses erros. No geral isso não atrapalha e é uma boa diversão.
Stallone volta para reprisar sua historia mas Creed não engata na mesma vibração dos cinco filmes do Rocky. A luta de boxe decepcionou, trouxeram outro lutador real para o filme, diferente de Rocky 5 aqui o lutador parece pouco se envolver com a historia e um fim sem sal nem pimenta, Tonny Bellew parece não ter concordado em sofrer de mentira uma bela derrota e isso e muito chato. Johnson Creed muito furioso não transporta sua mensagem para o ring, muito efeito de cena na luta do ring. Enfim não daria uma nota menor ainda porque respeitando sempre o trabalho de Stallone que topou o trabalho de resgatar momentos agradáveis no filme coms eu personagem Rocky. As mensagens são muito boas no filme principalmente relacionado ao câncer mas o personagem Creed não consegue transmitir a superação que o lutador Balboa conseguiu fazer nos seus cinco filmes. Pode talvez agradar algum nicho de espectadores.
E uma historia comum, o ator principal e muito fraco não tem carisma o que salvou o filme foi atuação do Stallone , mas mesmo assim o filme não e la essas coisas
Fui ver com certas restrições, mas acabei me levando por um roteiro interessante, pensando ser mais um filme do ROCKY, mas não é sobre ROCKY o Lutador mas sim o Treinador. Com seu jeitão simplório e ultrapassado o ROCKY treinador parece uma mistura de Professor Miagy de Karate Kid com Pai Mei de Kill Bill e se torna mentor do filho de seu antigo oponente nos ringues, Apollo Creed. O filme se desenvolve bem mostrando estes dois mundos, o do jovem querendo resgatar a herança do pai que nunca conheceu e a de ROCKY que tendo uma vida simples e monótona encontra uma razão para viver, o seu verdadeiro mundo, as lutas de boxe. STALLONE nunca foi um Laurence Olivier mas dá conta do recado e emociona as vezes com seus monólogos maldizendo a solidão e a partida daqueles que conviveram com ele, desde seu treinador do primeiro filme da série de 76. As lutas são bem encenadas e são usados muitos planos sequências e a cidade de Filadélfia quase é um terceiro elemento pois é mostrada em seus vários aspectos, ela que virou atração turística, por causa de sua importância histórica claro e também pela saga de ROCKY e a famosa escadaria que nosso herói não sobe mais saltitando como na famosa cena. As luvas de ROCKY foram aposentadas e agora parece que nasce um novo herói dos ringues CREED que certamente vai ter novos oponentes pela frente.
"Creed é um bom spin-off da série Rocky, muito melhor que qualquer uma de suas muitas (e sofríveis) continuações e deve, como é regra pro que faz sucesso atualmente, gerar sequências." [pitaco completo no link]
Há tempos o cinema está numa onda de remakes e ressuscitação de franquias (acredito eu que por ter um público fiel e ser garantia de ganhos no cinema, se você não inventar muito, rs) e Creed vem a ser mais um filme que aproveita dessa onda, explorando a franquia de Rocky, que havia sido encerrada de forma respeitável em 2006. Desta vez, são acrescentados novos elementos, creio eu, visando um novo leque de filmes.
Somos apresentados a Adonis Johnson Creed, um filho bastardo de Apolo Creed, que é resgatado pela sua "mãe adotiva" (a esposa de Apolo) e criado por ela. Mesmo com uma carreira apontando para um bom futuro, Adonis abre mão de tudo para seguir seu sonho de ser lutador e segue atrás de alguém que ele pensa que poderia torna-lo o melhor, Rocky Balboa. Entra em cena Stallone com seu carismático personagem, o lutador amigão de todos, de bom coração, e que havia deixado seu legado naquela luta de 2006. O senhorzinho bonachão torna-se seu treinador e, entre idas e vindas, temos todos os clichês possíveis dos outros filmes da série, mas que não cansamos de ver e rever e alguns novos elementos como uma figura feminina forte e não somente submissa ao ator principal e inclusive elementos para já anunciar a saída de Rocky da série futuramente.
Adonis torna-se bom personagem para continuar a franquia. Confesso que o achei marrento, chato mesmo no início, mas é um lutador que se divide entre carregar os legados do pai de seu treinador, duas lendas no esporte, ou fazer uma carreira com seu próprio nome. Por explorar os clichês, o filme acaba sendo mais do mesmo (lembro que até o atual Star Wars utiliza muito desse recurso), mas é legal para passar o tempo e para, mais uma vez, você torcer pelo Rocky ao final... e agora por Adonis :)
Achei o roteiro um pouco clichê, poderia ter saído do mesmo. O Stallone que roubou a cena (na verdade seu famoso papel Rocky), porque se não fosse ele seria mais um filme do gênero com cenas de superação/treinamento etc.
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