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Gustavo S.
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3,0
Enviada em 1 de fevereiro de 2016
Boa diversão para a sessão da tarde. Um filme leve, bom de se assistir, com um protagonista carismático. Você acredita e quer ter fé nele. Você quer acompanhar a luta dele. O filme te instiga a isso. E a homenagem ao Rocky é bem feita, quase sutil, exceto por uma cena que soa ridícula em pleno 2016. Apesar disso, Stalone faz um bom papel como coadjuvante, é impressionante como o próprio Stalone se superou como ator nesses anos. Não é um grande ator, mas é capaz de fazer um papel mais complexo e conseguimos gostar de seu personagem e nos compadecer com ele. O filme é acertado por dar continuidade ao universo de Rock de maneira criativa. Não há nada de incrível neste filme, mas é uma diversão boa, com roteiro bem escrito e bons personagens. Vale a pena.
Incrível ver Rocky de volta, Ryan Coogler em grande direção, e Stallone em uma atuação inesquecível, voltando a ser indicado ao Oscar desde o primeiro Rocky, e vencendo o Globo de Ouro. Michael B. Jordan interpreta Adonis Creed muito bem.
A história do filme lembra muito o primeiro filme do Rocky, aonde um lutador amador ganha uma oportunidade de lutar com o atual campeão. Tem muitas semelhanças, mas o filme consegue se diferenciar em vários aspectos, principalmente por ser um filme mais moderno. A relação de Adonis e Bianca funciona muito bem, os 2 tem química e conseguem convencer perfeitamente. Adonis é um personagem carismático e com personalidade, e a relação dele com o Rocky chega a ser cativante, é o tipo de filho que Rocky nunca teve kkkkk... A trilha sonora é perfeita, com aquela música clássica em várias versões diferentes, e são sempre tocadas em momentos certo. Sylvester Stallone está fantástico, o personagem marcou tanto a vida dele, que você vê o mesmo Rocky do primeiro filme, as mesmas manias, de andar com uma bola de ping pong, forma de se vestir, de pensar e agir, um Rocky mais maduro é claro, mas a essência ainda está presente no personagem, mesmo com o passar dos anos ele não perdeu o jeito de atuar como o Rocky, o personagem simplesmente ganha vida e acaba sendo difícil não se emocionar ao ver velho e sem aquele gás que ele sempre mostrou ter. As lutas de boxe estão muito bem coreografadas, com uma qualidade incrível, movimentação de câmera perfeita. Michael B. Jordan se saiu muito bem em seu personagem e é incrível como ele lembra tanto o Apollo, escolheram o cara perfeito para o papel. O filme apesar de apresentar uma história que certamente nós já conhecemos, consegue se inovar em outros aspectos e trazer algo de qualidade com um enredo que se sobressai bastante.
Cativante, nostálgico e com atuação emocionante, humilde e cativante do Stallone, tem momentos que você se arrepia e lembra do grande Rock dos anos 80.
Estou torcendo para o Stallone levar o Oscar de ator coadjuvante. O filme Rocky e suas primeiras sequências, foram marcadas pela rivalidade e respeito entre Rocky e Apollo Creed, também chamado de Doutrinador. Agora seu filho ilegítimo que sempre foi um lutador desde a infância, procura por Rocky para treiná-lo, pois devido a morte do pai no ringue ninguém quer treiná-lo a pedido da esposa do falecido. Stallone está muito bem com os sinais típicos da idade, incluindo problemas de saúde, nostalgia e rabugice. As cenas de treinamento duro servem para mostrar que por trás do glamour tem muita dedicação e a ascensão de Creed é creditada ao nome do pai, sem o devido reconhecimento ao seu esforço e disciplina. Família e romance são também temas centrais. O filme perde no final, pois é praticamente uma reedição da primeira luta de Roccky vs Apollo vencida por Apollo por pontos, mas que levou Rocky para a fama. Aqui é Creed quem faz o papel de Rocky em desnecessários 12 assaltos totalmente previsíveis, uma pena.
Aposentado dos ringues e praticamente desligado do esporte que o levou à fama, Rocky Balboa (Sylvester Stallone) recebe a inusitada visita de Adonis Johnson (Michael B. Jordan), o motivo tem relação com a preparação de ambos para o boxe. Adonis é filho de Apollo Creed (Carl Weathers), mas nunca esteve diante dos holofotes, embora carregue o DNA do pai e perceba que é o momento para colocar em prática suas habilidades, mas dependerá do Balboa o efetivo sucesso no mundo das competições profissionais.
CREED - NASCIDO PARA LUTAR chega com a ideia complicada de fazer um spin-off da famosa série de boxe dos anos 80 e 90, o que curiosamente é alcançado justamente por respeitar a saga original adaptando-a para os novos tempos. Adonis é um jovem cheio de energia, rebelde e repleto de desejos de alçar ao estrelato com as próprias pernas e sem carregar o nome do pai, para tanto, ele é treinado por um idoso Rocky Balboa, o ponto em comum para ambos, além da paixão pelo boxe é o desejo de lutar para viver, em diversos sentidos.
A história do filme viaja pelo drama, humor, ação e romance sem jamais permitir que um desses elementos prepondere sobre o outro, criando uma costura com mais de 2h que flui muito bem. Evidente que o longa de Ryan Coogler tem méritos na excelente trilha sonora, montagem soberba e planos que exalam ousadia técnica, tudo em prol de um entretenimento dos bons. A dupla principal nem precisa ser citada, pois carrega consigo méritos de sobra para tornarem o filme uma quase obra prima. FILMAÇO!
Apenas um bom filme. A atuação de Sylvester Stallone, realmente roubou a cena e elevou a qualidade do filme. Por isso, ele concorreu a ator coadjuvante, no Oscar 2016. Em geral os filmes de luta de boxe erram e muito no desempenho do lutador principal, não dá para fazer uma imitação perfeita de um luta de verdade. Quem entende nota que é um faz de conta, tem lances que não acontece na luta real. Nesse filme também aconteceram esses erros. No geral isso não atrapalha e é uma boa diversão.
A linha previsível de acontecimentos é apenas mera desculpa para que Coogler denuncie sua paixão por um mito e traga Stallone de volta ao seu passado que o consagrou, desta vez analisando a passagem do tempo e suas consequências. O excesso de fan service, o enredo linear demais e a luta final anti-climática poderiam estragar a experiência, mas a nostalgia e a performance comprometida do velho Stallone garantem uma jornada bem edificante. 8.5/10
Stallone volta para reprisar sua historia mas Creed não engata na mesma vibração dos cinco filmes do Rocky. A luta de boxe decepcionou, trouxeram outro lutador real para o filme, diferente de Rocky 5 aqui o lutador parece pouco se envolver com a historia e um fim sem sal nem pimenta, Tonny Bellew parece não ter concordado em sofrer de mentira uma bela derrota e isso e muito chato. Johnson Creed muito furioso não transporta sua mensagem para o ring, muito efeito de cena na luta do ring. Enfim não daria uma nota menor ainda porque respeitando sempre o trabalho de Stallone que topou o trabalho de resgatar momentos agradáveis no filme coms eu personagem Rocky. As mensagens são muito boas no filme principalmente relacionado ao câncer mas o personagem Creed não consegue transmitir a superação que o lutador Balboa conseguiu fazer nos seus cinco filmes. Pode talvez agradar algum nicho de espectadores.
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