Inferno
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3,7
1045 notas

85 Críticas do usuário

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Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de outubro de 2016
No filme O Código Da Vinci (2006), baseado no livro de Dan Brown, foi criada uma fantasia inverossímil sobre o Santo Graal e seu significado, avidamente abocanhada pelo público, que não aproveita as oportunidades para examinar e analisar tudo o que lhe é apresentado. As noções sobre a existência do Graal são bem remotas. Os povos antigos que mantiveram a ligação com a Luz da Verdade tinham conhecimento do cálice depositário da chama vermelha que nutre e mantém tudo o que foi criado.

Em Inferno, filme dirigido por Ron Howard e também baseado no romance de mesmo nome de Dan Brown, há uma trama muito bem engendrada, que prende a atenção com vários enigmas que instigam a curiosidade. No fundo há as ameaças decorrentes da superpopulação e seu rápido crescimento, e a decadência progressiva da humanidade materialista, sem visão mais elevada. Como se resolve isso? Com a criação de cenários acomodatícios como fazia Sims (Irrfan Khan) e seu grupo? Com guerra? Terrorismo? Peste?

A Criação e a vida seguem leis invisíveis e inflexíveis. Com sua livre vontade a humanidade e os indivíduos traçam o seu destino produzindo as consequências, conhecida como lei da reciprocidade, ou em linguagem mais simples e natural, a colheita. Os humanos não alcançaram a esperada evolução espiritual e se acorrentaram à Terra. Bilhões de espíritos imaturos buscam uma nova encarnação. Buscar a Luz da Verdade levaria ao saber real, mas a humanidade é sofisticada demais para buscar a clareza na simplicidade e naturalidade. Então surge aquele grupo radical comandado pelo bilionário Bertrand Zobrist (Ben Foster) que considera a humanidade como a doença e o inferno como a cura. Ele quer pegar os fios do destino da humanidade com as próprias mãos, sem perceber o grande processo em andamento, e as coisas vão se encaminhando em ritmo de suspense e aventura, mas o que está em jogo é o destino da humanidade, que sempre vai se acomodando, empurrando os problemas como pode, sem querer compreender a real situação gerada por ela mesma, compreender as causas, assumir responsabilidade, encontrar a solução, preferindo deixar para o professro Robert Langdon (Tom Hanks) a solução dos problemas.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de outubro de 2016
O filme é bom, bem produzido e com ótimos atores e atrizes, destacando-se Tom Hanks, Felicity Jones, Bem Foster e Omar Sy. A história, enredo, roteiro e direção é que não criaram nada de novo. A ação é muito acelerada e as explicações ficam a reboque. Só Robert Langdon, personagem principal de Tom Hanks, consegue interpretar os sinais, os expectadores ficam a ver navios. Como em o Código Da Vinci e Anjos e Demônios, é mais uma caça ao tesouro em busca de solucionar problemas que colocarão a humanidade em perigo. Vale a pena pela falta de bons espetáculos.
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de outubro de 2016
Dan Brown despontou para o estrelato ao escrever O Código Da Vinci, um sucesso estrondoso e supervalorizado. Para interpretar o professor Robert Langdon foi escalado ninguém menos que o super astro Tom Hanks. O filme fez sucesso, apesar de ser bem meia boca. Depois foi seguido do péssimo Anjos e Demônios, que conseguiu a proeza de ser ainda mais mirabolante e exagerado que O Código Da Vinci. Agora, o premiado Ron Howard volta a dirigir mais esta adaptação com o famoso personagem de Brown. E para ser sincero, o filme me surpreendeu positivamente. Depois do fiasco do último filme, achei que esse seguiria o mesmo rumo. Acontece que Inferno tem uma trama mais interessante: Langdon surge na tela numa cama de hospital, zonzo e com amnésia. E de repente um bando de gente surge tentando matá-lo. Daí em diante, trata-se de uma avalanche de informações que jorram na tela, que incluem a criação de uma peste capaz de disseminar mais da metade da população mundial e referências a Dante Alighieri e seu Inferno. Não cabe dar mais detalhes da história, só vale dizer que algumas reviravoltas são bem forçadas e outras extremamente previsíveis. O desfecho então, é bem típico de Dan Brown: super clichê. Mas o que vale ressaltar aqui é que o longa prende a atenção e tem uma história que cativa, embora as motivações sejam fracas e algumas ideais descabidas de qualquer senso. O elenco é eficiente, principalmente nos papeis que recaem sobre os ótimos Hanks e Ben Foster. Outras estrelas como Omar Sy e Felicity Jones não brilham, mas também não comprometem. A sensação que dá é que o filme funciona bem como um suspense tradicional, sem nenhuma novidade ou surpresa, mas que por ter uma ideia interessante e belas paisagens, além de várias referências artísticas, vale a pena conferir. Pareceu-me o melhor filme baseado nos livros de Dan Brown, o que - eu sei - não quer dizer muita coisa. Desconsidere diálogos fracos (alguns diria até patéticos) e você pode até de divertir com esse thriller mais do mesmo, mas de certa forma, eficiente.
Sidney  M.
Sidney M.

29.817 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de outubro de 2016
Eu não fiquei nem surpreso nem decepcionado, até por que não sou um grande fã da franquia, mas sim um fã de Tom Hanks.
Ric Brandes
Ric Brandes

123 seguidores 102 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de outubro de 2016
O escritor Dan Brown tornou-se um fenômeno mundial de vendas com sua obra mais famosa, O Código Da Vinci. Transformado em filme, o livro rendeu sucesso imenso para seu autor, que acabou tendo outros trabalhos transportados para o cinema.

E seu principal personagem, Robert Langdon, acabou ganhando um intérprete de peso: Tom Hanks. Um simbologista perspicaz, que enfrente aventuras e perigos para descobrir segredos e salvar a humanidade, sempre abençoado pelo seu singelo relógio do Mickey Mouse. E de tanto correr, Robert Langdon chega agora ao Inferno, em sua terceira aventura nos cinemas (a quarta, nos livros de seu criador, Dan Brown).

Em Inferno, encontramos algo diferente dos dois filmes anteriores do personagem: Em o Código Da Vinci, Langdon aventurou-se em um filme polêmico, com mistérios e surpresas por Paris, em um questionamento sobre a divindade de Jesus Cristo.
Já em Anjos e Demônios, Langdon subiu o nível ao protagonizar a melhor aventura da série de Dan Brown, em um suspense arrebatador e cheio de reviravoltas incríveis.

Agora em Inferno, sua nova aventura traz um enigma sobre o Inferno de Dante, e um misterioso bilionário que quer salvar a humanidade com um vírus mortal (Ou acabar com ela de vez).

Conseguirá o atordoado e confuso Langdon enfrentar estes perigos? Neste terceiro filme, o mistério e suspense são lugar a correria e aventura, que seguem por Veneza, Florença e Istambul, na Turquia.

Os lindos cenários e a fotografia do filme já valem o ingresso. E o grande elenco do filme, que traz Tom Hanks, Felicity Jones, Omar Sy e Irrfan Khan complementam uma obra de roteiro fraco, que infelizmente não ficou à altura do grande livro de Dan Brown chamado Inferno.

Recomendo o filme Inferno por seu conjunto, mas acima de tudo, indico o livro por sua qualidade ímpar.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de outubro de 2016
População. Correria. Puzzles. Ação. Envolvente. Vírus. Inferno. Arte. Mickey. Mistério. Reviravoltas. Visual.
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 12 de outubro de 2016
Robert Langdon continua ajudando a salvar o mundo. Dos três filmes já lançados, baseados em obras de Dan Brown, só deixei de ver ANJOS E DEMÔNIOS. Acho que faltou-me interesse. Reconheço que tenho de vencer meu preconceito contra a 'literatura de entretenimento' e contra filmes que não exigem muita matéria encefálica. Achei o filme O CÓDIGO DA VINCI fraco, confuso, incompleto para quem não lera o livro. Eu, no burburinho daquela época, li e achei-o movimentado. Essas teorias de conspiração e de esconde-esconde são bacanas e divertidas se bem desenvolvidas,claro. Mas, INFERNO é bem legal como sessão da tarde despretensiosa. Tem absurdos, invenciones, salvação da raça humana, cientista e namorada loucos e uma cara de 'estou aqui apenas para estrelar um blockbuster' de Tom Hanks. Poderia ser qualquer ator no papel de Robert Langdon. Mas, Hanks é chamariz de bilheteria e amigo do diretor, então... voilà. Confesso, sem constrangimentos, que diverti-me bastante vendo o filme. A edição é frenética, as locações maravilhosas e a trilha sonora competente. Tom Hanks? Tomara que possamos vê-lo em algum outro filme que o tire do piloto automático. Mas, no final, para uma sessão da tarde, a sua falta de expressão não compromete o produto final.
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