Inspirada no quarto livro da série Robert Langdon escrita por Dan Brown, Tom Hanks se esforça para entregar uma atuação carismática, mas o roteiro de David Koepp não colabora com o elenco, o que resulta numa performance decadente do ator. De qualquer forma, o filme assinado por Ron Howard se mantém acima da experiência literária, o que não quer dizer que não contenha os mesmos erros do decepcionante exemplar.
Frustrante! Quem leu o livro vai se decepcionar com o filme ... é lógico que não é possível reproduzir o livro na íntegra porque ele é muito complexo e cheio de detalhes, o autor não poupa descrever os locais minimamente .... mas omitiram trechos importantes do livro, deixaram outros sem coerência e explicação ... o contexto foi alterado e o final muito diferente do livro. Fiquei decepcionada, esperava muito do filme,
Filminho capenga, onde o herói habitual acorda em um hospital, com falhas de memória e nem acha estranho que a médica de plantão o salve de assassinos que vêm matá-lo e que o leve para sua casa, onde demonstra saber muito sobre o trabalho dele. Bobinho, né! Muita correria, perseguição e final óbvio. Vale se a pipoca e a coca zero estiverem no ponto.
Inicialmente a história é bastante interessante, mostra uma dinâmica instigante entre o esquecimento e a busca da memória perdida de Robert Langdon. Mas ao desenvolver tudo isso muitos fatores vão comprometendo o enredo. Um deles é ver Sienna, uma médica, ter mais conhecimento histórico (até mesmo em contextos gerais, como anagramas e outros tipos de codificações que Langdon já havia feito nos longas anteriores, mesmo que em um primeiro momento sua inteligência estivesse comprometida). Tudo isso é misturado com visões e flashbacks que ficam extremamente confusos, somados com as descobertas que o personagem está fazendo e as causas da perda de memória do seu protagonista, Inferno chega à um momento em que precisa explicar tanto sobre sua história que a partir daí o longa se perde completamente. Não havendo muita explicação para pontos importante como as suas visões que ficam jogadas em tela sem ninguém saber o por que delas.
O menos empolgante dos três. Sabe quando vc fica esperando ansiosamente, durante o filme, aquele momento em que vai ser revelado o 'fio da meada' e... nada acontece. Pois bem... leva-se um tempo até se entender a história que foi construída como uma colcha de retalhos com vários buracos e 'non senses', incluindo spoiler: uma organização misteriosa que funciona em um navio no adriático (seria a Nike?) . Comparar com o primeiro 'Código Da Vinci' é covardia, tanto pela trama quanto pelo final, que naquele foi memorável e neste... é mais um final de filme de suspense padrão.
Inferno parece tão seguro de si que se esquece de cogitar a possibilidade de algo poder dar errado. O pior acontece, e pouco funciona, se é que funciona. O resultado é que, mesmo Inferno sendo uma continuação, se fosse dado como um reboot ou remake, não faria diferença alguma. Posando como inteligente, sua autoconfiança o torna num filme que já vimos diversas vezes antes, algumas até mesmo nessa própria franquia.
O pior dos 3 filmes da série. Enredo simples, que tenta ser impactante, mas não consegue. Nenhuma cena que fizesse o público dar aquele suspiro ou prender a respiração, reviravoltas forçadas, cenas de humor fracas, e um romance forçado. Comparado a 'O Código da Vinci' e 'Anjos e Demonios', ficou muito atrás mesmo. Vale a pena por ser mais um filme da franquia dos livros de Dan Brown, e por explorar, ainda que superficialmente os contos de Dante.
mais do mesmo DanBrown Mesmo esquema dos filmes anteriores só que com roupagem diferentes: personagens cenário etc sempre tem aquela reviravolta na trama só que desta vez a atriz que acompanha o Langdon é a melhor de todas Tom Hanks é um ator sensacional Só fui assistir esse filme por causa dele
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