Média
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Este filme é simplesmente Incrível , o enredo abordado é atual e profundo com leves toques de romance torna o filme menos apocalíptico e mais humano , na minha opinião foi um filme muito melhor que o seu antecessor , Anjos & Demônios , pela forma abordada dos membros envolvidos na trama , trilha sonora muito boa , efeitos especiais incríveis e para os mais conspiradores , possui uma mensagem subliminar que é própria do filme para que possa entender o enredo todo , meio confuso mais não deixa de ser incrível .
Um dos melhores filmes do ano em minha opinião .
Um dos melhores filmes do ano em minha opinião .
Na minha modesta opinião, a adaptação cinematográfica mais fraca dos 3 suspenses do professor Robert Langdon.
É um filme que leva o espectador a ter a sensação de que vai assistir a mais um mistério cheio de enigmas indecifráveis, mas logo o fã se decepciona, pois o seu herói é um inútil sem memória. Apesar de estar classificado como suspense, passa longe. Tudo é muito sem graça. Quem gostou foi o público cativo dos filmes de terror. O mais grave desse desastre cinematográfico é dar ideia, para algum fraco de cabeça, que o vilão do filme tem razão.
Para quem leu o livro o filme é uma decepção completa, um insulto horrendo ao autor, alem de cortar varias ocorrências chaves no decorrer da trama o final foi deturpado pelo diretor e muda completamente a opinião do autor com relação ao tema, como filme no geral ele não peca em muitos quesitos mas como adaptação literária é um fiasco e considero que o filme foi censurado pelos produtores, tendo erradicado a opinião do autor.
Uma pena o livro ser tão exelente e o filme uma decepção.
Aconselho a lerem o livro.
Uma pena o livro ser tão exelente e o filme uma decepção.
Aconselho a lerem o livro.
No filme O Código Da Vinci (2006), baseado no livro de Dan Brown, foi criada uma fantasia inverossímil sobre o Santo Graal e seu significado, avidamente abocanhada pelo público, que não aproveita as oportunidades para examinar e analisar tudo o que lhe é apresentado. As noções sobre a existência do Graal são bem remotas. Os povos antigos que mantiveram a ligação com a Luz da Verdade tinham conhecimento do cálice depositário da chama vermelha que nutre e mantém tudo o que foi criado.
Em Inferno, filme dirigido por Ron Howard e também baseado no romance de mesmo nome de Dan Brown, há uma trama muito bem engendrada, que prende a atenção com vários enigmas que instigam a curiosidade. No fundo há as ameaças decorrentes da superpopulação e seu rápido crescimento, e a decadência progressiva da humanidade materialista, sem visão mais elevada. Como se resolve isso? Com a criação de cenários acomodatícios como fazia Sims (Irrfan Khan) e seu grupo? Com guerra? Terrorismo? Peste?
A Criação e a vida seguem leis invisíveis e inflexíveis. Com sua livre vontade a humanidade e os indivíduos traçam o seu destino produzindo as consequências, conhecida como lei da reciprocidade, ou em linguagem mais simples e natural, a colheita. Os humanos não alcançaram a esperada evolução espiritual e se acorrentaram à Terra. Bilhões de espíritos imaturos buscam uma nova encarnação. Buscar a Luz da Verdade levaria ao saber real, mas a humanidade é sofisticada demais para buscar a clareza na simplicidade e naturalidade. Então surge aquele grupo radical comandado pelo bilionário Bertrand Zobrist (Ben Foster) que considera a humanidade como a doença e o inferno como a cura. Ele quer pegar os fios do destino da humanidade com as próprias mãos, sem perceber o grande processo em andamento, e as coisas vão se encaminhando em ritmo de suspense e aventura, mas o que está em jogo é o destino da humanidade, que sempre vai se acomodando, empurrando os problemas como pode, sem querer compreender a real situação gerada por ela mesma, compreender as causas, assumir responsabilidade, encontrar a solução, preferindo deixar para o professro Robert Langdon (Tom Hanks) a solução dos problemas.
Em Inferno, filme dirigido por Ron Howard e também baseado no romance de mesmo nome de Dan Brown, há uma trama muito bem engendrada, que prende a atenção com vários enigmas que instigam a curiosidade. No fundo há as ameaças decorrentes da superpopulação e seu rápido crescimento, e a decadência progressiva da humanidade materialista, sem visão mais elevada. Como se resolve isso? Com a criação de cenários acomodatícios como fazia Sims (Irrfan Khan) e seu grupo? Com guerra? Terrorismo? Peste?
A Criação e a vida seguem leis invisíveis e inflexíveis. Com sua livre vontade a humanidade e os indivíduos traçam o seu destino produzindo as consequências, conhecida como lei da reciprocidade, ou em linguagem mais simples e natural, a colheita. Os humanos não alcançaram a esperada evolução espiritual e se acorrentaram à Terra. Bilhões de espíritos imaturos buscam uma nova encarnação. Buscar a Luz da Verdade levaria ao saber real, mas a humanidade é sofisticada demais para buscar a clareza na simplicidade e naturalidade. Então surge aquele grupo radical comandado pelo bilionário Bertrand Zobrist (Ben Foster) que considera a humanidade como a doença e o inferno como a cura. Ele quer pegar os fios do destino da humanidade com as próprias mãos, sem perceber o grande processo em andamento, e as coisas vão se encaminhando em ritmo de suspense e aventura, mas o que está em jogo é o destino da humanidade, que sempre vai se acomodando, empurrando os problemas como pode, sem querer compreender a real situação gerada por ela mesma, compreender as causas, assumir responsabilidade, encontrar a solução, preferindo deixar para o professro Robert Langdon (Tom Hanks) a solução dos problemas.
Sem dúvida o melhor dos três filmes, em cenários espetaculares europeus, a qualidade dos protagonistas e direção promovem diversão garantida.
Filme mudou muito com o roteiro original do Livro, os acontecimentos do filme muito acelerado! não respeitaram a historia do livro!
Um bom filme, rodado em um belo cenário e uma história que prende a atenção e conta um elenco muito bom.
No início fica meio complicado, mas em pouco tempo ele entra em um bom ritmo e agrada bastante.
No início fica meio complicado, mas em pouco tempo ele entra em um bom ritmo e agrada bastante.
O filme é bom, bem produzido e com ótimos atores e atrizes, destacando-se Tom Hanks, Felicity Jones, Bem Foster e Omar Sy. A história, enredo, roteiro e direção é que não criaram nada de novo. A ação é muito acelerada e as explicações ficam a reboque. Só Robert Langdon, personagem principal de Tom Hanks, consegue interpretar os sinais, os expectadores ficam a ver navios. Como em o Código Da Vinci e Anjos e Demônios, é mais uma caça ao tesouro em busca de solucionar problemas que colocarão a humanidade em perigo. Vale a pena pela falta de bons espetáculos.
Show de bola!
muito intenso e eletrizante até o fim, com um final surpresa, que venha o próximo filme.
muito intenso e eletrizante até o fim, com um final surpresa, que venha o próximo filme.
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