Mogli - O Menino Lobo
Média
4,3
1598 notas

92 Críticas do usuário

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Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de julho de 2017
Um dos melhores filmes que mesclam desenho com realidade, a história ainda emociona e os personagens cativam.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de abril de 2016
Bela interação live action com computação gráfica, ótimos efeitos e uma história realista sem perder a essência do original.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2016
O novo filme fofinho da Disney parte da adaptação do clássico livro de Rudyard Kipling que vai retratar a história do menino que foi criado por uma alcateia de lobos. Em "Mogli - O Menino Lobo" (The Jungle Book), adaptação direta da animação de 1967, o diretor Jon Favreau (Homem de Ferro 1 e 2) consegue repassar toda a beleza do clássico sem perder a exatidão plena da computação gráfica (que é espetacular), desde a primeira sequência do longa que mostra a corrida dos lobos, o espectador consegue perceber a maestria no CGI que consegue mascarar a fantasia do real de forma crível. A relação do menino Mogli com os animais é real (mesmo que não seja) e você compra a ideia, o menino (Neel Sethi) que ficou órfão de pai é encontrado por uma pantera chamada de Bagheera (Ben Kingsley) que o leva até uma alcateia de lobos que o cria como um filho, no entanto, Mogli precisa fugir devido as ameaças de um Tigre (Shere Khan), que está disposto a destruir os lobos até encontrar o menino. Nessa aventura, Mogli parte em sua jornada para encontrar seu povo, só que, toda a jornada tem seus contratempos, e são nessas pausas que ele encontra seu melhor amigo, o urso Baloo (Bill Murray), mostrando que a vida precisa, apenas do necessário, além de cantar a musiquinha nostálgica "Necessário, somente o necessário". Toda essa caminhada do protagonista nos leva por um mundo fascinante de realidade virtual, onde o único elemento real é o jovem Sethi, que faz uma atuação perfeita do menino lobo, precisando encarar altos perigos além do tigre, como a Cobra Kaa (Scarlett Johansson) e o Rei Gorila Louie (Christopher Walken). Sem mistério nenhum, Favreau constrói e dirige seu filme como um espetáculo visual que vai entreter crianças e adultos de todas as idades.
Marcelo M.
Marcelo M.

14 seguidores 56 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de maio de 2016
Eu não assisti ainda e darei uma pontuação alta, por quê? Opa, nem eu sei o porquê dessa pontuação. Capaz que deve ser legal.......................kkkkkkkkkkkkkkkk, fora pt...assis sp brasil
Carlos Henrique S.
Carlos Henrique S.

13.791 seguidores 809 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de dezembro de 2018
Mogli o menino lobo é uma história já conhecida por muitos e que a Disney vem fazendo Live Actions de histórias animadas como de exemplo temos a bela e a fera e Cinderela lançados nos últimos anos,o que surpreende é a qualidade que a empresa tem em tudo que faz e aqui a qualidade é altíssima.Dirigido pelo muito competente Jon Fravreau que tem no currículo os dois filmes Homem de Ferro,ele tem um trabalho muito minucioso em diversos aspectos principalmente visualmente que é um show a parte.O único a não ser artificial é o Neel Sethi que tem um carisma muito bom e carrega perfeitamente o filme com uma boa atuação o que surpreende por ser seu primeiro longa.O trabalho de voz é algo a se destacar também,temos Bill Murray,Idris Elba,e Scarlett Johansson no trabalho de dublagem.Enfim o grande sucesso é muito merecido por todo seu trabalho muito bem feito por diversas partes,da atuação ao bom roteiro e o CGI deslumbrante e muito bem executado ao ponto do público não perceber que tudo foi gravado em estúdio.
Lucas Alcântara
Lucas Alcântara

14 seguidores 49 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2016
Apesar de ser um bom ator, ao longo de toda sua carreira o diretor Jon Favreau acabou comprovando que em toda sua trajetória conseguiu atingir um nível maior de talento na direção de grandes produções, e não como atuação. O americano que já dirigiu grandes sucessos de blockbuster como os dois primeiros longas da trilogia Homem de Ferro (2008 e 2010) e Um Duende em Nova York (2002) dessa vez volta para os estúdios Disney para trazer de volta aos ares do século XXI o Menino Mogli. O diretor que abriu o Universo Cinematográfico da Marvel com chave de ouro repete o feitio com o Menino Lobo.

O longa, adaptado do livro The Jungle Book de Rudyard Kipling, conta a trajetória de Mogli (Neel Sethi), criado nas selvas por lobos mas que agora terá que voltar para a Vila dos Humanos já que o tigre Shere Khan (Idris Elba) ameaça a sua segurança. Numa peregrinação por toda a floresta, Mogli, na companhia de Bagheera (Ben Kingsley), verá que a natureza não é tão inocente quanto aparenta ser.

Não é novidade trazer os clássicos de animações, que em sua maioria foram originalmente adaptados pela Walt Disney, para os dias atuais. A Branca de Neve já passou pela repaginação no longa da Universal A Branca de Neve e o Caçador (2012). Alice também não foge da moda: nas mãos de Tim Burton mas ainda nos estúdios Disney, a moça com imaginação fértil voltou para as telonas no live action Alice in the Wonderland (2010). E até Tarzan entra na rede, com o longa A Lenda de Tarzan, atualmente ainda nos cinemas, produzido e distribuído pelos estúdios da Warner Bros. e dirigido por David Yates. Então realmente não foi de grande surpresa a volta de Mogli para os cinemas numa versão live action.

Apesar de ser versão de live action, o longa em geral só conta com um ator de verdade: Neel Sethi, protagonizando Mogli. O resto do elenco só dão as vozes aos animais feitos de CGI. CGI este que, apesar de falhar em alguns pontos — como deixar o malévolo tigre Shere Khan transparente em uma de suas cenas iniciais —, torna-se crível — mesmo sendo, visivelmente, feitio da tecnologia.

Apesar dos animais serem merecedores de todo o CGI, o cenário é o ponto mais alto quando se trata da tecnologia no recente filme de Favreau. Obviamente, a ambientação é cem por cento cinematográfica; contudo, apesar disso, em nenhum ponto esse fator se torna negativo ou duvidoso, não deixando o cenário superficial. Dá para acreditar que a história se passa literalmente na selva.

A crença de que todos os elementos presentes feitos de CGI são reais se devem mais a um dos únicos atores: Neel Sethi, que apesar de em alguns pontos não contar com certa convicção de voz, faz um excelente trabalho de corpo e carrega consigo ótimas expressões faciais.

Quanto ao visual dos animais, mesmo que estes tenham a capacidade de falar, Favreau optou por usar um visual mais realista, afastando-se completamente da animação original de 1967. Apesar disso, o espírito de Mogli — O Menino Lobo ainda está lá, e é encabeçado principalmente pelas músicas — apesar de pouco presentes — que fazem jus ao longo original, no qual se inspiram.

É visível que Jon Favreau, além de ter como intuito contar uma história infantil, usa elementos de aventura para atrair o adulto. Prometendo uma atmosfera aventuresca, o filme cumpri com o objetivo. Porém, somente em seu roteiro, de Justin Marks. A direção de Favreau acaba não cumprindo o que promete e se torna na maioria das vezes metódica, lenta e nada interessante. Se não fosse pelo Menino Mogli e pelas cenas de ação nas quais Favreau recupera o ritmo, o público adulto poderia facilmente dormir na poltrona.

Apesar disso tudo, o público alvo são as crianças, e não há como elas se deleitarem com todo o visual e a dinâmica presente na narração. Apesar da narrativa lenta, o público adulto também pode tirar proveito do filme: dos que acompanharam, na infância, a animação de 67 — da caracterização as canções é um mar de nostalgia. E a mensagem que Marks e Favreau transmitem — que é que, apesar de tudo, os humanos civilizados são bastante semelhantes aos animais selvagens.

Nota: 8,7/10
Bader
Bader

11 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de abril de 2016
A evolução da técnica cinematográfica é sempre impressionante, e este filme assombra e encanta pela qualidade das imagens e da representação dos personagens. Além do mais, o filme tem um bom argumento: o menino perseguido por ser diferente, mas que consegue impor-se através de sua inteligência. Vale como ótima diversão.
Victor M.
Victor M.

10 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de abril de 2016
O filme traz toda a magia da Disney para os olhos de quem ve, de uma maneira encantadora, com um CGI impressionante que passa uma sensação de realidade imensa! A escala dos personagens é encantador, deve-se ver o filme em Imax 3D e Legendado
Renan P.
Renan P.

9 seguidores 19 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de abril de 2016
O filme começa meio parado e com uma atuação não muito convincente do ator mirim que faz o Mogli,mas com desenrolar da trama,personagens secundários e um enredo bem produto,deixam a trama muito boa,dando destaque para a pantera e o urso que tornam-se uma mistura muito interessante de tutores como se fosse o papel de uma mãe e de um pai,o tigre que é o grande vilão da história se saiu de forma excelente cumprindo muito bem o seu papel,é de destaque também a grande batalha final,que é de se tirar o fôlego,com uma dose enorme de emoção! E pra não esquecer que efeitos de computação hein,os animais excepcionais,noooossa
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de outubro de 2017
"Mogli: O Menino Lobo" é um longa repleto de ternura, sensibilidade e intensidade. A película é bem executada, marcante e consegue trazer a magia de Walt Disney de volta as telas.
Uma verdadeira viagem ao coração da selva e suas maravilhas. Apesar da história ser relativamente simples, de Mogli vendo-se obrigado à sair da selva, tudo o que acontece no processo, enriquece o filme e o torna interessante e cativante. Ótimo filme para encantar as crianças visualmente, para matar a saudade dos mais velhos e para todos aqueles que adoram contos, animais e fãs da Disney.
Curiosamente, um filme praticamente desprovido de seres humanos, mas repleto de humanidade.
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