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Carlos Henrique S.
13.791 seguidores
809 críticas
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4,0
Enviada em 7 de fevereiro de 2019
Stephen Hawking certamente foi uma das mentes mais brilhante que a terra já viu,e esse filme veio baseado em um de seus livros.Basicamente a película fala da vida do Stephen desde seus 21 anos quando descobriu a doença degenerativa e vai abordando gradativamente sua vida que envolve a doença e sua esposa e seus filhos.O diretor escolhido para comandar é o James Marsh que tem seus méritos aqui,ele não se arrisca muito na narrativa mas não entrega algo formulaico e altamente genérico como muitos,algo positivo mas que deixa uma impressão de que se arriscar um pouco mais poderia render algo melhor.No elenco não tem pra ninguém,Eddie Redmayne tem a melhor atuação de sua carreira.É notável o grande trabalho na questão física e o jeito de agir e falar que torna algo muito fluido e gostoso de se assistir,no restante a que tem maior participação é a Felicity Jones que está bem e transmite a sensação de amor mas que vai se desgastando devido a questões de necessidades que não são possíveis por parte do Stephen.A fotografia é linda e mescla em momentos com ambientes góticos e outros com textura amarelada e meio verde que deixa o visual dinâmico.O roteiro não é arriscado e portanto é sucinto em boa parte.A Teoria de Tudo é um filme visualmente bonito que tem uma narrativa convincente e uma esmagadora atuação de Eddie Redmayne.
O que vale cinco estrelas nesse filme é a atuação estupenda de Eddie Redmayne, na pele de Stephen Hawking. E a justiça foi feita com o prêmio de melhor ator no Oscar 2015. Eddie além de segurar o filme sozinho, conseguiu confundir até a mente brilhante de Hawking numa comparação de fotos entre eles. Felicity Jones desempenha um bom papel como a primeira mulher do físico, dando carinho a uma história de dificuldades e superação.
Um filme para se surpreender. Pelo menos pra quem não conhecia ao fundo a história desse gênio da ciência moderna. Mesmo atraído por uma trama que não aconteceu (achei que o filme falaria da história do aluno que se torna professor com uma gravíssima doença no meio), me envolvi com a trama roteirizada por Anthony McCarten através dos relatos da mulher do protagonista. Sigo por essas linhas destacando dois pontos altos do filme: o bom humor e o ator Eddie Redmayne. - o bom humor: o filme tinha tudo para ser um drama de arrancar o coração até do mais duro ser humano, mas enfatizou o bom humor que Hawking teve durante todo o processo em que a doença foi se agravando, aliviando a tensão durante cenas fortes como ao vê-lo descendo da escada ou tentando subir. - Eddie Redmayne: o Globo de Ouro ele já venceu e não temos dúvidas que o Oscar virá. Se Helen Mirren venceu o Oscar em 2007 por interpretar a Rainha Elisabeth em "A Rainha" e Matthew McConaughey venceu ano passado por "Clube de Compras Dallas", não vejo dúvidas e nem buracos negros que possam interferir na vitória de Redmayne que 'ganhou' um elogio do próprio Stephen que afirmou que em certos momentos do longa se via no lugar do ator devida à perfeição da atuação. A Teoria de Tudo conta, emociona e nos faz pensar, afinal, "Enquanto há vida, há esperança".
Confesso que eu sabia muito pouco sobre a história de Stephen Hawking, e agora que eu conheço passei a admirar esse homem que se mostrou um lutador e sua esposa Jane que topou enfrentar essa batalha com seu marido. Mas o que mais surpreende no filme é a atuação brilhante de Eddie Redmayne, quem assiste o filme e olha unicamente para a atuação de Redmayne chega a o confundir com o próprio Stephen. Se o próprio Stephen ao ver o filme chegou a pensar que Eddie era ele quem somos nós para contestar. A novata Felicity Jones também foi ótima interpretando a mulher de Stephen, o que faz com que passemos a prestar mais atenção em seus próximos filmes. A Teoria de Tudo é uma lição de vida. Uma prova de que não importa o quão ruim a vida esteja, a esperança permanecerá, porque nas palavras do próprio Stephen Hawking: "Enquanto houver vida há esperança."
Nos mesmos moldes de "O Jogo da Imitação", A Teoria de tudo é outro filmaço, o biografado da vez é Stephen Hawking, um dos mais consagrados cientistas da história. Só gostaria que o filme fosse um pouco mais focado em sua vida "cientifica", pois a sua vida amorosa torna-se de certo modo a essência do filme, o bom é que a opção foi bem executada. 5 Estrelas
O que não me faz dar a nota máxima a esse filme é o fato da atriz Felicity Jones não ter uma interpretação convincente e sempre apresentar a mesma fisionomia independente da situação, contudo o filme se torna melhor por que Eddie Redmayne nos passa a sensação de que ele é Stephen Walking. spoiler: Pode causar frustração o fato do filme representar mais a vida conjugal e não as descobertas de Walking e sua vida acadêmica, mas não achei um problema.
A teoria de tudo, muito bom. Oscar mais do que merecido. O protagonista arrebentou com uma interpretação de gala. Aborda algo não muito comum em filmes, deficientes físicos.
Interpretação sensacional!! História de vida que vale a pena ver para se inspirar, embora o principal enfoque não sejam os feito acadêmicos de Hawking.
Apelando para o romance, e o primeiro ato funciona bem graças à boa química entre os atores, a direção deixa de focar o lado brilhante de Hawking ao passo em que apresenta um angustiante triângulo amoroso.
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