A Teoria de Tudo
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4,5
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Jhonathan C.
Jhonathan C.

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4,5
Enviada em 3 de maio de 2015
São poucos os documentários que nos fazem emocionar. Stephen Hawking é um dos maiores físicos (senão o maior) do mundo. Vemos isso não só pelas teorias abordadas por ele, mas sim pela ousadia e força de vontade. Mas o foco deste filme vai mais para a vida íntima de Hawking, baseada na nas informações da ex esposa dele, Jane. O filme foca o romance dos dois, que por sinal ficou incrível, destacando principalmente as atuações de Eddie Redmayne (no papel de Hawking) e Felicity Jones (no papel de Jane). A Teoria de Tudo é um filme leve, simples, emocionante e que de alguma forma sairemos com alguma mensagem.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 19 de outubro de 2015
Um gênio indomável,com uma mente brilhante.Dessa forma podemos analisar o ambicioso jovem Stephen Hawking (Eddie Redmayne).A Teoria de Tudo é um dos mais completos filmes do ano.A história é simples,e não força nenhuma super inteligência para poder entender.O foco principal é o relacionamento entre os jovens Stephen e Jane (Felicity Jones).Que rapidamente se apaixonam em um único olhar.Daí começam a somar forças,fazendo com que os seus sonhos sejam realizados.Mais por uma triste ironia do destino Stephen sofre um terrível acidente,e a partir desse momento ver a sua vida entrar em uma profunda depressão.Pois não mais irá realizar o que mais sabe de melhor,a física e seus elementos.Stephen é um super talento,principalmente ao redor de seus amigos,onde se destaca por sua incrível rapidez intelectual.Já Jane ,é um pouco mais acatada,e não gosta muito de se expor,principalmente quando está ao redor da família de seu marido.E com o acidente,ela meio que se sente indecisa sobre o fato de realmente está junto de Stephen.A indecisão de Jane é interessante,pois ela não sabe mais o que fazer,e no meio da história entra Jonathan (Charlie Cox),que vai embolar ainda mais a trama.Eddie Redmayne está sensacional,faz o filme tomar um rumo diferente após seu acidente,e se mostra perfeito até o fim.Grande aposta para o Oscar!
Eduardo Santos
Eduardo Santos

340 seguidores 183 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2015
Mesmo quem não é cientista ou familiarizado com as teorias brilhantes de Stephen Hawking conhecem a figura deste gênio. Um homem com uma mente extraordinária presa a um corpo frágil. Nunca li nenhum de seus livros, mas a fama de Hawking é algo excepcional. Este filme mostra Hawking ainda jovem na universidade, seus estudos envolvendo a teoria do Big Bang, buracos negros e a origem do universo; seu relacionamento com sua futura esposa desde as trocas dos primeiros olhares até o casamento e a geração de 3 filhos; e, claro, a terrível descoberta da temível esclerose lateral amiotrófica, uma doença degenerativa que aos poucos vai paralisando os movimentos de todos os músculos do corpo, não afetando o cérebro. O filme não se aprofunda nas teorias de Hawking, e foca mais na jornada pessoal do físico e em como a doença afeta sua vida e a de sua esposa. O elenco é muito bom. Embora eu particularmente não seja fã do ator Eddie Redmayne (já que ele fez bons filmes como Sete Dias com Marilyn e Os Miseráveis, mas suas interpretações sempre me pareceram apáticas, sem vigor), é inegável que sua dedicação e entrega a este filme seja realmente impressionante. Não acho que ele mereça tantos prêmios como tem recebido (incluindo aí o Bafta, o Globo de Ouro e o SAG), pois outras interpretações de atores mais consistentes como Benedict Cumberbatch e Michael Keaton tenham minha preferência, apesar de achar que não necessariamente essas premiações a Redmayne sejam injustas. Sua transformação aqui é deveras impactante. Mas percebe-se uma certa irregularidade, principalmente no começo do filme, já que sua performance só ganha força com o advento da doença de Hawking. Enfim, gosto pessoal. Já Felicity Jones brilha o tempo todo, e sua interpretação me pareceu bem mais regular. E será que só eu vejo uma similaridade física da atriz com a Anita de Mel Lisboa nos áureos tempos? Bem, isso é irrelevante. O que é interessante em sua interpretação são as nuances, o amor que ela sente por Hawking desde o primeiro olhar e como isso vai se desgastando com o tempo no decorrer da película, devido às grandes dificuldades e peso que recaem sobre ela por causa de suas escolhas. No mais, o filme tem qualidades técnicas claras, mas sofre do mal que ocorreu ainda mais claramente em O Jogo da Imitação. É um drama biográfico que segue a velha fórmula do cinema: bonito, impactante, mas que não mostra nada realmente novo, e não se aprofunda na genialidade das figuras retratadas. A Teoria de Tudo é um filme belíssimo, mas que não ousa fazer algo diferente, o que não necessariamente é ruim. E nesta fórmula, o roteiro teima em abusar do sentimentalismo, criando aquelas cenas grandiosas, de grande impacto emocional, mas que soam forçadas. Ainda assim, este filme é especial pela figura de Hawking, mostrando uma baita lição de vida. Digo isso porque embora ele sofra de um mal terrível, em grande parte do tempo ele consegue usufruir de sua vida cheia de limitações da melhor forma possível. Bom humor, empatia e ponderação fazem parte do seu estilo de viver, nunca perdendo essas características, apesar de todas as limitações físicas, e isso é no mínimo louvável. E o filme também o é por mostrar isso de maneira tão clara e bela.
Barbara Martins
Barbara Martins

34 seguidores 18 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
O olhar, os movimentos, o tom da voz: Eddie Redmayne em sua melhor forma na pele do personagem mais complexo de sua carreira. Mas falar de complexidade em A Teoria de Tudo é uma contradição, porque no longa prevalece a simplicidade, a despretensão, a sensibilidade. Uma bela forma de retratar a vida de um gênio que não se deixou destruir por uma doença que tinha potencial para tanto. Com um diagnóstico precoce de esclerose lateral amiotrófica, doença que gradativamente impossibilitou-o de mover-se e falar, o físico e cosmólogo Stephen Hawking tem uma história, no mínimo, inspiradora, que inclui amigos e parentes que se mantiveram sempre ao seu lado. Para representá-los, um ótimo elenco e uma fluidez que permite passarmos por várias etapas da vida de Hawking sem aquela sensação de cansaço comum a filmes que pecam pelo exagero. Com um senso de humor certeiro e equilibrado, o longa transcorre com leveza, apesar das cenas que expõem os acidentes e a dificuldade crescente do físico desde o descobrimento da doença. A fotografia se apresenta na forma de uma iluminação delicada, característica do filme como um todo, que parece fundir-se com a fragilidade do próprio protagonista.
As pesquisas de Hawking sobre o tempo e os aspectos que o envolvem dentro da cosmologia poderiam ter guiado o longa em uma direção mais calculista e metódica, se não fosse o equilíbrio perspicaz entre o homem e sua criação. Aliás, o trabalho do estudiodo está especialmente ligado ao desfecho, que é de uma sensibilidade como há muito não via e uma confirmação da obra bem estruturada que é "A Teoria de Tudo". Todos os elementos, da trilha sonora às locações, formam uma unidade, homogênea e atenta a pisar sobre os passos de Hawking, mesmo quando este já não podia fazê-lo.
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de março de 2015
Durante uma entrevista realizada ao jornal inglês Daily Mail para divulgar o filme “A Teoria de Tudo”, a atriz Felicity Jones afirmou o seguinte: “eu leio sobre esses grandes homens que fizeram história e sempre terá uma grande mulher por trás de tudo fazendo o trabalho tedioso e menos glamoroso que mantém tudo funcionando. Essas mulheres não deveriam permanecer invisíveis”. Ela se referia, principalmente, à Jane Hawking, personagem que ela interpreta no filme, e que veio a ser, durante os 30 anos mais importantes da vida do cosmólogo britânico Stephen Hawking, a sua esposa.

“A Teoria de Tudo” é justamente baseado no livro de memórias que foi escrito por Jane sobre o período em que ela conviveu com uma mente tão brilhante como a de Stephen. Ao assistirmos ao filme, fica a certeza de que, mais do que o relato sobre como Stephen Hawking superou todas as dificuldades que lhe foram impostas pela ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica), doença degenerativa com a qual ele foi diagnosticado em meados dos anos 60, para se transformar em uma das mentes mais proeminentes no que diz respeito ao estudo do tempo e da criação do universo; este é um filme sobre o sacrifício que Jane se impôs ao escolher se casar com Stephen.

Jane Hawking colocou a sua vida (profissional, principalmente) por completo, em segundo plano, de forma a poder proporcionar à Stephen Hawking uma vida plena, dentro de suas limitações. E que plenitude os dois tiveram (vivenciaram): criaram 3 filhos, viajaram e se divertiram – ao mesmo tempo em que Stephen, com o apoio de Jane, também teve toda a rede de suporte para enfrentar a sua doença e alcançar tudo aquilo que ele sempre imaginou, em termos de seu trabalho científico. Entretanto, “A Teoria de Tudo” é também muito sincero ao retratar que uma vida de sacrifício pessoal sempre coloca uma sombra diante de quem faz essa escolha, na medida em que existe o ressentimento por parte de Jane de não ter tido a coragem de brigar pela sua própria felicidade e realização pessoal.

Chega a ser acalentador que um filme com um sentimento tão denso não caia no terreno da angústia e da tristeza sem fim. Isso acontece porque Jane se sentia plenamente confortável com o que escolheu e porque Stephen tinha a plena consciência de (ou a sensibilidade de perceber) que sua esposa precisava de um tempo para ela mesma. Apesar dessa não ser uma história com um típico final feliz hollywoodiano, “A Teoria de Tudo” se destaca pela perfeita interação entre o seu casal central de atores: a já citada Felicity Jones (indicada ao Oscar 2015 de Melhor Atriz) e Eddie Redmayne (vencedor do Oscar 2015 de Melhor Ator). São eles, com a ajuda da bonita trilha sonora composta por Jóhan Jóhansson, que nos levam numa viagem pelos altos e baixos de um relacionamento peculiar, mas que representa bem o verdadeiro significado da palavra amor; afinal, mais do que ceder, sacrificar e renunciar; amar de verdade significa também saber o momento certo de saber partir e de deixar para trás.
Alexandre S.
Alexandre S.

153 seguidores 116 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Um belíssimo filme que conta como Stephen Hawking (esplêndido na atuação de Eddie Redmayne, meu favorito ao Oscar, por mais que goste de Michael Keaton), logo após a descoberta da ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) e segue não só suas pesquisas como também sua vida com a primeira esposa,Jane, com a também muito bem no filme Felicity Jones. Um filme que você imagina um drama daqueles de não conseguir parar de chorar, afinal, logo após o diagnóstico de ELA, os médicos dão a Hawking 2 anos de vida. E ele se encontra vivo até hoje. Vale uma visita ao cinema. #oscar2015
Miguel Neto
Miguel Neto

75 seguidores 99 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Isso sim é filme para ganhar Oscar.
Fiquei bastante decepcionado quando soube que, segundo os críticos, o filme do ano seria Birdman, esse filme supera em tudo seu concorrente.
Em primeiro lugar é uma história de superação (ponto para ganhar Oscar), em segundo lugar a interpretação de Eddie Redmayne é fantástica, dificilmente da para acreditar que não é o próprio Hawking na tela, ou no mínimo que o ator não está doente de verdade. Por último é uma linda história de amor, o incentivo e a dedicação de sua esposa são capazes de comover até uma pedra. Se não bastasse, a ambientação, o roteiro, o figurino são fantásticos.
Vamos aguardar as estatuetas que com certeza virão.
Carlos Eduardo P.
Carlos Eduardo P.

36 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de fevereiro de 2015
Gostei muito. Excelente atuação do elenco. Quando termina, as pessoas não levantam imediatamente da cadeira, cabendo uma reflexão a respeito do que foi assistido. Gostei muito mesmo. Mais do que indicado.
Ana Paula S.
Ana Paula S.

62 seguidores 60 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de março de 2016
Adorei o filme, uma história de vitória e de motivação... Porém pra mim,a verdadeira heroína, é Jane, sem ela Eddie não teria tido a mesma motivação de vida, ela trouxe esperança e alegria para a vida dele. Sem ela, talvez ele não tivesse sido quem foi. Ela foi uma guerreira por ama lo e cuidar dele, passando por cima de todas as dificuldades. Uma dos motivos que prolongam a vida humana é a felicidade, alegria, e sem Jane, Eddie não chegaria onde ele chegou. Ela deu tudo a ele!
Luiz C.
Luiz C.

49 seguidores 36 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de março de 2015
Tempo, mano velho!

Já parou pra pensar que, em absolutamente tudo em nossas vidas, somos dependentes do tempo? O relógio comanda cada ato do ser humano, governa cada pensamento, aponta cada direção, seleciona cada intenção. Acordamos, comemos, estudamos, trabalhamos, nos divertimos, dormimos, tudo em função do tempo. Tem hora que você até acredita que está com as rédeas nas mãos, mas não... o reloginho está ali, na parede, no pulso, no celular, lhe mostrando quem é que manda nesse lugar. Porém, o filme “A Teoria de Tudo”, do diretor James Marsh, vem pra demonstrar com todas as letras que esse tempo é relativo, não é uma verdade universal. Segundo renomados cientistas, e conhecendo um pouco da Teoria da Relatividade, percebe-se que esse tempo pode ser mais rápido ou mais lento. Vai depender de tudo a sua volta, claro. Uma aula chata de duas horas daquele professor aloprado é bem maior do que duas horinhas no clube naquele sábado ensolarado. Sessenta segundos de um abraço apaixonado é pouco demais se comparado ao mesmo tempo de espera na linha telefônica, entendiado.

Dentro desse papel temporal, “A Teoria de Tudo” traz uma história de amor e superação capaz de te deixar emocionado do início ao fim, refletindo como o tempo é um verdadeiro paradoxo, às vezes belo e azul, às vezes cinza e traiçoeiro. O longa mostra a trajetória do talentoso inglês Stephen Hawking (Eddie Redmayne), que está no auge de sua vida acadêmica e iniciando um romance com a jovem Jane Wilde (Felicity Jones), quando descobre, na década de 60, aos 21 anos, ter uma doença motora degenerativa. Nesse diágnóstico, que mais parece uma sentença de morte, o ainda estudante sofre o baque, resolve abandonar tudo e se entregar. Mas é a sua namorada e futura mãe de seus três filhos que lhe dá forças para continuar, e não importava quanto tempo esse tal tempo iria contabilizar. Dentro desse pensamento e de todo o drama vivido por um gênio que desenvolveu teorias sobre o tempo que são estudadas e reavaliadas até hoje, o ator Eddie Redmayne (que já tinha chamado a atenção do público no musical “Os Miseráveis”, de Tom Hooper) emociona e convence no papel de Hawking, fazendo jus ao Oscar de Melhor Ator que ganhou neste ano.

Dá pra imaginar? Os médicos lhe tinham dado apenas dois anos de vida, mas, por ironia do destino e do tempo, esse louco e insano método de se contar a vida, Hawking continua vivo até hoje, aos 73 anos, com status de gênio/celebridade e com direito a ter na bagagem o livro “Uma Breve História do Tempo” publicado, com milhões e milhões de cópias vendidas pelo mundo.

Um grande amor pode ser confundido com paixão e durar uma semana. Uma avassaladora paixão pode se multiplicar e, num piscar, se transformar em amor até a vida acabar. Eu queria cronometrar a sensação de um carinho de mãe, a mordida do chocolate suíço que te faz até os olhos virarem ou o mais intenso transe do gozo na hora da transa, a forma mais profunda de amar. Queria entender qual a diferença do tempo entre a inconsolável dor de chutar o dedo mindinho na quina do armário e aquela maravilhosa golada numa long neck de cerveja estupidamente gelada. “O tempo é a minha resposta”, diz o intelectual, rimando com toda essa teoria surreal. No doce balanço do movimento atemporal, a única certeza que tenho é que, todos os dias quando acordo, não tenho mais o tempo que passou... Esse tempo, tempo, mano velho, que falta um tanto ainda, eu sei. Assim, só me resta deixar ele correr macio!
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