A Teoria de Tudo
Média
4,5
4932 notas

444 Críticas do usuário

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Leonardo O.
Leonardo O.

13 seguidores 9 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2015
fazia tempo que não me emocionava com um filme! fantástico!
Anne S
Anne S

13 seguidores 65 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de agosto de 2017
Sim, biografias não são contadas ao pé da letra no cinema. Porém, "A Teoria de Tudo" nos mostra muito do que foi público durante anos, de uma forma sutil, sem correria e verdadeira. Também nos mostra o lado do pilar desse homem, Stephen Hawking. Sim, sua doença é inglória. Sua personalidade complexa. E Jane Wilde estava lá, durante todo o tempo realmente importante. Guerreira. Se adaptando ao espantoso da situação. Ela o amava, e não queria que o pouco tempo fosse desculpa para descarta-lo. Descobre-se cansada, com 3 filhos, sobrevivente emocional de um " milagre". Mesmo assim não quis que os aparelhos fossem desligados quando da internação de Hawking. Eddie Reydmaine muito bem, quase um clone. Felicity Jones sutil, magnífica, nada melodramática. Teorias? Só o pano de fundo. Ainda há espaço para um lado depravado de Hawking, também para seu senso de humor. A narrativa é sobre humanos.
Mariana S.
Mariana S.

6 seguidores 4 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de janeiro de 2015
“A Teoria de Tudo”, a cinebiografia de Stephen Hawking, nós mostra importantes momentos da vida do famoso físico. O inicio da carreira, quando ocorre a descoberta da doença, a esclerose lateral amiotrófica, e é quando Eddie Redmayne começa a nós presentear com sua magnífica atuação, os primeiros sintomas da doença são mostrados com sutileza, o desenvolvimento da doença é interpretado brilhantemente, Eddie incorpora com uma semelhança incrível a postura e os trejeitos de Hawking.
O romance com Jane Wilde, delicadamente interpretada por Felicity Jones, até o esgotamento de suas forças, causado pelos cuidados com o marido e os filhos. O filme não tenta romantizar o casamento, ele mostra o impacto que o desenvolvimento da doença causou. A entrada de Jonathan Hellyer Jones (Charlie Cox) na vida do casal, formando um triângulo amoroso, aborda, delicadamente a consciência que o casal tem sobre as suas necessidades e limitações.
O filme conta com uma linda ambientação, cenários bem construídos, um belíssimo figurino e uma maravilhosa trilha sonora, que está presente nos momentos certos.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de fevereiro de 2015
Belíssimo filme, excelente atuação de Eddie Redmayne, uma trilha sonora perfeita para o filme, que te faz viajar na história de um gênio que apesar de todas as adversidades, conseguiu vencer na vida.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 31 de outubro de 2015
Ótimo filme baseado na biografia de Stephen Hawking, independente de roteiro, trilha ou qualquer outra coisa técnica não deixa de ser uma bela história, Stephen Hawking é realmente incrível. Gostei muito dessa adaptação.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de abril de 2015
Não é novidade meu grandioso gosto por biografias. A ideia daquilo que se passa, tenha acontecido de verdade é sempre atraente, pelo menos para mim. A teoria de tudo, biografia sobre um dos maiores cientistas do mundo, Stephen Hawking, não é diferente. O filme conta a história do cientista, desde os primeiros passos acadêmicos, passa pelo desenvolvimento da doença, até alcançar o reconhecimento acadêmico e mundial.

Mas o filme tem algumas peculiaridades interessantes, pois, a visão que é seguida no filme é sempre de sua primeira esposa, Jane Hawking. Ela é o que dá liga para todo filme, portanto, a questão da criação e construção científica é deixada de lado para contar muito mais da vida pessoal do professor. Talvez daqui a um tempo, seja feito mais filmes sobre o cientista, com outros temas e outros enfoques, como a revolução imposta pelas suas ideias.

Uma professora minha atual, por coincidência, nos deu o prefácio de um livro desse cientista brilhante para ler. Lembro-me que o objetivo desse tal livro é responder questões comuns, como de onde surgiu o universo dentre outras coisas, e a mais importante desse fragmento de texto é que o cientista gostaria que o livro tivesse uma linguagem simples para que qualquer um pudesse ler e entender.

Talvez, seja da própria vontade do cientista, que o filme tivesse essa visão também, pois há muita simplicidade nesse filme. Tudo é trabalhado com calma, sem atropelos, como na questão da doença, antes mesmo do diagnostico, já se vê indícios, então a evolução da doença vem aos pouco, e aqui vemos um grande trabalho que foi feito da leitura corporal do cientista.

Eddie Redmayne fez muito bem o dever de casa. A cada ponto do filme vemos a evolução claramente no corpo do cientista. Começa com a perda de movimentos básicos até a forma com que fica na cadeira, deixando o ombro caído, as mãos quase estáticas no colo, só abrilhantam mais a sua interpretação.

Outro ponto interessante do filme é o elo de toda cinebiografia, que é Jane. Ela descobre junto com Stephen a doença e se mantém firme ao lado do cientista. Vemos o amor dos dois crescer e amadurecer, até chegarmos ao fim dele com o desgaste físico e psicológico total de Jane. Isso é bacana nas biografias, nem tudo é lindo como se parece, o amor tem seu fim até nas melhores histórias.

Portanto, se entende as indicações ao Oscars, e hoje, entendo porque Redmayne ganhou o de melhor ator. O filme é bem estruturado, tem uma fotografia interessante, e se entende o que foi proposto e que foi transmitido através do filme. O amor entre o casal é ponto supremo do filme, e se iguala com o brilhantismo da mente do professor.
Leandro C.
Leandro C.

13 seguidores 24 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de fevereiro de 2015
Sofrido mas inspirador, faz pensar em querer ser mais. Muito bom.
Leonardo d.
Leonardo d.

18 seguidores 73 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de fevereiro de 2015
A biografia de Stephen Hawking é prejudicada por uma estrutura novelesca, careta e sentimental, que opta por enfocar o relacionamento com a esposa e a progressão da doença, numa luta contra o tempo e pelo amor. Redmayne tem interpretação física que o Oscar adora premiar, mas Felicity Jones ainda precisa comer muito arroz com feijão para se livrar de certos maneirismos (como o tremelique nos lábios e nas mãos para simular desespero e nervosismo). Não deixa de ser interessante a cena em que, em coma, Hawking, ateu, é desenganado pelos médicos, mas sua mulher se recusa a desligar os aparelhos por acreditar realmente que ele irá sobreviver (e sobrevive). É a luta entre a ciência e a fé, mas a cena, infelizmente, cumpre mais a função de "mensagem" para o espectador do que de conflito dramático em que Hawking passaria a questionar suas crenças. Com exceção da montagem pouco refinada (reparem que o cansaço da esposa de Hawking com a vida que leva surge repentinamente, numa sequência medíocre que oferece mais do mesmo - "mulher abre mão de seus projetos para cuidar dos filhos e do marido doente"), os elementos do filme estão agregados de forma excessivamente correta, o que deixa o conjunto menos interessante.
Mary M
Mary M

18 seguidores 55 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2021
O filme é bom sim, com uma atuação ótima de Eddie Redmayne como Hawking e com uma direção impecável, cheia de cenas bonitas e muito bem feitas, com ótima ambientação. O filme peca, no entanto, no roteiro, que acaba se tornando superficial e entediante em alguns momentos. Esse é o problema da biografia: geralmente, esse tipo de filme é frio, pois precisa ser fiel à realidade. Para mim, faltou drama, romance, envolvimento com a história. Por exemplo, quando ele descobre que tem a doença, passa direto para o casamento dos dois e logo eles têm filhos. O que houve no meio disso? Quais dificuldades eles enfrentaram juntos? Critico o filme pois penso que ele tinha muito mais potencial, mas gostei de qualquer forma. É interessante para perceber como algumas pessoas não se importam com suas dificuldades e, mesmo assim, seguem seus sonhos: no caso de Hawking, escrever um dos livros científicos mesmo com toda sua debilitação. Pode ser inspirador, principalmente para quem gosta da área da astronomia.
Daniel W.
Daniel W.

52 seguidores 111 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de junho de 2015
meio parecido com o jogo da imitação não e um elenco tão bom tirando so eddie redmayne e felicity jones um filme bastande ternso
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