Ane (Nagore Aranburu) é uma mulher em crise, descontente com o marido. Um dia, ela recebe flores em sua casa, sem conhecer o autor do gesto. Aos poucos, começa a receber ramalhetes com frequência, nutrindo um afeto cada vez maior pelo correspondente anônimo. No entanto, uma tragédia envolvendo um colega de trabalho força Ane a também comprar flores, para honrar o falecido. Enquanto enfrenta o luto, ela conhece duas outras mulheres, Tere e Lourdes, respectivamente mãe e esposa do colega morto.
Classificação indicativa a definir por http://www.culturadigital.br/classind
2,5
Regular
Flores
O problema das flores
por Bruno Carmelo
De acordo com a sinopse oficial deste drama basco, Loreak traz a história de três mulheres cuja vida se transforma após acidentes (ou incidentes) ligados à presença de flores. A premissa é curiosa, e os motivos florais que ocupam todo o belo cartaz do filme sugerem uma espécie de obsessão simbólica. O que as flores podem representar?
A primeira história gira em torno de Ane (Nagore Aranburu), mulher em crise de meia-idade. No mesmo dia em que descobre uma menopausa precoce, começa a receber flores de um anônimo em sua casa. A montagem acelera o ritmo de modo surpreendente: em menos de cinco minutos de narrativa, ela já recebeu dezenas de arranjos, que se tornaram um símbolo de dependência emocional para ela, e de ciúme para o marido.De certo modo, esta subtrama lembra o famoso conto “Amor”, de Clarice Linspector, onde outra dona de casa aborrecida – também chamada Ana – tinha um pequeno
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Filme incrível, com atuações memoráveis . O mote das flores une essas histórias trazendo a seguinte reflexão : Como devemos viver a nossa vida? O que é de fato importante?
Qual é nosso verdadeiro legado? Como fazemos os outros nos sentirem com a nossa presença? O que é mais importante : essência ou aparência?
Muito impactada com a história que vem coroar ainda mais o cinema basco, ainda desconhecido para mim..
IMPERDÍVEL!
Qual é nosso verdadeiro legado? Como fazemos os outros nos sentirem com a nossa presença? O que é mais importante : essência ou aparência?
Muito impactada com a história que vem coroar ainda mais o cinema basco, ainda desconhecido para mim..
IMPERDÍVEL!
Tocante filme sobre a memória, o ego e a construção do amor. Consegue tratar da nossa inexorável solitude existencial de modo delicado, sem nenhum verniz romântico. Vale a pena se deixar levar pela intrigante história (contada em basco!) sem nenhuma expectativa. É surpresa o tempo todo.
O filme de forma sucinta traz uma perspectiva de representações e nuances, onde a subjetividade das protagonistas sua é expressada. Excelente filme.
Um filme que nada acontece.
Perdi meu tempo achando que em algum momento iria me surpreender.
Não recomendo.
Perdi meu tempo achando que em algum momento iria me surpreender.
Não recomendo.
Nacionalidade
Espanha
Distribuidor
-
Ano de produção
2014
Tipo de filme
longa-metragem
Curiosidades
-
Orçamento
-
Idiomas
Espanhol
Formato de produção
-
Cor
Colorido
Formato de áudio
-
Formato de projeção
-
Número Visa
-
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