A Série Divergente: Insurgente: Críticas - Página 3
A Série Divergente: Insurgente
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Ricardo M.
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2,5
Enviada em 22 de novembro de 2015
Agora sim diverge
Após o interessante capítulo inicial, a franquia protagonizada por Shailene Woodley aparentava ganhar um curioso rumo político, isso sem dúvidas daria um tom mais épico e mordaz a história de Tris e Quatro, principalmente porque já estava montado o "circo" e a dupla em questão seriam os principais artistas no palco.
Com um começo bem didático para realçar os ocorridos do filme anterior, INSURGENTE tem início exatamente após os ocorridos finais de Divergente, em que Tris e Quatro são fugitivos e caçados por serem divergentes. O casal agora precisa juntar forças para lidar com o poderio bélico de Jeanine, para isso eles percorrem as regiões mais afastadas de Chicago, encontrando rebeldes em número muito maior do que poderiam imaginar.
Para tentar fomentar o enredo, surge uma nova premissa, a de que um objeto ancestral foi moldado com informações extremamente valiosas sobre as facções, algo que seria revelador e ajudaria a dar rumo à sociedade. Tal objeto só pode ser aberto por um ser 100% Divergente, ou seja, adepto de todas as 5 facções por natureza. Baseado nisso, o vilão Eric (Jai Courtney) ganha um pouco mais de espaço para mostrar nitidamente sua índole voraz na busca pelas cobaias.
Bom, em essência, o que se vê na produção é a corrida de gato e rato para juntar adeptos dos rebeldes e fugir dos membros da facção vilanesca. Pois bem, com mais dinheiro em caixa e enredo inicial já desenvolvido, esperava-se, no mínimo, a mesma força narrativa do primeiro, mas o que se mostra é um filme repleto de efeitos visuais em cenas bobas que refletem o ego do diretor Robert Schwentke em mostrar serviço.
Mesmo com as reviravoltas envolvendo a aparição de novos personagens e mais investimento em sequências de ação, o que se vê é algo aquém do esperado, principalmente da vilã que ficou ainda mais apagada por seu desejo de revelar o conteúdo do objeto citado a pouco... e quando é feito, até parece piada. Os personagens pouco acrescentam em força narrativa, mesmo Tris cativa pouco por seu drama pessoal por se tornar cada vez mais ícone da revolução.
A duas partes do terceiro vem aí, mas usar o nome do primeiro como um título de série, e subtítulo como algo apenas identificador já demonstra que tem algo errado.
maravilhoso esse filme ! apesar de muita ficção e muitas partes cortadas e inventadas que no livro não tem ; ele oferece uma continuação boa com historia que no livro não da exatamente para entender ... em fim , que a continuação seja melhor ainda !!!
A única coisa é que n passa muita coisa que ta no livro, e se passa, algumas coisas de jeito diferente. Mas o filme continua sendo muito bom e eu recomendo!
Rufem os tambores da revolução! Seqüência da distopia Divergente, Insurgente chama novamente à ação todo o talento de Shailene Woodley no papel de Tris, que juntamente com Ansel Elgort, Miles Teller e Theo James juntam forças para lutar contra a tirania de Jeanine (Interpretada por Kate Winslet). Naomi Watts completa o elenco principal, no importante papel de líder rebelde sem facção. Um filme de ação com toques de romance, que promete agitar a luta pela liberdade em uma sociedade dividida entre facções e um governo tirano que quer eliminar os divergentes do sistema. Como no primeiro filme, as lutas, dilemas, amizades, traições (e os trens de sempre!) continuam presentes nesta seqüência, agora aprofundadas pela crise na disputa entre sociedade e governo. Uma história que sempre se renova com a ambição exacerbada de alguns seres humanos pelo poder. Com belos cenários e efeitos visuais, o 3D dá ênfase aos efeitos de profundidade com precisão, mas as poucas cenas de estilhaços e explosões em geral deixam um sentimento de que tais efeitos mereciam ser mais bem trabalhados. Insurgente abre as portas da seqüência, Convergente, que deve ser dividida em duas partes. A revolução política comandada pelas mulheres e o papel das minorias deixam claro a marca dessa grandiosa trilogia escrita por Veronica Roth, que veio para fazer história na sétima arte.
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