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A SÉRIE DIVERGENTE: INSURGENTE (2015) — A verdade por trás de uma sociedade controlada
Gêneros: Ficção científica, ação, aventura, suspense e romance
Ano de lançamento: 2015
Duração: 1h59min
Direção: Robert Schwentke
Elenco principal:
Shailene Woodley como Beatrice “Tris” Prior
Theo James como Tobias “Quatro” Eaton
Kate Winslet como Jeanine Matthews
Naomi Watts como Evelyn Johnson-Eaton
Ansel Elgort como Caleb Prior
Miles Teller como Peter Hayes
Zoë Kravitz como Christina
Octavia Spencer como Johanna Reyes
Jai Courtney como Eric
Ray Stevenson como Marcus Eaton
Estória
Após os acontecimentos do primeiro filme, Jeanine Matthews deixa de esconder suas verdadeiras intenções. À frente da Erudição, ela pretende consolidar seu poder e encontrar uma pessoa capaz de abrir uma misteriosa caixa que guarda uma mensagem do passado. Para isso, precisa localizar uma Divergente com características excepcionais — alguém capaz de superar uma série de simulações mortais.
Tris e Quatro, agora fugitivos, tentam escapar da perseguição enquanto carregam as consequências da violência que testemunharam. Assombrada pela culpa e pelas perdas familiares, Tris aceita enfrentar as provas da caixa, mesmo sabendo que poderá morrer. Jeanine não demonstra preocupação com os jovens sacrificados em suas experiências: para ela, vidas humanas são apenas peças de um projeto que considera superior a qualquer princípio moral.
Quando Tris finalmente consegue abrir a caixa, a revelação muda o significado de tudo o que conhecíamos. A divisão em facções fazia parte de um experimento, e a mensagem sugere que a humanidade precisa ir além dessa separação. A verdadeira capacidade humana não está em cultivar uma única virtude, mas em reunir diferentes aptidões e características.
A descoberta provoca uma ruptura na ordem estabelecida. Enquanto Jeanine perde o controle, uma nova força começa a surgir, liderada por Evelyn, mãe de Quatro, que construiu sua própria posição fora do sistema tradicional das facções. O filme termina com a divulgação da mensagem e a perspectiva de uma rebelião que poderá transformar completamente aquele mundo.
Produção, efeitos especiais e atuações
Robert Schwentke amplia a escala da franquia com cenários futuristas, simulações elaboradas e efeitos visuais que dão forma aos conflitos psicológicos de Tris. A caixa e seus desafios tornam-se o centro visual da narrativa, proporcionando sequências que misturam ação, fantasia tecnológica e os traumas da protagonista.
Shailene Woodley continua sendo o principal alicerce emocional do filme. Sua Tris não é uma heroína invulnerável: ela carrega culpa, medo e sofrimento, mas encontra forças para continuar lutando. Theo James mantém a presença de Quatro como parceiro e protetor, enquanto Kate Winslet interpreta Jeanine com frieza e convicção, representando o perigo de alguém que acredita que o controle absoluto pode justificar qualquer atrocidade. Naomi Watts também acrescenta uma nova camada política à história com Evelyn, uma personagem que promete alterar o equilíbrio de poder.
O ponto mais interessante está na crítica a sistemas que tentam classificar as pessoas como se cada indivíduo pudesse ser definido por uma única característica. A mensagem sugere que a diversidade humana é uma força, não um defeito a ser eliminado. Entretanto, a revelação do experimento também levanta questões que poderiam ser mais exploradas: quem criou aquele sistema, por que ele foi mantido por tanto tempo e quais seriam as consequências reais de abandonar as facções?
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Insurgente amplia o universo de Divergente e entrega mais ação, conspirações e revelações. A história avança ao mostrar que o conflito não se limita à disputa entre facções: trata-se de uma luta pelo direito de decidir quem a humanidade pode ser.
O filme também representa uma fase marcante do cinema adolescente dos anos 2010. Ao lado de Jogos Vorazes e Maze Runner, a franquia apostou em jovens protagonistas confrontando sistemas opressores, governos autoritários e futuros distópicos. Era uma época em que essas histórias ocupavam espaço significativo nos cinemas e despertavam curiosidade sobre o destino de suas personagens.
Na minha avaliação, a revelação final é interessante e abre possibilidades para a continuação, embora algumas respostas pareçam chegar de forma rápida demais. Jeanine é uma antagonista marcante, mas o filme poderia aprofundar melhor as consequências políticas e sociais da descoberta. Ainda assim, a trama consegue manter o interesse e prepara o terreno para o próximo capítulo.
⭐ Minha nota: 7,5/10 — referente ao cinema.
Uma continuação envolvente, que amplia a mitologia da franquia e questiona os limites do poder, da liberdade e da identidade. Não é perfeita, mas entrega revelações importantes e deixa a expectativa de descobrir o que acontecerá quando uma sociedade inteira começar a questionar as regras que sustentaram sua existência.
#Divergente #Insurgente #TheDivergentSeries #ShaileneWoodley #TheoJames #KateWinslet #MazeRunner #JogosVorazes #FicçãoCientífica #Distopia #CríticaDeFilmes #Cinema
Gêneros: Ficção científica, ação, aventura, suspense e romance
Ano de lançamento: 2015
Duração: 1h59min
Direção: Robert Schwentke
Elenco principal:
Shailene Woodley como Beatrice “Tris” Prior
Theo James como Tobias “Quatro” Eaton
Kate Winslet como Jeanine Matthews
Naomi Watts como Evelyn Johnson-Eaton
Ansel Elgort como Caleb Prior
Miles Teller como Peter Hayes
Zoë Kravitz como Christina
Octavia Spencer como Johanna Reyes
Jai Courtney como Eric
Ray Stevenson como Marcus Eaton
Estória
Após os acontecimentos do primeiro filme, Jeanine Matthews deixa de esconder suas verdadeiras intenções. À frente da Erudição, ela pretende consolidar seu poder e encontrar uma pessoa capaz de abrir uma misteriosa caixa que guarda uma mensagem do passado. Para isso, precisa localizar uma Divergente com características excepcionais — alguém capaz de superar uma série de simulações mortais.
Tris e Quatro, agora fugitivos, tentam escapar da perseguição enquanto carregam as consequências da violência que testemunharam. Assombrada pela culpa e pelas perdas familiares, Tris aceita enfrentar as provas da caixa, mesmo sabendo que poderá morrer. Jeanine não demonstra preocupação com os jovens sacrificados em suas experiências: para ela, vidas humanas são apenas peças de um projeto que considera superior a qualquer princípio moral.
Quando Tris finalmente consegue abrir a caixa, a revelação muda o significado de tudo o que conhecíamos. A divisão em facções fazia parte de um experimento, e a mensagem sugere que a humanidade precisa ir além dessa separação. A verdadeira capacidade humana não está em cultivar uma única virtude, mas em reunir diferentes aptidões e características.
A descoberta provoca uma ruptura na ordem estabelecida. Enquanto Jeanine perde o controle, uma nova força começa a surgir, liderada por Evelyn, mãe de Quatro, que construiu sua própria posição fora do sistema tradicional das facções. O filme termina com a divulgação da mensagem e a perspectiva de uma rebelião que poderá transformar completamente aquele mundo.
Produção, efeitos especiais e atuações
Robert Schwentke amplia a escala da franquia com cenários futuristas, simulações elaboradas e efeitos visuais que dão forma aos conflitos psicológicos de Tris. A caixa e seus desafios tornam-se o centro visual da narrativa, proporcionando sequências que misturam ação, fantasia tecnológica e os traumas da protagonista.
Shailene Woodley continua sendo o principal alicerce emocional do filme. Sua Tris não é uma heroína invulnerável: ela carrega culpa, medo e sofrimento, mas encontra forças para continuar lutando. Theo James mantém a presença de Quatro como parceiro e protetor, enquanto Kate Winslet interpreta Jeanine com frieza e convicção, representando o perigo de alguém que acredita que o controle absoluto pode justificar qualquer atrocidade. Naomi Watts também acrescenta uma nova camada política à história com Evelyn, uma personagem que promete alterar o equilíbrio de poder.
O ponto mais interessante está na crítica a sistemas que tentam classificar as pessoas como se cada indivíduo pudesse ser definido por uma única característica. A mensagem sugere que a diversidade humana é uma força, não um defeito a ser eliminado. Entretanto, a revelação do experimento também levanta questões que poderiam ser mais exploradas: quem criou aquele sistema, por que ele foi mantido por tanto tempo e quais seriam as consequências reais de abandonar as facções?
⭐ Vale a pena assistir?
Sim! Insurgente amplia o universo de Divergente e entrega mais ação, conspirações e revelações. A história avança ao mostrar que o conflito não se limita à disputa entre facções: trata-se de uma luta pelo direito de decidir quem a humanidade pode ser.
O filme também representa uma fase marcante do cinema adolescente dos anos 2010. Ao lado de Jogos Vorazes e Maze Runner, a franquia apostou em jovens protagonistas confrontando sistemas opressores, governos autoritários e futuros distópicos. Era uma época em que essas histórias ocupavam espaço significativo nos cinemas e despertavam curiosidade sobre o destino de suas personagens.
Na minha avaliação, a revelação final é interessante e abre possibilidades para a continuação, embora algumas respostas pareçam chegar de forma rápida demais. Jeanine é uma antagonista marcante, mas o filme poderia aprofundar melhor as consequências políticas e sociais da descoberta. Ainda assim, a trama consegue manter o interesse e prepara o terreno para o próximo capítulo.
⭐ Minha nota: 7,5/10 — referente ao cinema.
Uma continuação envolvente, que amplia a mitologia da franquia e questiona os limites do poder, da liberdade e da identidade. Não é perfeita, mas entrega revelações importantes e deixa a expectativa de descobrir o que acontecerá quando uma sociedade inteira começar a questionar as regras que sustentaram sua existência.
#Divergente #Insurgente #TheDivergentSeries #ShaileneWoodley #TheoJames #KateWinslet #MazeRunner #JogosVorazes #FicçãoCientífica #Distopia #CríticaDeFilmes #Cinema
A serie divergente: insurgente é o segundo filme da franquia e aconteceu 1 ano após o lançamento do primeiro filme. A direção muda e vai para Robert Schwentke e roteiro de Brian Duffield e Akiva Goldsman. Tris (Shailene Woodley) e 4 (Theo James) são agora fugitivos perseguidos por Jeanine Matthews (Kate Winslet). Ambos buscam refúgio e descobrem um grupo sem facção que é liderado por Evelyn (Naomi Watts), que é a mãe de 4. Porém, Jeanine descobre que Tris é a mais poderosa dos divergentes e passa a ter o interesse pela mesma por acreditar poder abrir um caixa deixada pelos antigos criadores das facções. Se no primeiro filme ainda nao existia um consenso que o filme é ruim, nesse fica impossível de defender. O roteiro é um nada que nao vai pra canto nenhum. Eis alguns fatos que incomodam: a inutilidade do irmão de Tris, o Caleb (Ansel Elgort), o cara nao ajuda ainda fica do lado errado na metade da trama; o romance sem sal entre 4 e Tris; a falta de carisma de Shailene Woodley com sua personagem permanece, apesar do novo corte de cabelo tentar demonstrar maturidade; o encontro nada a ver entre 4 e sua mãe Evelyn que quer a cidade pra si, mas ninguém sabe o motivo disso. Talvez a única coisa boa é a transformação no terceiro ato do personagem Peter (Miles Teller), ajudando o grupo do bem e Kate Winslet que segue bem em sua personagem, mas nao consegue explicar os seus motivos nem pra si mesma. Apesar da boa intenção em colocar Tris em perdão a si mesmo e de tentar emular ainda mais a rebeldia da garota, falha-se miseravelmente, pela falta de vida de praticamente todos os personagens. Pra nao se perder por completo, a direção prefere apostar em elementos de pós produção, nos efeitos de CGI (que nao foram poupados) no filme. Mas tudo fica vazio e sem sentido. Embora que o desfecho tenha acenado para mais um , pois gera um curiosodade sobre o que veremos após os muros. Mas Falta ao filme uma narrativa mais qualificada e original, a falta de um simbolismo tbm. Tudo parece copiado de outras franquias que renderam mais sucesso. O fato é que a franquia deveria ter morrido no primeiro filme e seguiu nesse. Diante da sucesso de bilheteria ainda inventam de fazer mais um filme.
Já não gostei tanto deste segundo filme da saga
O primeiro gostei muito, mas neste filme, apesar de ter seguido a história bem e ter um bom desenvolvimento (pouco expectável para mim também) houve algo ao certo que não me suscitou tanta emoção
Ainda assim, nice movie
O primeiro gostei muito, mas neste filme, apesar de ter seguido a história bem e ter um bom desenvolvimento (pouco expectável para mim também) houve algo ao certo que não me suscitou tanta emoção
Ainda assim, nice movie
gostei bastante das atuações e dos efeitos especiais, o ritmo do roteiro é um pouco mais lento que o primeiro mas achei que foi uma boa continuação, porém pra mim teria que ter acabado aqui
Assim como o primeiro gostei sim! ...
Embora a principal me irrita algumas vezes e certos personagens, mas gostei muito.
Embora a principal me irrita algumas vezes e certos personagens, mas gostei muito.
Adorei o filme. A história é ótima e tem um bom roteiro. Vale a pena ver e recomendo. Esperando o próximo!
Uma ótima serie, aqui o segundo da serie aonde segue com uma ótima historia, uma produção muito boa e mais uma vez um filme que lhe prende do inicio ao fim, trazendo ação, suspense, e fazendo querer o proximo filme o quanto antes.
Sinceramente não sei porque esse filme é proibido para menor de 14 anos... porque não tem nenhuma agressividade... Como vários filmes que para evitar não atingir um público menor ou sei lá, um público que gosta de histórinhas bonitinhas... faz um filme inteiro de ação e quase você não ve sangue. Não to querendo que seja um filme estilo Quentin Tarantino... mas que seja realista... História fraca, prevísivel, atores bons mas com atuação fraca.
Superior a Divergente, o segundo da série capricha com o andamento da historia, em Divergente, o mundo estava dividido e Tris tinha que fazer escolhas que realmente a transformaram. Em Insurgente eles lutam para sobreviver, fazem escolhas que se torna um sacrifício, escolhas que podem os destruir. As cenas de luta e a atuação estão muito boas, os efeitos especiais, magníficos, principalmente a cena que Tris cai lá em baixo. O final então, terminou com aquele gostinho de quero mais. Do jeito que eu gosto :3
Assisti aos outros filmes da série e hoje eu assisti esse que conseguiu ser um dos piores filmes que eu vi no cinema! A atriz principal está completamente perdida sem saber o que fazer, com uma atuação tão péssima que os outros personagens começam a tomar lugar e se destacar. O roteiro foi bom até a metade, depois disso o que eu vi foi
spoiler:
a repetição do segundo filme
totalmente contraditório o roteiro, repetitivo e parado, sem falar que a garota e o namorado viram Rambo, o vilões não merecem ser assim chamados, estão mais para pessoas chatinhas. Não recomendo este filme!
totalmente contraditório o roteiro, repetitivo e parado, sem falar que a garota e o namorado viram Rambo, o vilões não merecem ser assim chamados, estão mais para pessoas chatinhas. Não recomendo este filme!
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