Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Alexandre P.
9 seguidores
4 críticas
Seguir usuário
5,0
Enviada em 12 de novembro de 2014
acabei de ver o filme!!! e só posso dizer que é o melhor filme que eu vi nos últimos tempos!!!! impossível não se identificar com nenhuma das historias!!!! aconselho muito a ir verem
Filme excelente. Fui assistir sem saber que havia o dedo do Almodóvar nele, na abertura já percebi e me preparei para o estilo. O filme consegue nos colocar dentro das estórias, isso porque já tivemos os mesmos impulsos, mas freamos. Também é um alerta para aprendermos a nos domar diante das adversidades. Conseguimos ficar tensos com a sequência das cenas e no final o inesperado acontece.
O diretor/roteirista argentino Damian Szifron, no seu filme Relatos Selvagens, nos presenteia com uma série de seis curtas onde a natureza humana é mostrada da maneira mais selvagem possível (fazendo referência direta ao título). Nessas seis histórias, os humanos são transformados em animais, e com o calor do momento de cada uma das situações, é impossível não se identificar com algum dos personagens. A não ser, é claro, que você viva em um comercial de margarina onde tudo é perfeito.
Como em todas as antologias de curtas, alguns capítulos são melhores que outros. Não há conexões entre as histórias, mas, em geral, o tema e humor negro são os mesmos. A história antes dos créditos iniciais traz o tom das demais, e não é com surpresa que vemos o nome de Pedro Almodóvar como um dos produtores do filme.
Relatos Selvagens bebe na fonte do cinema surrealista de Almodóvar, traço que lhe caiu tão bem ao longo de toda sua carreira. Dito isto, a sequência inicial dessa produção causa mais risos do que os longas recentes do diretor espanhol.
Os “relatos” são diversos. Vemos uma briga cheia de raiva que começa de maneira tão banal numa estrada, um pai que coloca sua vida em risco por causa de uma multa de estacionamento, um casamento infeliz, uma garçonete reencontrando um velho conhecido e um segmento focado num adolescente bêbado que mata uma grávida atropelada. Cada sequência leva seus personagens ao limite. Todos acabam por perder o controle de suas vidas - e falando de maneira sádica, quem nunca passou por uma situação fora de controle?
Há tempos não tínhamos uma comédia de humor negro como essa. Enlouquecida, surreal e absolutamente hilariante (no sentido negro da palavra). O diretor dá um tom consistente ao longa, e com um elenco brilhante acompanhamos as conseqüências obscuras de situações cotidianas que tendemos a não acreditar que estamos vendo no jornal. No fim das contas, acredite, você nunca mais irá brigar com outro motorista no trânsito.
Já tinha ouvido muitos elogios da crítica sobre este filme, e me interessei pela tema das histórias. Fui assistir e assim como o resto da platéia, saí do cinema às gargalhadas. Um dos melhores filmes que já vi na vida. Espetacular!!!
filme MARAVILHOSO...sequencia de relatos que se baseiam na mesma ideia...muito inteligente...um dos melhores filmes que já assisti...todo mundo no cine dava risada das cenas cotidianas retratadas nele.
Filme inteligente, divertido, engraçado e envolvente. Na minha opinião foi a grande surpresa do ano! Se vc for assistir, esteja preparado para prestar atenção às sutilezas, às mensagens subliminares, senão corre o risco de não entender de fato a mensagem de cada uma das 5 histórias e acha o filme sem graça.
Melhor filme do ano!!! Todas as histórias são envolventes, divertidas !!! Fui ver o grande Darin e fiquei surpresa com todos os demais atores argentinos ..... Fantástico !!!! Super recomendo !!!!
RELATOS SELVAGENS / Relatos salvajes (2014) é o selecionado pela Argentina, para concorrer ao Oscar 2015. Dirigido por Damián Szifrón e produzido porPedro Almodóvar é um filme dividido em seis antologias. Apesar de ser uma comédia hilariante, que prende a atenção e causa gargalhadas em meio a cenas que deveria chocar, o longa metragem não exclui a crítica social em seu discurso. Encontramos uma reflexão sobre a intolerância, as diferenças de classes, a burocracia do governo, as relações pessoais conflituosas, bem como um retrato de como o ser humano pode ser mesquinho e violento por motivos medíocres e fugazes.
Temos situações como a que várias pessoas descobrem que estão reunidas por um motivo em comum. Um personagem de ética questionável, que descobre que suas ações podem ter uma consequência, quando menos se espera. A típica briga de transito, que geralmente é encorajada quando se tem a falsa sensação de segurança do automóvel. O cidadão que se estressa com os absurdos do estado burocrático. A discussão sobre o matrimônio, durante um casamento para lá de bizarro, que parece ser a única a acabar bem ou não. E por fim a família de classe média alta que tenta se safar utilizando seu dinheiro e despertando a ganância de todos ao redor.
Os contos lembram muito o estilo de Quentin Tarantino, com cenas violentas, mas engraçadas, tornando as narrativas tragicômicas. No elenco destaca-se Ricardo Darín, que cada vez mais tem sido alçado ao patamar de entidade do Cinema da Argentina. Aliás já faz muitos anos que os hermanos vem produzindo películas excelentes, como o recente ganhador do Oscar de Melhor Filme estrangeiro, O Segredo dos Seus Olhos (El secreto de sus ojos), incluindo-se comédias. Comparado ao Brasil é uma incógnita, como não conseguimos produzir filmes com o mesmo sucesso de público e crítica.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade