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Juarez Vilaca
2.918 seguidores
393 críticas
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3,5
Enviada em 28 de junho de 2017
Um bom drama religioso, embora sem uma definição de tendência, ou igreja. Entretanto percebe-se um pouco de hinduísmo e espiritismo em tudo. Em certa hora um dos personagens divinos afirma que acha que não é cristão. O tema é a dor da perda traumática de um ente querido, nesse caso por assassinato. Essa dor e a perda podem acabar com a vida de quem fica em vida. As religiões tendem a servir de abrigo para essas pessoas que sofrem e não querem entender porque Deus deixou isso acontecer. Todo o enredo é de citações religiosas em busca da paz e do perdão e da prática do amor. E o que acontece com o criminoso? Pergunta um personagem. O pecado será sua punição, diz uma divindade, nada mais. A prática do pecado são de pessoas que estão no caminho do mal e nada se pode fazer, a não ser tentar trazê-los para o lado do bem. Bem feito, com ótimos atores e direção. Vale a pena. Já é um recorde de bilheteria
"A Cabana" esteve durante meses na lista dos best-sellers em 2007, e somente agora foi transformada em filme. Os temas do perdão, da vingança, da dor, da culpa costumam tocar fundo nas almas das pessoas. Durante a primeira metade do filme, a ação transcorre de maneira lenta, e até monótona. A partir do encontro do personagem Mackenzie Phillips (Sam Worthington) - um pai amargurado e que transmite esse sentimento à família, após o assassinato da pequena filha Missy - com Deus, Jesus e o Sopro, o filme vai ganhando emoção e força. Os diálogos entre os personagens são ricos em significado. Gostei também da personagem Sabedoria (Alice Braga) ao questionar Mack sobre sua mania de julgar os outros. Muito emocionante a visão que ele tem da filhinha morta, correndo feliz pelos campos. Mack cai em si e, daí em diante, percebe que a ira que sente pelo assassino da filha vai se diluindo, a ponto de ele conseguir perdoá-lo, como também perdoara o pai alcoólatra. O mais interessante é a dúvida que fica: Mack sofreu um acidente e esteve em coma, voltando do pós-morte, ou realmente essas visões angelicais aconteceram? O fato é que Mack "volta" diferente e se reconcilia com a família, a quem pede perdão, para então a paz e a harmonia voltarem a reinar naquele lar. Sam Worthington (de Avatar) tem uma atuação inexpressiva, mas a atriz negra Octavia Spencer está ótima no papel de Deus.
Sabe aqueles filmes que fazem você refletir? Em muitos momentos algumas falas, me tocou, como se fosse para mim. O filme é lindo, mostra a importância do perdão e do amor de Deus. Foi um filme que mostrou verdadeiramente a face de Deus. Tirando aquela imagem de "Pai autoritário", que as pessoas têm que temer. Deus é nosso amigo mais íntimo. Amei o filme
você é religioso ?? se não, esse filme não é pra você, será maçante, chato. o roteiro fraco, achei que o tema com um bom potencial, mas o roteiro fraco, a atuação do Sam Worthington é horrível, não me convenceu e momento nenhum o tom de luto dele. Octavia Spencer esta muito bem, convence como deus, mas não é suficiente pra salvar o filme.
Como já era de se esperar, Deus representa o bem e se algo de ruim acontece foi o mal que agiu e Deus não pode fazer nada. Tenta enfiar goela abaixo as bizarrices cristianistas, como andar sobre água, faltou cobra e jumento falando, atravessar um rio dentro da boca de um peixe etc. Deus deixa serial killer agir e depois cada vítima terá que perdoar o cara, fala sério. Não perca seu tempo.
Se eu disser q foi o melhor filme q jah assisti na vida, eh pouco, esse filme tocou profundamente meu coração, me fez entender coisas q eu não entendia, ainda não li o livro, mas logo irei ler. Jah fui duas vezes no cinema, e vou comprar o DVD, pra assistir muitas outras vezes
Sensacional. Para quem está passando por dores e traumas principalmente. Pena que a superficialidade de alguns não os deixam enxergar a profundidade deste filme.
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