A Cabana
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4,2
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Jackson A L
Jackson A L

13.704 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de maio de 2017
A Cabana é um livro do escritor canadense William P. Young, lançado em 2007 nos Estados Unidos. Chegou ao Brasil pela Editora Sextante em 2008. No ano de 2009 ganhou o Diamond Awards por ter vendido 10 milhões de cópias nos EUA. Até então já vendeu mais de 18 milhões de livros. Por ser um livro mais voltado ao público religioso, conquistou leitores de todos os gêneros devido a sua mensagem de amor, ódio, perdão e dor. Embora ainda hoje há muitos blogs e críticos dos quais não concordam com várias situações do livro e até mesmo aconselham a não o lerem.
A Cabana conta a história de Mackenzie Allen Phillips, que durante muito tempo viveu imerso em um mar de dor e sofrimento ocasionado pelo sequestro e morte de Melissa, sua filha mais nova. Mack, desde a perda de Missy, forma carinhosa pela qual chamavam a Melissa, sua relação com o Celestial deteriorou. Transcorrido algum tempo desde o nefasto ocorrido, em uma manhã gelada de inverno, Mack recebe um misterioso bilhete até então supostamente escrito por Deus, convidando-o a volver a cena do homicídio de Melissa, uma cabana vetusta e de dificílimo acesso à cidade de Joseph. A vida de Mackenzie Allen Phillips nunca mais seria a mesma após retornar ao palco de sua recordação triste de sua vida...
Renan Santos
Renan Santos

4 seguidores 24 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de abril de 2017
É um filme muito difícil de avaliar, principalmente pra quem é religioso e cinéfilo. Mas vamos tentar. Como obra cinematográfica, A Cabana, de fato, não é um filme perfeito. É banhado em muitos clichês, tem uma abordagem rasa e dá respostas superficiais e genéricas a perguntas complexas sobre os temas utilizados (nesse caso, o livro também tem sua parcela de culpa). Tenho minhas restrições ao Sam Worthington. Achei ele muito complacente e inexpressivo diante de uma dor tão profunda do seu personagem. Isso faz com que você não crie uma empatia tão forte com o personagem como deveria, além da sua relação com a filha. Isso se deve muito a uma direção fraca. A cinematografia e beleza estética do filme, por outro lado, é fantástica. Octavia Spencer é o ponto alto e sua presença e desempenho de forma positiva é quase inquestionável.

Se você for classificar A Cabana como "filme religioso", é talvez um dos melhores já produzidos. Mas é bom deixar claro que o filme não se presta simplesmente a "fazer sermões" e defender determinada religião. Muito pelo contrário. A Cabana é bastante aberto nesse sentido, e se presta muito mais a abordar temas independentes, como o amor, perdão e a fé no geral. Se você é religioso, certamente vai aprovar e até se emocionar com filme. Se você não é religioso, também pode gostar. O segredo é ir assistir sem pré-julgamentos e de coração e mente aberta. A Cabana não tenta obrigar o público a aceitar determinada religião, ele simplesmente propõe uma reflexão sobre a vida.

No fim das contas, apesar de notar os erros do filme em termos cinematográficos, saí do cinema com uma sensação muito boa, o que já considero algo importante.
Felipe S.
Felipe S.

9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 28 de maio de 2017
Filme emocionante e acolhedor. Porém, a interpretação do ator principal deixa a desejar. confesso que fiquei um pouco decepcionado com o desfecho, tudo bem que a história é sobre perdão acima de tudo, mas fiquei bem curioso para saber quem é o assassino. Por fim, a obra conseguiu me cativar e eu como um indivíduo sem religião, mas que acredita em Deus acima de tudo fiquei comovido e acreditando muito mais na força que a espiritualidade traz a vida interior das pessoas.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 4 de outubro de 2017
(Antes de iniciar o texto, acho importante deixar bem claro que não tenho a intenção de ofender ou desrespeitar a crença religiosa de quem apreciou ou se identificou com a história contada neste filme – apenas apontarei a qualidade do filme como outro qualquer).

A definição ideal para constatar que está adaptação para os cinemas do livro escrito por William Paul Young é um filme que divide opiniões esta nas reações da plateia da sessão na qual o assisti: se metade das pessoas na sala choravam a ponto de soluçar, a outra metade bocejava durante os diálogos longos e didáticos sobre os caminhos do entendimento do tão valoroso ato de perdoar o próximo. Com mais de 18 milhões de cópias vendidas – não me encontro entre esses milhões de pessoas, já que não o li – A Cabana ganha pelas mãos do diretor Stuart Hazeldine – do risível Presságio (com Nicolas Cage!) – uma versão repleta de boas intenções – mas que fracassa por não saber expô-las com brilho ou eficiência narrativa – tornando-se uma experiência enfadonha para o expectador não tão adepto de costumes cristãos – ou seja: o filme sabota boa parte do interesse de uma grande parcela de espectadores, que dependeriam de um conhecimento antecipado sobre a bíblia, religião, teologia ou a própria fé em Deus. E, como já disse inúmeras vezes nos meus textos, quando uma obra cinematográfica não consegue fazer o público se identificar com sua história sem este ter tido acesso ao original antes, já está cometendo um grande erro – ainda mais levando em conta que a intenção do roteiro é, justamente, fazer qualquer pessoa sentir o que o poder de Deus faz na vida de seu protagonista Mack, vivido por Sam Worthington.

O problema principal de A Cabana reside em seu roteiro simplista e um tanto maniqueísta, que tenta expor repetidamente uma única mensagem durante suas duas horas e quinze minutos de projeção – fazendo o espectador notar que o filme tem realmente duas horas e quinze minutos – tornando-se absurdamente aborrecido e cansativo do segundo ato para frente – aliás, o roteiro é tão mal concebido que parece não haver nem uma linha de passagem coerente entre o segundo e terceiro ato – ainda mais com a óbvia (notem que vou usar a palavra óbvia inúmeras vezes) narração em off no inicio do personagem de Tim McGraw – que tenta traçar um manjado arco dramático no final. Tirando está introdução, mostrando a infância do personagem de Worthington, o primeiro ato, ainda sim, se mostra curioso, com ritmo fluente e uma atuação simpática da menina Amélie Eve, onde ela chega a quase emocionar com sua reação à uma historia que ouve de seu pai, ressaltando o que acontecerá com ela – com exceção de uma tentativa do diretor em utilizar um flashback de um evento que acontecerá dentro do primeiro ato ainda – totalmente desnecessário, só confundindo sem maiores intenções – o primeiro ato de A Cabana funciona, mesmo que parcialmente.

Através disso tudo, conhecemos Mack, um cristão não tão devoto, ao contrario de sua esposa Nan (Mitchell), uma religiosa assídua. Eles são os pais da garota Kate (Charpentier), do garoto Josh (Munroe) e da caçula Missy (Eve). Em um fim de semana, Mack leva seus três filhos para acampar e a filha mais nova acaba desaparecendo – sendo encontrada morta mais tarde, assassinada por um criminoso dentro de uma cabana no meio da floresta. Culpando Deus por não ter salvado sua filha, Mack começa a entrar em depressão, evitando contato com todos, inclusive seus filhos e esposa. Mas ao encontrar uma carta/convite em sua caixa de correio, o chamando para visitar a cabana onde aconteceu o crime, Mack vê uma chance de tentar eliminar a dor que sente pela falta da filha. Mas chegando lá, ele se depara com três pessoas que podem mudar sua forma de enxergar a vida e, consequentemente, formas de fortalecer sua fé em Deus e conseguir perdoar o próximo por tudo que aconteceu e seguir em frente.

Ao contrario da trama do desastroso Deus Não Está Morto, onde existiam personagens descrentes na fé divina, A Cabana é sobre um personagem que acredita em Deus, mas o responsabiliza e julga culpado pela trágica morte de sua filha. Portanto, a óbvia representação da divina trindade por parte dos personagens de Octavia Spencer, Avraham Aviv Alush e Sumire Matsubara, sendo, respectivamente, Pai, Filho e Espirito Santo, dita todo o restante do filme, com os três tentando convencer Mack através de diálogos longos e repetitivos sobre o que Deus tem reservado para nós e de como o “trabalho” Dele é difícil – embora mostrado de forma tão maçante pelo roteiro, o achado do filme (talvez o único mesmo) é a excelente escolha da ótima Octavia Spencer representando a figura de Deus – a talentosa atriz indicada ao Oscar de melhor atriz coadjuvante por sua atuação em Estrelas Além do Tempo, faz jus ao peso do papel, que o cinema já viu sob a pele de atores tão grandiosos quanto Octavia, como Morgan Freeman, por exemplo. Mais um acerto refere-se ao fato de representar Deus como mulher, insinuando que o criador do universo não teria sexo – mas, nesse ponto, o roteiro comete uma gafe machista, em certa parte, ao colocar o ator Graham Greene no lugar de Octavia, simplesmente por achar que a figura de homem (como pai) seria mais adequada para revelar uma coisa para Mack – algo totalmente desnecessário para a narrativa, sabotando ainda mais a (pouca) fluência da história.

Mas, lamentavelmente, Octavia esta rodeada de fracos atores; Avraham Aviv Alush, como Jesus, parece uma versão mais apática de Dev Patel e a oriental Sumire Matsubara, como o Espirito Santo, nos entrega diálogos infames com sua inexpressividade e tentativas de emocionar com olhares para o nada – em certa parte, o diretor deixa mais uma mensagem óbvia, logo após Matsubara dizer que os homens nunca veem direito as coisas de perto, precisando dar uma olhada mais ampla – e o que Hazeldine faz? Um plano de cima do jardim onde a moça e Mack estão, mostrando que o local, aparentemente bagunçado, exibe belas formas com suas plantas mais ao longe – Aliás, visualmente, A Cabana é bem pobre. Chega a ser risível a cena onde Mack encontra o “espirito” de seu falecido pai (Robbins), que aparece em outra tonalidade de cor, tão medonha que parece ter sido feita no Windows Movie Maker (!!!); ou Mack e Jesus correndo sobre um fundo verde... ops... as águas de um mal renderizado lago feito digitalmente, tentado mostrar que com a fé em Deus um homem pode andar sob águas. Embora faça enquadramentos decentes, o diretor tem como inimigo a direção de fotografia pouco inspirada, que não se utiliza da paleta de cores diferentes para mesclar os momentos – isso fica refletido na escura (e quase amadora) cena dentro de uma caverna, onde Mack encontra a Sabedoria – vivida por nossa conterrânea Alice Braga, que, infelizmente, é obrigada a proferir diálogos do nível de: “você terá que escolher apenas um de seus filhos, o outro será levado para o inferno”, numa tentativa do roteiro em colocar Mack no lugar de Deus, para que ele veja como não é fácil ser o Papai (apelido carinhoso que Mack deu na infância a figura de Deus) – ao menos, Octavia Spencer representa melhor a forma como Deus demonstra sentir a dor de seus filhos (especificamente Jesus, em outro momento), mostrando os mesmos ferimentos nos pulsos, devido à crucificação de Jesus.

E, ainda sobre o passado e infância de Mack, é absurdo a forma como o roteiro trata a conclusão da relação entre ele e seu pai – tentando mostrar um perdão sobre um ato extremamente grave de uma forma incrivelmente barata – por mais que o pai de Mack fosse asqueroso, em bater nele e em sua mãe, nada se resolveria de forma tão simples e superficial como mostrado na cena do espirito do pai do personagem de Worthington, que citei no paragrafo anterior. E o desmotivado e pouco criativo roteiro mostrará de forma bem genérica o que se passa na cabeça do assassino de Missy – embora, como já disse, louvável, o ato do perdão é exposto inúmeras vezes em exemplos, mas quase nenhuma vez bem demonstrado.

Toda essa gama de problemas poderia ser esquecida – ou ignorada, por algum tempo – se tivéssemos um protagonista marcante – e Sam Worthington não o é, mostrando que só consegue bons resultados trabalhando sob a batuta de grandes diretores, como James Cameron em Avatar ou Mel Gibson em Até o Último Homem. Sam acaba sendo um dos maiores responsáveis por transformar Mack em um homem que parece nem se importar mais com a morte da filha – seu choro é tão patético em algumas cenas que mais lembra gemidos ou gritos de dor – escancarando sua inexpressividade e apatia, ainda mais pelo fato de que o menino no começo do filme em nada lembra (pelas atitudes) o homem que se torna na imagem de Worthington – e ainda existe a “ajuda” de Radha Mitchell, como a esposa Nan, em interpretação tão fria (não só a personagem) que chega a ser um insulto ao público cristão, ao exemplificar sua fé na igreja e em Deus de uma forma quase fanática – aparentando pouca tristeza pela morte da filha.

A Cabana, portanto, é isso: um filme bem intencionado (aos cristãos), mas incrivelmente falho em termos técnicos, de atuações (todos no “piloto automático”, com exceção de Octavia Spencer, que ao menos tenta trazer algo bom em sua atuação) e de uma narrativa que repete inúmeras vezes a mesma mensagem por toda sua longa extensão, sendo uma experiência que pode soar decepcionante para todos os públicos, independente de sua crença religiosa, devido à superficialidade e falta de melhores argumentos de seu insosso roteiro sobre um tema tão importante quanto o perdão e as formas de superar a perda de um ente querido. Acaba sendo um medíocre livro de autoajuda em formato de filme.
Maria C.
Maria C.

10 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de maio de 2015
"A Cabana" é um livro daqueles que se começa a ler e não se quer mais parar! Lí em um ou dois dias, gostei muito da trama, desperta curiosidade, sentimentos e emoções, como deve fazer toda boa história.
Recomendo!
Leonardo C.
Leonardo C.

6 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 15 de junho de 2017
você é religioso ?? se não, esse filme não é pra você, será maçante, chato. o roteiro fraco, achei que o tema com um bom potencial, mas o roteiro fraco, a atuação do Sam Worthington é horrível, não me convenceu e momento nenhum o tom de luto dele. Octavia Spencer esta muito bem, convence como deus, mas não é suficiente pra salvar o filme.
Daniane G.
Daniane G.

2 seguidores 18 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 5 de janeiro de 2019
Muito bem produzido, consegue mostrar de uma maneira simples o amor em bondade de DEUS e também da trindade
Fernando L.
Fernando L.

29 seguidores 81 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de abril de 2017
Ótimo entretenimento. Lindo. Emocionante. Bela mensagem. Adoro filmes em que Deus aparece. Alice Braga, há quanto tempo? ;-)
Hugo D.
Hugo D.

1.892 seguidores 318 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 18 de abril de 2017
Um filme longo, mas que passa sem você sentir. Não possui um roteiro brilhante, mas te prende e faz refletir sobre muitas coisas da vida. Não li o livro, mas curti o filme e achei que ele me passou uma mensagem de paz, de luta, de valorizar quem está do seu lado, de superar adversidades internas e de que a força de vontade pode superar tudo. Gostei da atuação de Sam Worthington, muito dura, dramática e convincente. Claro que o filme possui seus momentos clichês e piegas, mas num geral achei muito bom.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de abril de 2017
Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida.

só tenho a dizer que este filme já posso considerar o melhor do ano até agora, simplesmente perfeito, uma lição de vida, uma grande mensagem, nos faz pensar sobre tudo, recomendo demais, fora que chorei muito 
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