Obra máxima de M. Night Shyamalam, O Sexto Sentido teve uma pelicular campanha de marketing, espelhada no trabalho de divulgação feito várias vezes pelo mestre Hitchcock, que pedia para ninguém revelar o desfecho do filme. E apenas em sua cena final que a plateia descobre, com o queixo no chão, o que estava em sua frente pelas últimas duas horas. Após ajuda o pequeno Cole Sear com suas visões dos mortos, o psicólogo infantil Malcom Crowe finalmente percebe-ao mesmo tempo a atônita plateia que ele também era um deles.
Grande clássico do suspense do final da década de 90! Um filme que deve ser visto e sempre lembrado. Primeiro grande filme de M. Night Shyamalan com grandes atuações de Bruce Willis e Haley Joel Osment. O filme te envolve num clima de suspoense constante com cenas muito bem dirigidas e possui um final surpreendente e arrebatador. Ainda possui uma ótima fotografia e edição. É um filme obrigatório para quem gosta do gênero, imperdível!
Absolutamente impecável. Esta única frase seria necessária para qualificar "O Sexto Sentido". Mas, como tudo, exige um necessário e incômodo ( já que em filmes como esse nos faltam palavras) "porquê", vamos lá. O roteiro excepcional surpreende o público com seu desfecho hipinotizante, que nos deixa sem reação. A mão firme de um ótimo diretor nos deixa estarrecidos (sua forma de esconder o óbvio do público até o último segundo é surpreendente). Mas o show aqui é sinceramente de Haley Joel Osment e isso, sinto muito, não dá pra justificar. Como também é injusticável a perda do Oscar desse excelente ator para Michael Caine. Se caso fosse para Tom Cruise a gente podia até encontrar uma explicação, mas para esse ator... Ah, Bruce Willis também estava perfeito para um ator de ação.
Exemplo de um roteiro inteligente e bem executado. Belíssimo trabalho do garoto Haley Joel Osment. Para um personagem difícil, que se apresenta permanentemente tenso, exigindo um alto grau de dramaticidade para uma criança de 11 anos, acaba dando um banho de interpretação. Merecida a sua indicação ao Oscar e o seu talento já se confirma em trabalhos posteriores ("A Corrente do Bem"). Direção de muita sensibilidade, para um tema delicado que poderia ter caído na pieguice ou resvalado para o cômico/grotesco. Belo filme!
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