Tá entendi a lição de moral do filme ´´a hipocrisia entre as aparências``. Mas achei o filme NOJENTO E DOENTIL como normalizam um pedófilo? Acho muito esquisito ninguém falar sobre isso GENTE ele era obcecado pela menina e isso não tem desculpa. Acho que no oscar 2000 tinha opções muito melhores a serem feitas, esse filme ganhou 5 indicações, melhor filme (tambem estava indicado a espera de um milagre e o sexto sentido), melhor ator (concorrendo com o Roussel Crowe por o Informante) melhor direção, melhor roteiro original e melhor fotografia.
Não consigo me expressar em palavras sobre o quão estranho e sem sentido achei esse filme. Demorei muito pra conseguir ver tudo, é muito parado e não conseguiu segurar minha atenção. A impressão que eu tive sobre ele foi que acontece muita coisa ao mesmo tempo mas a história não se prende a nenhum desses acontecimentos, fica tudo muito vago. E o final.. nem vou comentar sobre o final.. apenas assistam e vejam por si mesmos.
Um filme bem simplesinho passa algumas lições de moral e mensagens, mas não acho que devia ter ganho Oscar, o roteiro é mais ou menos e o Kevin Spacey não esta tão bem para ganhar oscar e ainda conseguir arrancar o oscar de denzel washington, pra mim o filme é mais ou menos mais pra menos não tem nada de engraçado e chega ser até besta é bem fraquinho o filme, o unico filme mediano de Sam Mendes os outros são porcaria!!!!!!, enfim filme bem fraquinho
...Filmaço em todos os sentidos. Não concordo com a classificação do portal quanto ao gênero da obra. Absoluto na exposição das entrelinhas, isto é, a hipocrisia do american way of life. Nota máxima para direção, elenco, fotografia, trilha, enfim, merece tranquilamente figurar entre os 1001 filmes a serem vistos antes de morrer.
Viver de aparências pode até ser possível mas um dia isso tem que mudar. Este filme relata muito bem a quebra de paradigmas da sociedade, que começou a aparecer um pouco mais no final do século passado, mostrando nada mais nada menos do que a verdade nua e crua. O personagem Lester, interpretado por Kevin Spacey, começa a praticar o seu "Carpe Diem" de uma forma que vem a incomodar os infelizes que estão por perto. Como diz a música do conjunto Herva Doce: "alegria alheia incomoda". É um típico filme americano com toda aquela hipocrisia de adquirir status ao mostrar para o vizinho ( literalmente ) que sua família é uma família normal e feliz, que sua grama é a mais bonita, e o pior, encenar esta mentira dentro de casa para sua própria família. Mas o personagem,com o decorrer da trama, começa a fica meio que de saco cheio dessa baboseira e passa a viver a vida que sempre teve vontade. É claro que a partir de então, muitos não aprovam ( ou se questionam ?) e outros simplesmente invejam sua autenticidade. O filme é uma realidade que mostra para o público que em alguns casos, quem não adere ao "sistema padrão da vida" ( que já está começando a ficar extinto, ou não ? ), está "cavando sua própria cova". Mas o personagem Lester só tem um objetivo nisso tudo: ser feliz. E ele foi. Minha nota para esta obra-prima do cinema é 10.
Este filme me fisgou de uma maneira que eu não estava preparado na época que o assisti. Me surpriendeu logo na primeira vez que o assisti. Me lembro que eu estava um pouco desestimulado com os filmes e seriados da época, muito clichês e bastante previsíveis. Este filme foi o que me fez não abandonar as obras norte-americanas. Não se iludam com o título...
o que achei interessante é o fato da morar do filme ter aparecido bem no final, quando o protagonista do filme, reconhece que sempre foi feliz e que nunca tinha percebido. Mas é um belo filme assisti várias vezes.
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