Batman Vs Superman - A Origem Da Justiça
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Veralane B
Veralane B

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5,0
Enviada em 25 de outubro de 2018
Não gosto de filme de ação, devido porradaria e tiros constantes, diálogos longos massante, não me prende e sempre durmo. Fiquei com vontade de assistir pela protagonista ser Jennifer Garner uma atriz carismática e talentosa. O filme faz espectador ter empatia pelo personagem, cenas de luta bem feita, a trama vai se desenvolvendo sem muitos mistérios. Não gostei muito da fotografia, lembra séries policiais.
Eduardo Bicalho L.
Eduardo Bicalho L.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de setembro de 2018
Filme impactante, muito sombrio e extremamente corajoso ao colocar os dois heróis mais importantes da DC um contra o outro, quem diria que o Batman derrotaria o Superman em uma luta épica, spoiler: já a explicação para oque os críticos odiaram o tao famoso "Martha" só não consegui ver quem não quer, o Batman é um ser humano e tem suas fraquezas o cara é atormentado pela morte dos seus pais, alem de sofrer com pesadelos constantemente, grande filme parabéns Snyder
anderson j
anderson j

302 seguidores 222 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 18 de abril de 2018
Simplesmente Épico. Oque Zack Snyder fez aqui certamente ficará marcado pra sempre, pro bem e pro mal, no meu caso pro bem. O filme poderia sim ter sido melhor, mas Zack Snyder optou por levar seu filme à um caminho até então nunca explorado e o resultado é marcante simplesmente fantástico, precisei rever muitas vezes pra entender o propósito do diretor mas ao compreende-lo não ha oque dizer sobre seu filme a não ser chama-lo de Obra-prima. A música desse filme é de arrepiar os efeitos são maravilhosos o elenco está afiadíssimo embora a interpretação de lex lutor, do Jesse Eisenberg, tenha ficado abaixo do esperado as intenções do vilão são de fato maléficas e persuasivas e você acredita em todo mal que lex quer causar. o filme nao tem a menor preocupação de explicar certas informações para seu público, mas eu não vi isso como defeito ou furo, vi como um planejamento do diretor estabelecer sua visão deste universo,infelizmente essa visão se encerra neste capítulo. Zack compõe imagens belíssimas sequências de ação sensacionais e amarra tudo de maneira diferente, pode ate soar como apressada, mas se você entende as estrelinhas do filme chega a dar arrepios de pensar pra onde Zack esta levando seus projetos futuros. enfim acho esse filme um presente do cinema e é uma pena este universo ter pendido pro lado Marvel, que também é um universo maravilhoso inclusive gosto ate mais, Mas a riqueza da DC está na maneira mais séria de retratar seus heróis embora exista o contexto fantástico. isso se perdeu com a saida de Zack e esta tudo desconjuntado atualmente. Mas BvS pra mim É um marco por oferecer essa proposta além de seu tempo.
Victor M.
Victor M.

2 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de março de 2018
Minha nota se refere à VERSÃO ESTENDIDA. Ótimo filme, construção dos personagens principais muito bem feita, personagens secundários também são bem inseridos na trama, trilha sonora muito boa e belas cenas de luta. 5 ESTRELAS.
Edson S.
Edson S.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de janeiro de 2018
um dos melhores filmes de heróis do cinema, com ótimos argumentos e uma boa produção, elenco muito bom.
Jef R.
Jef R.

3 seguidores 24 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de novembro de 2017
Adorei o filme. A história é ótima e tem um bom roteiro. Vale a pena ver e recomendo. Esperando o próximo!
Jairo D.
Jairo D.

1.348 seguidores 305 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de agosto de 2017
'Batman V Superman' é um excelente início pra algo ainda maior, abrindo uma real possibilidade de termos mais filmes de outros heróis, para então compor a Liga da Justiça.
Se a DC estava em busca dos seus próprios “Vingadores” no quesito de sucesso nos cinemas, conseguiu e com maestria, indo para um lado mais sombrio do que a Marvel.

Zack Snyder e sua fórmula para filmes de Super Heróis prova que sua visão é ainda uma das melhores, atualmente para este tipo de mercado, entregando tudo que prometeu e ainda um pouco mais. Simplesmente não entendo o porque de tanta negatividade em torno do trabalho do diretor.
Senhor Humungus
Senhor Humungus

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5,0
Enviada em 31 de março de 2017
Este ano um filme reunindo Batman e Superman finalmente estreou nos cinemas, um encontro que esperou mais de 75 anos para acontecer. O filme veio acompanhado de polêmica pelo fato da versão cinematográfica ter sido projetada com vários cortes – 30 minutos cortados e que deveriam estar ali, provavelmente para aumentar o número de sessões e gerar mais renda. Após alguns meses, o estúdio lançou a versão integral do filme em versão blu-ray com 3 horas de filmagens. Apesar desses problemas, imagino que o filme seja o maior blockbuster político já produzido. Nunca um filme com discussões políticas tinha alcançado tão grande bilheteria e número de home videos vendidos, principalmente a versão integral em blu-ray.

Apesar de muitos identificarem como a principal discussão política do filme a problemática sobre se uma entidade com grande poder, com grande força de destruição, respeitaria leis internacionais – com o Superman apresentando-se como uma alegoria ao poder coercitivo acumulado pelos EUA, o qual, por sua evidente superioridade militar sobre os exércitos do restante do mundo, passa por cima de qualquer jurisdição internacional na busca de seus interesses políticos e econômicos -, outros veem o filme como uma crítica ao fascismo permeado de simbolismo religioso.

Como a relação entre um grande poder acumulado em uma entidade e as leis é bem explícita nos diálogos do filme, vou me concentrar na questão do fascismo apresentado no longa. Um fascismo representado pelo cansado e frustrado Batman.

O filme começa com a luta entre o Superman e o General Zod de Krypton em Metrópolis. Essa luta dizima boa parte da cidade e faz com que muitos vejam o Superman com grande desconfiança. Entre os presentes na cidade durante a batalha estava o bilionário Bruce Wayne, alter ego do Batman, ou vice-versa.

Alguns meses se passam e o Superman torna-se um assunto corriqueiro na cidade, com alguns apoiando o herói e outros desejando que ele vá embora. Enquanto isso, o psicologicamente debilitado Batman torna-se cada vez mais obcecado pelo alienígena. Cada dia que passa, apesar das boas intenções do Superman, Batman o enxerga cada vez mais como uma ameaça. A vida do Cavaleiro das Trevas passa a ser dedicada ao herói de Krypton, numa obsessão por encontrar maneiras de destruí-lo. Essa fixação constante por uma suposta ameaça é uma das características do fascismo. O fascista passa a se ver ameaçado por forças que ele imagina terem poder para destruir seus valores, crenças e modo de vida. Há um sentimento de iminência, de imediaticidade, em relação a sua destruição pessoal pelas forças de seu inimigo. O fascista tem por característica superdimensionar o tamanho da suposta ameaça que enfrenta. E faz isso para aumentar sua sensação de heroísmo pessoal frente ao inimigo. O fascista se enxerga como um herói enfrentando forças muito além das suas próprias possibilidades. Há um culto ao heroísmo e à morte heroica pelo fascista, o qual, de acordo com Umberto Eco, “aspira à morte, anunciada como a melhor recompensa para uma vida heroica. O herói Ur-Fascista espera impacientemente pela morte. E sua impaciência, é preciso ressaltar, consegue na maior parte das vezes levar os outros à morte.” No filme, vemos que Batman resolve apostar tudo na guerra pessoal contra o alienígena, o qual ele vê como uma ameaça. Ele aposta sua vida e julga que finalmente sua existência dedicada à luta vai ter valido a pena. Ele quer morrer como um herói ao destruir a ameaça externa.

Vemos no começo do filme, ao olhar para os céus onde estava o Superman de forma irritada e impotente, que o Batman – um homem frustrado pela sua luta contra o crime, a qual ele via como quase inútil, pois “os criminosos são como ervas daninhas, você retira uma e nascem outras no lugar” – se sentia abalado pela impossibilidade de enfrentar o alienígena. Uma “sensação de impotência que torna homens bons cruéis”. Um homem que já se sentia impotente por não conseguir obrigar o mundo a ser como ele queria que fosse – afinal, “as coisas só fazem sentido se nós as obrigamos a fazer” -, desaba ao perceber que uma nova força maior ainda surgia. Um homem para quem “o pacifismo é mau porque a vida é uma guerra permanente” (Umberto Eco) se desesperava porque o inimigo que o fazia se sentir inferior era um alienígena, um estrangeiro, alguém que não nasceu em sua terra e não compartilhava de seu sangue. Contudo, apesar de ser poderoso, ele poderia ser derrotado, porque não era um homem. O Superman, para o Batman, era menos do que um homem, era uma coisa sem humanidade, a qual merecia ser caçada como um animal selvagem.

"Os adeptos do fascismo devem sentir-se humilhados pela riqueza ostensiva e pela força do inimigo. Quando eu era criança ensinavam-me que os ingleses eram o “povo das cinco refeições”: comiam mais frequentemente que os italianos, pobres mas sóbrios. Os judeus são ricos e ajudam-se uns aos outros graças a uma rede secreta de mútua assistência. Os adeptos devem, contudo, estar convencidos de que podem derrotar o inimigo. Assim, graças a um contínuo deslocamento de registro retórico, os inimigos são, ao mesmo tempo, fortes demais e fracos demais.”

Superman era poderoso, mas não era humano. Essa contradição na mente do fascista entre a superioridade e a inferioridade simultâneas do inimigo se resolve pela desumanização do adversário, o qual passa a ser tratado como não humano. E como matar um não humano? Com indignidade. Pisando em sua garganta, atravessando seu peito com uma lança de caça.
No filme, Lex Luthor nos diz que apenas estimulou a raiva do Batman pelo Superman, e ele fala a verdade. Ele só estimulou algo que já estava lá. É uma das características do fascista aceitar cegamente apenas aquilo que justifica seu ódio. Quando Alfred tenta argumentar com seu patrão a respeito da insanidade de levar sua luta adiante, Bruce Wayne não dá ouvido. Quando o Superman tenta o diálogo, a mesma coisa acontece. O fascista não está interessado no diálogo, não está interessado naquilo que pode mostrar-lhe o quanto ele está errado. Ele aceita apenas o que fornece razões a sua crença sobre o inimigo. Ainda mais se a dissuasão vier de um empregado como Alfred ou de um estrangeiro considerado menos do que um humano como o Superman. Tem uma parte no filme que uma mulher fala que o Batman não entende o diálogo, que ele só entende os punhos, a violência. Ela fala "um homem como aquele não entende as palavras. Sabe o que ele entende? Os punhos"
Quer dizer, ela tá falando que não dá para tentar dialogar com extremistas, porque eles não querem saber disso. Não ligam para argumentos e razões...

O elitismo é outra marca do fascista. Para o fascista, a ação se justifica pela própria ação e não é preciso pensar muito sobre o inimigo. Ele é o inimigo, é uma ameaça e pronto. Fim de conversa. A ameaça deve ser exterminada.

Na versão dos cinemas algumas cenas envolvendo Clark Kent foram cortadas, e, por essa razão, só podem ser vistas no blu-ray de três horas. Nessas cenas, vemos o repórter do Planeta Diário a investigar as ações do Batman em regiões pobres de Gotham City. Superman conversa com os moradores para saber como eles veem o Homem-Morcego. Ele percebe que muitos o enxergam como uma fonte de coerção constante e violência. Um senhor de idade até mesmo diz que não é bom andar durante a noite pela vizinhança, pois “ele está com fome e está caçando”. Caçando os “não humanos”, a ralé, os pobres. Todavia, mesmo entre os pobres, há aqueles que dizem que o Batman está certo, e que ele só espanca bandidos, só espanca quem merece ser espancado.

Batman, o frustrado, o psicologicamente debilitado, o elitista aristocrata, passa até mesmo a matar seus adversários. Ele não o faz a sangue frio, mas isso não significa que se importe com a vida daqueles que ele combate. “O Ur-Fascismo provém da frustração individual ou social” (Umberto Eco). Dessa forma, a frustração em relação a uma realidade que não se adequa ao que ele deseja como ideal e o medo infundado em relação a um inimigo externo ameaçador, tornam o Batman cada vez mais psicótico e obsessivo. A realidade, apesar de ser forçada a fazer sentido, não se encaixa nos valores do Batman, não funciona como ele queria que funcionasse. O desprezo por valores diferentes e pelo conflito entre eles é outra característica do fascista.

No fim do filme, o Deus morre como homem para absolver a humanidade, representada pelo Batman, de seus pecados de violência, ódio pelo diferente e intolerância. Basicamente Jesus.

Tem também a questão da empatia pelo diferente.
Na cena em que o Superman ia ser morto pelo Batman fascistão e o Batman descobre que a Martha, mãe do Superman, ia morrer, ele se vê no outro. Ele lembra que, assim como o Superman, ele era um menino indefeso e desesperado para salvar a mãe. Ele percebe que ele está agindo como o cara que matou sua mãe a sangue frio.
O extremista com ódio pelo diferente finalmente se coloca no lugar do diferente, que é o Outro, e percebe que ele é uma pessoa também. Com fraquezas, família, medo, etc. Ele descobre a empatia pelo diferente.

Há também no filme questões teológicas, como o Batman querer provar que o Superman não é um Deus, pois, se assim fosse, Deus existiria e seus pais, então, não deveriam ter morrido no beco. O Superman como uma espécie de Jesus, esculachado em vida e reverenciado na morte. O fato do monstro final chamar-se “Juízo Final” e os deuses estarem lutando numa espécie de inferno de fogo enquanto o humano só pode assistir à luta perplexo.
Como qualquer filme, ele pode ser interpretado de diversas formas.
Davi F.
Davi F.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de março de 2017
Um dos melhores filmes de herói e também de quadrinhos, Zack Snyder fez um exelente trabalho com o fime. O filme ainda conta com uma versão estendida que consegue enriquecer ainda mais o filme.
Eduardo G.
Eduardo G.

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de janeiro de 2017
Um ótimo filme com uma trilha sonora perfeita, com muita ação e suspense, um filme perfeito para qualquer pessoa que goste de heróis
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