Estrelas Além do Tempo
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4,6
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286 Críticas do usuário

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Andreia Kal O.
Andreia Kal O.

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5,0
Enviada em 20 de novembro de 2017
Inspirador!!! Amei este filme!!! No início não sabia que se tratava de uma história baseada em fatos reais!!!
No final quando mostram as verdadeiras protagonistas desta história,fiquei mais inspirada ainda!!!
Recomendo a todos porque é contagiante a força destas mulheres,com certeza capacitadas por Deus,para fazerem a diferença em uma época tão difícil não só pelo absurdo racismo,mas tbem por serem mulheres!!!
Quero aqui deixar minha homenagem e meu agradecimento há estas guerreiras que partilharam com o mundo,suas lindas trajetórias de vitória!!!!
Que merecem ser aplaudidas de pé!!!!!
Nicolas R.
Nicolas R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de abril de 2018
Olha, não sou pessoa de assistir esse tipo de filme, mas "Estrelas Além do Tempo" me surpreendeu é muito, é um filme muito bom, com ótimo enredo, e com ótimas atrizes.
Fernanda Sousa
Fernanda Sousa

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5,0
Enviada em 28 de abril de 2024
Muito bom, amei demais. És um super filme. Bom pra assistir junto com a família, nota 10 em tudo do filme.
Jane Lima
Jane Lima

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5,0
Enviada em 28 de abril de 2024
Esse filme aborda o empoderamento femenino e temas como o racismo. Ótima dica para conscientização da sociedade.
Matheus Christian
Matheus Christian

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 28 de abril de 2024
Ótimo filme, recomendo para toda família. Emocionante história em plena guerra fria do estados e união soviética.
Carlos Taiti
Carlos Taiti

8 seguidores 330 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de fevereiro de 2026
**Estrelas Além do Tempo (2016) – 127 min** é um daqueles dramas biográficos que não apenas contam uma história — eles reposicionam a História. Dirigido por **Theodore Melfi**, o filme mergulha na corrida espacial em plena Guerra Fria para revelar o que por décadas ficou à margem: a genialidade de três mulheres negras que foram fundamentais para o sucesso da **NASA**. Aqui, ciência, emoção e crítica social caminham juntos em um cinema que é ao mesmo tempo inspirador e dolorosamente real.

**Elenco e personagens:** **Taraji P. Henson** interpreta Katherine Goble Johnson com uma força silenciosa — uma mente brilhante em um mundo que insistia em vê-la apenas como “corpo”. **Octavia Spencer** é Dorothy Vaughan, a líder que entende antes de todos que o futuro pertence à tecnologia e à linguagem das máquinas. **Janelle Monáe** vive Mary Jackson, a engenheira que desafia um sistema educacional segregador para existir onde diziam que ela não podia. No núcleo da NASA, **Kevin Costner** entrega um chefe pragmático que, ao priorizar o talento acima do preconceito, simboliza a ruptura com protocolos desumanos. Ainda temos **Kirsten Dunst**, representando a burocracia institucional que reflete o racismo estrutural da época.

**Enredo e construção dramática:** o filme acompanha a urgência americana para superar a **União Soviética** na corrida espacial após o envio do primeiro homem ao espaço. Nesse contexto, a precisão matemática se torna questão de sobrevivência nacional. A narrativa constrói bem a tensão entre genialidade e exclusão — a corrida até o banheiro segregado, o café servido em uma garrafa separada, a sala onde apenas homens brancos podiam entrar. Cada pequena conquista é uma revolução. Ainda assim, como você observou com precisão, dividir o protagonismo entre três trajetórias extraordinárias dilui a profundidade individual de cada uma; há material para três filmes diferentes.

**Produção, fotografia e efeitos:** a reconstituição de época é elegante e funcional. A fotografia aposta em tons quentes e clássicos, criando contraste entre o ambiente frio e mecânico dos cálculos e o calor humano das protagonistas. Os efeitos especiais não são o centro — e nem precisam ser — porque o verdadeiro espetáculo está na inteligência em ação, nos quadros cheios de números, na tensão do lançamento e da reentrada da cápsula.

**Atuações e impacto emocional:** Taraji P. Henson carrega o coração do filme com sensibilidade e imponência. Octavia Spencer, como sempre, transforma cada cena em presença absoluta — sua liderança silenciosa é uma das forças mais poderosas da narrativa. Janelle Monáe traz energia e indignação necessárias para quebrar as barreiras do sistema. Kevin Costner representa o homem que, ao arrancar a placa do banheiro segregado, não faz apenas um gesto simbólico — ele redefine o espaço.

**Temática e relevância:** assim como **O Grande Desafio**, **Mãos Talentosas**, **Homens de Honra**, **A Luta por Justiça** e **Quase Deuses**, este é um cinema de ruptura — histórias de nomes que desafiaram estruturas e reescreveram o lugar do negro na sociedade americana. É sobre cérebro onde diziam existir apenas força física.

**Veredito:** *Estrelas Além do Tempo* é emocionante, necessário e historicamente reparador. Pode não aprofundar individualmente cada protagonista como poderia, mas ainda assim entrega um dos retratos mais humanos da corrida espacial e do racismo estrutural. É cinema que inspira, educa e emociona.
**Vale a pena assistir?** Sem dúvida — é mais do que um filme, é reconhecimento tardio transformado em arte.

**Nota:** 8/10
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