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Neto S.
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773 críticas
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2,0
Enviada em 21 de dezembro de 2015
No ano de 1996, dois grupos de alpinistas liderados por Rob (Jason Clarke) e Scott (Jake Gyllenhaal) se unem na tentativa de escalar o monte Everest, mas uma grande nevasca coloca a vida de todos em risco. Com a esposa grávida (Keira Knightley), Rob é menos aventureiro que Scott, se preocupando com a segurança dos membros de sua equipe. Ele lutará bastante para tentar proteger a todos.Fraco,Filme nao te Prende na TV, Atuaçoes Medianas, Filme nao da Emoçao, Mais tem um Belo Visual, Fraco Nota 4.0
Da série "Iludido por um trailer". Um filme com tantos bons nomes no elenco, escalando o monte mais alto do mundo... Posso dizer que esperava mais. Se formos falar de bilheteria, ok. Orçamento relativamente baixo, em torno de 60/70 milhões de dólares, com uma receita em torno de 180 milhões de verdinhas americanas. Lucro na certa. Afinal de contas, "Everest" é muito atraente. Trabalho de efeitos visuais muito bem feito. Lindo de se ver. E de cara me chamou a atenção, com seus pôsters, elenco e é claro, o trailer. Ah, o trailer! Como iríamos nos atrair pelos filmes sem ele? Com a capa? Pode ser, mas já ouviu falar que não devemos julgar um livro pela capa? Pode acrescentar isso em um filme também, mas meu amigo, estamos falando do trailer. Trailer do "Everest" pra ser mais preciso. Aliás, admiro muito quem faz parte da edição desses 2 minutos e meio. É muito legal nos fazer de bobo! Brincadeira. Também não é pra tanto. Vamos falar do "Everest" em minha humilde e singela opinião. O filme começa bem. Tem uma ordem cronológica das coisas. "Tchau, amor". Avião. Acampamento. Treinamento... E nesse meio tempo, você vai vendo a descrição dos personagens, onde também já pode começar a tentar adivinhar quem vai fazer alguma merda. Aliás, pra quem não sabe, o longa é baseado em fatos reais. Todo meu respeito as vítimas do acontecido, mas recapitulando a obra, alguma coisa deu errada no roteiro. Quando alguém decide produzir um longa baseado em fatos, as ações têm, digamos, limitações as quais seguir. Não dá pra "viajar" em criar situações que ali não existirá. Até aí, beleza! Nota-se que o diretor Baltasar Kormákur, foi por essa trilha mesmo. E é aí que o longa se perde. O que eles tentaram vender em sua campanha de promoção, não tem nada a ver com o longa-metragem por completo. Escolheram algumas das poucas cenas de "perrengue", jogaram no trailer, junto à efeitos sonoros de tensão (lembram do trailer de Guerra Mundial Z?) e, pronto! (?) Detalhe: depois da primeira hora do filme, tudo é praticamente um perrengue, mas o que quis dizer, foram as cenas das quais onde a vida estava por um fio. Essas cenas que foram poucas. Vale ressaltar as cenas das mortes. Mostradas de uma maneira tão pífia quanto um escorregão. Outro erro. Parece até preguiça da direção em desenvolver algo mais elaborado.
Tudo bem que se trata de um filme que fala sobre fatos reais, mas é muito chato, da um sono e tem pouca ação. O filme em si mostra como uma equipe de exploração vai até o monte Evereste e o que acontece por lá em uma sequencia bem demorada e cansativa.
O nome Everest é uma homenagem a “Sir George Everest” e poderia permanecer como tal, sem o acréscimo de 'e", afinal estamos falando do Monte Everest, a montanha mais alta do mundo.
O longa tem fotografia e imagens belíssimas. E uma história já conhecida por nós, senão a mais famosa: uma tragédia previsível! Em síntese, muita gente pra pouco cume! E o pior, gente, em sua maioria, aventureira, cheia de vaidade e sem experiência alguma em escalada. Sem contar as condições climáticas extremas, tempestades, ar rarefeito e as baixas temperaturas, inerentes ao local.
No início, o filme se arrasta muito, ficando cansativo e quando realmente pega no tranco, não mostra novidade. Inclusive a trilha sonora incomoda, sendo utilizada de forma indevida em algumas situações. Mas “Evereste” nos provoca, ao nos fazer refletir sobre a banalização do montanhismo.
Escalar a montanha é algo perigoso e difícil, não há dúvidas, mas os xerpas minimizam estragos, preparando o caminho, e é por essa razão que alcançar o topo tornou-se algo tão comercial, comum, produzindo “alpinistas inexperientes” e favorecendo tragédias como a de 1996. Basta que vejamos quantos foram de fato os alpinistas que chegaram ao topo sem “babás”. E quantos tiveram o instinto de saberem a hora de desistir, respeitando a montanha e si mesmo, afinal o topo é só a metade do caminho. Esses sim são alpinistas de verdade!!
O montanhismo tornou-se uma indústria lucrativa associada ao turismo. Hoje, basta que paguemos bem para escalar qualquer montanha. Não é preciso ser montanhista, basta ser um “cliente”. E é perturbador pensar que, diante de situações como esta, a essência do montanhismo se perdeu.
Muito bom. Imagens lindas e boa interpretação dos atores. Como evito spoilers, estava achando o final muito dramático. Mas ao saber se tratar de fatos reais ficou tudo bem encaixado e emocionante.
Baseado em uma história real, Evereste é um ótimo filme. Além da tensão que dá no expectador, o filme conta com ótimos efeitos visuais e ótimas atuações. Ele foi muito bem adaptado.
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