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Um visitante
3,0
Enviada em 17 de setembro de 2020
Eu já disse que gosto muito de filmes em que são enquadrados como "romance de adolescentes doentes para arrancar lágrimas", nunca gostei muito dessa denominação, mas Sol da Meia-Noite se encaixa nela, sem dúvidas Entretanto ele na minha opinião tem uma qualidade muito inferior a dos outros do seu tipo minha opinião. Definitivamente não foi um filme desagradável de assistir, pelo contrário. Mas achei que os personagens não ficaram bem desenvolvidos na minha opinião e ao final do filme em que Katie morre ficou mais complicado de sentir a dor dos personagens junto com eles, coisas que ficaram muito melhor em outros "tearjerkers" de romance adolescente, ficou para mim a impressão de que não deu tempo da gente se conectar com aqueles personagens Muitas coisas no filme são muito parecidas com os outros do mesmo tipo , a única e maior diferença seria de que no final foi a mulher que morreu e não o homem, como acontece em quase todos os filmes desse tipo. Entretanto o filme tem sim cenas e diálogos muito bonitas e que certamente emocionaram muita gente(apesar de alguns meio bregas), a relação da Katie com seu pai é muito bonita e nos ensina muita coisa e a trilha sonora do filme é linda também e as atuações são ok Apesar de erros e repetições na fórmula de sempre que tornam esse longa inferior a outros similares. Ele certamente agrada muita gente e é no geral bom, mas apenas bom.
Faz meia hora que estou em lagrimas e provavelmente ficarei assim por mais meia hora. O filme é um super clichê, com o mesmo de sempre, mas trás uma grande moral nas suas entrelinhas. Vi muitas pessoas falando sobre a doença que não foi explicada no filme, mas há uma explicação para isso, o que acontece é que ela não importa. Bom vamos do começo, o filme conta a história de uma menina que possui uma doença raríssima, onde ela não pode ser exposta ao sol de forma alguma, pois corre risco de desenvolver doenças como câncer e até morrer. Mas a vida dela muda quando ela começa a namorar o garoto que ela é apaixonada desde a infância, até o dia que ela acaba ficando exposta ao sol e descobre que tem pouco tempo de vida. Bem o filme em momento algum quis retratar a doença, seria super legal se eles falassem sobre ela, afinal é super desconhecida, mas não era isso que o filme queria falar. Ele queria mostrar como a vida é preciosa, como temos a chance de viver todos os dias a luz do sol, viver momentos inesquiváveis com pessoas que a gente gosta. Em momento algum vemos a nossa protagonista reclamando da vida dela, mesmo vivendo presa pela sua doença, ela é feliz com o pai e a música, que faz ela esquecer esses momentos ruins. Então a mensagem do filme é se você tem a oportunidade, viva a vida intensamente, não reclame só viva, pois não sabemos o que virá amanhã, não viveremos para sempre. A nossa protagonista viveu pouco, mas ela viveu, e com sua música ela deixou a marca dela na terra.
Nunca ouvi falar neste filme, até casualmente ser escolhido como filme da noite... Pela descrição, já sabia que era um belo clichê, maaas nossa, estou até agora com o pensamento nele, a história te prende do início ao fim, até as partes bem bobinhas te prendem! Mas com certeza ele mexe com todos que assistem, na simplicidade ele te leva até as lágrimas, lembrando que a vida é o agora e que você merece e deve ser feliz!
Bom sinceramente a ideia central do filme é boa, mas não foi explorada como se espera. Tem uma ideia forte, um tema forte, e foge da lógica de alguns clichês, porém o tema não foi bem abordado. Claro que a gente sabe que a ideia era ficar nas coisas boas e não mostrar os momentos ruins, assim como nem mesmo a morte de Katie, porém os momentos não tão felizes assim são os que trazem mais emoção pra quem está assistindo. Então o diretor trazer um pouco de emoção pro filme, o tornaria um filme mais clichê, mas o tornaria muito mais interessante. A falta de conteúdo no filme o torna um filme fraco, embora tenha um grande potencial, que de fato foi bem aproveitado.
Clichê, Clichê, Clichê, Clichê, Clichê, Clichê, meninas devem amar esse tipo de filme, mas realmente apenas mais do mesmo, nossa o diálogo do funeral do gato quase me fez vomitar kkkkkk Nota: 1/10
Bom, vi diversas críticas atribuindo o valor de filme “raso” a “Sol da meia noite”, e para ser sincera discordo completamente delas. Existem coisas que se chamam, leitura do leitor, leitura da obra e leitura do autor, e em cada uma dessas podem ser atribuídos valores diferentes a esse filme, acho que sim é um romance clichê tal qual, “a culpa das estrelas” ou “um amor para recordar”, mas sabe o que faz desses filmes clichês nos serem tão “significativos”? Eles nos mostram o quão incerta é a existência, o quão a nossa situação é pequena perto de tantos problemas gigantescos, as pessoas focam em um casal apaixonado que é separado por uma doença, mas pra mim é além, é um casal que vive algo tão lindo que se vai, uma família que perde alguém na mesa de jantar, é um grupo de amigos onde vai ficar aquela eterna brecha, e nos mostra que pessoas não são SUBSTITUÍVEIS! Sei que esses filmes são sucesso e trazem retorno financeiro aos produtores, mas porque não tirar algo proveitoso disso? E o que mais me impressiona é que mesmo com tantos filmes “clichês” falando sobre assuntos tão essenciais, a humanidade permanece a mesma! Eu amei o filme, chorei, diferente do que algumas críticas dizem, foi capaz de despertar algo em mim. Pode até não ter profundidade para algumas pessoas, mas para pessoas rasas, o que teria?
Filme muito bom, pra quem curte chorar, recomendo! Conta a história de uma garota que possui uma doença rara em que não pode ser exposta a luz solar. Bom, não vou dar spoiler, assista ao filme kkkkk
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