Uma Noite no Museu 3 - O Segredo da Tumba
Média
3,9
1364 notas

101 Críticas do usuário

5
22 críticas
4
27 críticas
3
28 críticas
2
19 críticas
1
4 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Victor M.
Victor M.

22 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2015
Se parece um pouco com Uma Noite no Museu 2. Muito fraco.
Leandro M.
Leandro M.

21 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de janeiro de 2015
Uma Noite no Museu 3: saudades com um toque de entretenimento familiar

Existem filmes que nos fazem lembrar daquelas pequenas coisas que podem fazem uma grande diferença no nosso dia a dia. Entre elas, o companheirismo e a determinação em conjunto, para que o resultado seja o melhor possível, promovendo o bem a todos.

Assim podemos dizer de “Uma Noite no Museu 3”, que apesar de ter repetido a receita de seus antecessores, foi um longa que realmente cumpriu com aquilo que vinha prometendo, com o objetivo de levar mais ação em uma aventura que teve como principal mote a luta pela vida dos personagens de cera que compunham o Museu de História Natural de Nova Iorque.

No começo do filme, vemos um Ben Stiller, em seu personagem, o guarda Lawrence “Larry” Daley, mais enturmado e com um poder de liderança maior perante a turma do museu, composta pelo ex-presidente Theodore Rossevelt (Robin Williams), Jedediah (Owen Wilson), Otávius (Steve Coogan), Átila, o Huno (Patrick Gallagher), Faraó Ahkmenrah (Rami Malek), entre outros que o acompanharam em mais uma nova jornada, com destino ao museu de Londres.

Após observar que as coisas estavam saindo fora dos eixos, durante a apresentação das peça do Museu nova-iorquino em um evento social, que haviam perdido o controle de suas ações de modo repentino, o guarda se via diante de um novo problema a ser resolvido, que envolvia a placa egípcia responsável em dar vida aos personagens de cera e uma viagem ao museu britânico, em busca das respostas que somente poderia obter através do Faraó, pai de Ahkmenrah, interpretado pelo tarimbado Ben Kingsley.

Mesmo sabendo do risco que corriam os habitantes do Museu de Nova Iorque, de nunca mais poderem ter o privilegio de ganharem vida ao anoitecer o dia, uma vez que a placa sofria de necroses a cada hora que se passava - o que os fazia ter comportamentos estranhos e fora do comum -, o personagem de Ben Stiller, junto ao filho (Skyler Gisondo), mostraram que as diferenças entre eles podiam ser superadas da melhor forma possível, mesmo com a intervenção do lendário cavaleiro Sir Lancelot, interpretado pelo ator Dan Stevens, que ao meu ver, foi um dos destaques do terceiro longa da franquia.

Lancelot começara a ganhar seu antagonismo a partir do momento em que acaba detendo a posse da placa, ainda iludido com a ideia de que haveria de reencontrar o seu reino. Contudo, o personagem que se apresentava feroz e destemido, ao saber da verdade que existia em torno de sua existência, o trouxe a realidade por meio de um choque, o eu o deixou atônito com toda aquela situação. Mas no final, vendo a gravidade do caso e a preocupação de Larry com seus amigos, decide então ser solidário e entregar a placa antes que o pior viesse acontecer.

Em “Uma Noite no Museu 3”, ressalto as performances de Lancelot e da guarda do museu britânico Tilly (Rebel Wilson), que no final, acabou ganhando bem mais espaço para brilhar no longa dirigido por Shawn Levy. Ben Stiller, eu devo admitir, ficou mais convincente no papel do primata Laaa, que embora fosse um bobalhão e talvez, sem tanta importância assim - sendo que durante uma cena do longa, Larry havia deixado claro que Laa nãoo seria tão útil ao longo da empreitada que estava metido junto aos demais -, conseguiu trazer mais uma válvula de humor entre tantas outras, como eram os casos do caubói Jedediah e o guerreiro romano Octávius, que assim como nos filmes anteriores, uniram-se para provocar risos na plateia em mais uma de suas cenas hilariantes.

Já entre as decepções, listo a presença do Faraó feito por Ben Kingsley, que apesar de ser uma peça chave na trama, teve pouco envolvimento com o desenrolar da situação. Tanto é que na cena final - onde como de costume, há uma confraternização entre os personagens -, esteve ausente, fato que nos leva a acreditar que os produtores decidiram optar por não o colocarem nesse momento, ou que tenha sido uma decisão tomada próprio Kingsley. Essa mesma situação havia acontecido em “O Guru do Amor”, quando o ator, interpretando um monge bem inusitado, não figurava entre aqueles que estiveram mais ligados a trama vivida pelos personagens Mike Myers e Jessica Alba, no final do filme. Embora sejam historias bem diferentes, a curiosidade vale ser ressaltada.

Enfim, “Uma Noite no Museu 3” fez o seu papel, e com um humor mais voltado para a família, soube prender a atenção do público, que esteve nos cinemas mais propriamente para acompanhar um dos últimos trabalhos de Robin Williams, morto no ano passado por suicídio, e que nos deixou seu legado de risos e lições de vida valiosas, alem é claro de muitas saudades, pois sabia interpretar desde personagens como o professor John Keating, de “A Sociedade dos Poetas Mortos”, Sean Maguire,de “Gênio Indomável” (que rendeu a ele o Oscar de melhor ator coadjuvante em 1998) a figuras que levavam humor mesclado com dedicação no intuito de transmitir uma mensagem de esperança, como fez ao trajar-se de Teddy Roosevelt.

Não podemos esquecer ainda que Mickey Rooney também teve seus méritos notabilizados pelos críticos hollywoodianos ao longo de sua carreira cinematográfica, e que posteriormente foi homenageado ao lado de Williams. Apesar da breve participação nesse episódio no papel de Gus, chegou a proporcionar risadas com suas tiradas bem sacadas para cima de Larry, quando visitado pelo guarda do museu de Nova Iorque em uma instituição para cuidados a pessoas da terceira idade, junto com seus dois comparsas que fizeram parte do primeiro longa da franquia, Cecil (Dick Van Dyke) e Reginald (Bill Cobbs).
Aline C.
Aline C.

3 seguidores 6 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 6 de janeiro de 2015
Engraçado porém bem forçado algumas cenas, foi uma continuidade meio q sem necessidade
Rafael D.
Rafael D.

20 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de janeiro de 2015
Uma Noite no Museu 3 - O segredo da Tumba, não é um filme que de cara você sai dando gargalhadas, o filme tem um inicio um pouco sem graça mas que serviu para entender o que iria acontecer ao longo da história. O filme tem um bom enredo e uma ótima fotografia, sobre as atuações o excelente Ben Stiller foi bem no papel de Larry Dale mas não passou disso, o protagonismo dessa vez foi dividido com Rebel Wilson, a guarda Tilly e Robin Williams que se despediu do cinema no filme, os outros atores foram no geral muito bem em seus papéis. Em muitos momentos de cenas simples com os mesmos personagens que já vimos nos outros dois filmes é verdade, faz com quem o assistiu com boa intenção, cair em gargalhadas, o filme é capaz de entreter de crianças a até pessoas de mais idade, um filme para a família. Não verdade não podíamos esperar uma história tão diferente dos outros dois filmes não concordam? Uma Noite no Museu 3 - O Segredo da Tumba é leve, engraçado e eficaz no que se propõe a fazer, entreter. O ar melancólico soa de forma interessante no filme, afinal se encerrava ali a franquia, sem falar em Robin Williams que se despediu do cinema no filme e recebeu uma homenagem mais do que justa assim como Mickey Rooney. Ao todo Uma Noite no Museu 3 - O segredo da Tumba inovou pouco é verdade, mas não se precisa inovar quando se tem uma fórmula que deu certo, e Uma Noite no Museu 3 - O segredo da Tumba foi um acerto.
Sandra F.
Sandra F.

15 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 11 de janeiro de 2015
Foi bom.... mas é claro que o primeiro é sem sombra de dúvida o melhor. Acho que poderiam ter aproveitado mais os personagens principais.
Anderson Q.
Anderson Q.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2015
Filme muito bom a concelho todos asistir adorei valeu
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 4 de janeiro de 2015
Com ares de encerramento da franquia, Uma Noite no Museu 3 leva o guarda noturno Larry Daley ao Museu Britânico, em Londres, onde ele e seus companheiros tentam resolver um mistério que ameaça acabar com magia que dá vida a figuras históricas. Com ótimos efeitos especiais e novos personagens, o longa diverte tanto quantos os anteriores e continua como ótima opção para o público jovem. O interessante desse longa é a nova locação, a qual garante novidade para a aventura - e isso é ótimo. A história é simples e tem ritmo acelerado, com muitas cenas de perseguição, combates e momentos cômicos para envolver as crianças. Pode se dizer que o filme é totalmente cansativo pelo o tema a ser abordado, um museu em Nova York, onde criaturas em exposição criam vida e se envolve em aventuras, o público espera um filme com mais emoção, humor, por que desde o 2° Uma Noite do Museu não vemos esses tópicos importantes.
O filme tenta causar emoção ao mostrar os problemas na relação entre Larry e seu filho (Skyler Gisondo), mas quem rouba a cena mesmo são dois atores que deixaram saudade em 2014. Mickey Rooney faz uma curtíssima aparição. Robin Williams, por sua vez, tem a oportunidade de fazer uma bela despedida, em que a trama se confunde com a vida real e com o triste destino do artista, sendo capaz de arrancar algumas lágrimas do público. A despedida de Williams é totalmente emocionante, esse filme chega a ser marcante não pelo enredo, mais pelo último filme do grande comediante que era Robin Williams, além de Mickey Rooney e Williams temos também provavelmente veremos também pela última vez nas telonas Dick Van Dyke, que no auge de seus 89 anos contracena alegremente dançando com algumas senhorinhas.
A sensação agridoce que o público experimenta ao fim do longa é um sinal de que talvez a saga vivida na noite no museu nova-iorquino tenha, de fato, chegado ao fim. Embora a última cena do longa dê margem para que essa situação possa ser revertida. Mais se houver uma continuação para a franquia, não há nenhuma dúvida de que o próximo passo natural seja Ben Stiller e todos os seus empoeirados companheiros vivendo novas aventuras, desta vez no Louvre. Pode não ser exatamente o sonho de todo cinéfilo, mas também não há muito do que reclamar. Certamente, há franquias muito piores e mais longevas por aí.
Marcelo C.
Marcelo C.

5 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 5 de janeiro de 2015
Com ares de "Sessão da Tarde", ainda assim esse filme conseguiu me fazer rir (destaque pra divertidíssima cena do metrô). Não é um filme "intelectual", é claro, mas as cenas da Rebel Wilson e o adeus do lendário Robin Williams (que poderia ter uma despedida mais honrosa nas telonas), aliviaram o fraco roteiro.
Fabio B.
Fabio B.

3 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de janeiro de 2015
E um bom filme faz jus a trilogia que faz parte e uma bela homenagem aos falecidos Robin Williams e Mickey Rooney, é bem engraçado dei boas risadas.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Já é tradição no Cinema a realização de produções voltadas especialmente para as famílias. Filmes menos pretensiosos, que visam alcançar o público mais jovem ou infantil, há décadas provaram ser um negócio bastante lucrativo, sejam eles na forma de animações (muito bem exploradas por Disney e Pixar, por exemplo), adaptações literárias (Harry Potter ou heróis da Marvel), ou blockbusters (como Piratas do Caribe). Muitas vezes, nem sempre a bilheteria no cinema é que garante o lucro, mas a possibilidade de vendas de brinquedos licenciados, dvds e parcerias com restaurantes na forma de brindes são os principais motivos para esta fórmula não ser abandonada, sem falar na (atualmente) irritante possibilidade de se tornarem uma franquia.

Em Uma Noite no Museu (2006), um jovem diretor, Shawn Levy, acostumado com comédias leves e familiares (O Grande Mentiroso (2002), Recém Casados (2003) e Doze é Demais (2003), entre outros) foi escalado para ficar à frente de um projeto com elenco estelar, e que - pelo menos entre o público infantil – foi uma grata surpresa. A espetacular aventura cheia de efeitos especiais fez o suficiente para ficar na cabeça (e no coração) das crianças por um bom tempo. Após três anos sem dirigir nenhum filme, Levy retornou com a sequência do museu encantado, em Uma Noite no Museu 2 (2009), com o mesmo grande elenco, embora seja a ótima estreante na franquia Amy Adams quem se destaca, e o filme consegue mais uma vez agradar as crianças, com seu humor básico e pastelão, mas já dava sinais de desgaste, com uma sequência desnecessária.

Então, no primeiro dia de 2015 estreará o fechamento da trilogia, Uma Noite no Museu 3: O Segredo da Tumba. Mesmo diretor, mesmo elenco principal (Ben Stiller, Robin Williams, Owen Wilson, etc.) e, quem diria, o mesmo roteiro esgotado de possibilidades que precisou ir a outros lugares do mundo para tentar dar um “frescor” desesperado contra a falta de criatividade. Desta vez, o segurança do Museu Larry Daley (Ben Stiller) seguia normalmente com seu trabalho, até que um dia descobre uma peça que faz os objetos ganharem vida, e percebe que por estar enferrujando, todos os seus amigos do Museu correm o risco de ficarem inanimados para sempre. Com o objetivo de salvar a turma, ele vai para Londres pedir auxílio ao Faraó (Ben Kingsley), que está exposto no museu inglês.

Na tentativa de salvar a magia antes que ela vá embora para sempre, Uma Noite no Museu 3 ainda é um filme interessante, pois sua aventura estimula a imaginação, mesmo que em menor escala, graças aos dois filmes anteriores. Mesmo que não haja um vilão, como de costume em filmes deste gênero, o herói - personagem de Stiller - tem um grande obstáculo à frente, o que é essencial para impulsionar a narrativa. É disso que se tratam os filmes de Aventura, a capacidade do herói em superar tais obstáculos alheios à sua vontade. Os bons efeitos e a direção consistente de Levy, fazem deste um filme sem grandes erros, mas também sem muita inspiração. Em tom de despedida, o diretor busca sair mais da comédia e envolver o espectador pelo lado emocional, e consegue em alguns momentos ter sucesso, especialmente entre as crianças e os fãs da franquia.

A verdade é que Uma Noite no Museu 3 pode até ser um filme desnecessário, mas é inofensivo. Talvez seu impacto tenha sido maior por ser o último filme fisicamente protagonizado por Robin Williams e por Mickey Rooney, dois talentosíssimos atores que nos deixaram este ano. O bom desempenho de Dan Stevens como Sir Lancelot é outro ponto positivo. E vale lembrar que, estamos falando de um filme que crianças vão para assistir a esqueletos de dinossauros, bonecos “de cera” e um macaquinho ganharem vida dentro de um museu, então nem tudo precisa fazer tanto sentido.

Toda a trilogia me pareceu uma piada legal que foi esticada além do necessário e acabou perdendo a graça aos poucos. Mas nem posso dizer que é o fim mesmo. Ao ver Stiller praticamente “passando o bastão” para Rebel Wilson, não me surpreenderia se daqui alguns anos uma quarta aventura fosse anunciada. Em meio a algumas tristes e certas despedidas, como Stiller e Robin Williams, talvez possamos dar olá a uma nova protagonista, mas o filme, apesar de umas boas e novas piadas, é mais do mesmo e ficará mais lembrado como o último sorriso na tela de um ator que arrancou centenas de milhares de sorrisos nos cinemas de todo o mundo.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa