Flores Raras
Média
4,1
257 notas

43 Críticas do usuário

5
19 críticas
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Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 22 de junho de 2018
FLORES RARAS, um filme sobre a amizade que se transforma em amor e do amor que se transforma em amizade e suas consequências.para a vida toda.. Excelente, com um bom roteiro, boa fotografia e história consistente, além das atuações, principalmente de Glória Pires, que rouba a cena atuando de forma impecável e magnífica em língua inglesa, sem sotaque algum e interpretando sua personagem sem se perder por interpretar numa língua que não é sua. SUPER RECOMENDO A TODOS.
Leonardo G. Wild
Leonardo G. Wild

8 seguidores 43 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de abril de 2018
Um filme voraz. Com personagens de profundidade, de certa motivações e com uma fotografia sem muita ambição, mas que ganha o espectador na beleza presente nos enquadrou simples.
Flores raras é um filme do seguimento cult, lançado em um momento onde não se fala muito de lésbicas , fora do esteriótipos. E convida a pessoa a mergulhar nesse drama baseado em fatos.
A atuação não deixa nada a desejar, tendo elenco internacional e grande orçamento.
liliane c.
liliane c.

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5,0
Enviada em 15 de outubro de 2017
História contada lindamente. Sem destacar a questão do preconceito social ou aceitação da família. Foco no cotidiano de uma casal e suas reviravoltas, força x fragilidade. Consegui sentir a dor da perda... E que dor.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.471 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
O tema "polêmico" de Flores Raras não existe há muito tempo, e apenas as mentes reduzidas de nossa época, que infelizmente não são poucas, irão enxergar qualquer anomalia no fato da história girar em torno de um triângulo amoroso entre três mulheres: Mary (Tracy Middendorf), a arquiteta Lota (Glória Pires) e a poetisa Elizabeth Bishop (Miranda Otto), todas encapsuladas em tramas tridimensionais. Sensível e inteligente, Bruno Barreto demonstra que a principal anomalia desse relacionamento é o ego controlador e descontrolado de Lota, uma arquiteta que através das influências políticas e dinheiro consegue manter em sua isolada casa no campo a ilusão de um mundo tolerante e tranquilo.
Nicolas M.
Nicolas M.

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5,0
Enviada em 15 de junho de 2015
Filme lindo, com perfeita atuação de Glória Pires. Comovente e sensível, aborda muitos temas em um único filme. Recomendo muito, um dos melhores filmes brasileiros já produzidos.
Willian M.
Willian M.

17 seguidores 46 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de abril de 2015
“A arte de perder não é nenhum mistério
tantas coisas contém em si o acidente
de perdê-las, que perder não é nada sério.
Perca um pouco a cada dia. Aceite austero,
a chave perdida, a hora gasta bestamente.
A arte de perder não é nenhum mistério.”

Todo filme que nos leva para um problema atual ou nos arrasta para uma época e nos coloca de frente com os problemas da época (no caso desse filme), tem que ser olhado com muito carinho.

Esse filme se passa nos anos 50 no Brasil, um país cheio de problemas, mas, entretanto, esperançoso, é nesse cenário que se conta a história de Elisabeth Bishop e Lotta de Macedo Soares.

Elisabeth é uma poetisa norte americana tímida, insegura, que não se encherga na sua própria poesia, que se limita a recitar algumas estrofes para o amigo Kal. Com o intuito de evoluir, Elisabeth vem ao Brasil e acaba conhecendo Lotta, atual namorada de uma amiga de faculdade de Elisabeth.

Logo na chegada ao Rio de Elisabeth, fica bem clara a divergência com Lotta. Esta última uma mulher forte, um tanto masculina, seja nas suas atitudes como no seu comportamento. Diferente de Elisabeth que é tímida, meiga e sensível.

Dentro desta divergência de temperamento e personalidade entre as duas que surge uma paixão, aí que vem uma questão, à primeira vista, as duas se encaminham para uma inimizade ou afastamento, mas em pouco tempo surge um amor avassalador. Acho que o diretor poderia ter trabalhado mais o surgimento desse amor, ficou quase que instantâneo esse amor todo.

Bom continuando, partindo dessas diferenças e culminando num amor, Elisabeth acaba por ficar no Brasil para viver esse amor, de forma que sua poesia se encontra, ressurge ou se cria nesse amor. Elisabeth fica mais solta, fica mais leve ou mais viva.

Mas, Elisabeth pensa que essa modificação existente nela vem da força de Lotta, e quando Lotta se entrega a outro projeto arquitetônico e Elisabeth sente falta do convívio com a amada, é que Elisabeth se entrega ao alcoolismo e quase que força um fundo de poço. Foi à beira desse abismo do alcoolismo que Elisabeth recebe um convite para voltar a NY e aceita, a fim de se libertar dessa dependência de Lotta.

Mas com a partida da amada, quem desmorona é Lotta, que acaba num hospício. Veja que os papéis se invertem a força de uma passa para a outra, ou a fraqueza de uma some, quanto a da outra verte.

Passado algum tempo, Lotta se recupera e consegui ir ao encontro de Elisabeth em NY, onde elas entendem os acontecimentos e percebem o amor entre elas ainda vive, mas não há mais espaço para ele.

Até que Lotta toma a decisão imperdoável.

O filme é muito interessante pelo ponto de vista da época e a problemática e como foi abordado esse problema. O Brasil a beira do golpe de 64 nem se falava sobre homossexualismo ainda mais em relação mulher e Barreto trata isso com uma naturalidade e foge para longe dos estereótipos.

Flores raras, grita amor, a falta de amor, ou amor em demasia. Flores raras fala sobre amor que não se vê, ou que não se sente, ou ainda aquele amor que liberta.
Viviane B.
Viviane B.

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5,0
Enviada em 19 de dezembro de 2014
O filme retrata além do romance entre Bishop e Lota, o Brasil como um todo, principalmente a política. Abordou esse tempa enquadrando o enredo da vida dessas grandes mulheres, que pra quem não se aprofunda, jamais saberia da existência de ambas.. Pois o povo brasileiro não procura conhecer tampouco procurar e se aprofundar nesses fatos.
Marcio S.
Marcio S.

108 seguidores 126 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 8 de agosto de 2014
Apesar de saber quem era Elizabeth Bishop, não tinha conhecimento de seus poemas até bem pouco tempo. Por momentos da vida que permanecem conosco por toda a vida, fui apresentado a sua poesia Uma Arte (One Art) e fiquei encantado. Depois vieram os outros poemas e o livro "Poemas Escolhidos de Elizabeth Bishop tradução e textos introdutórios de Paulo Henriques Britto" (Companhia das Letras) que me permitiu conhecer cada fase da vida dela através de suas criações. Quando assisti a Flores Raras fiquei satisfeito de ter o prazer de ver uma produção cinematográfica consistente que consegue resumir bem o quanto a passagem de Bishop marcou sua existência em termos profissionais e pessoais.
A poeta Elizabeth Bishop (Miranda Otto) resolve realizar uma viagem de circunavegação na América do Sul. Ela desembarca no Rio de Janeiro afim de visitar uma amiga americana que vive nesta cidade. Sua amiga Mary (Tracy Middendorf) vive com a arquiteta Lota (Glória Pires) e ambas vão recepcioná-la em sua chegada. As três seguem para o bairro de Samambaia, que fica em Petrópolis, onde Mary e Lota vivem. Devido a uma forte alergia devido a ingestão de um alimento, Bishop não consegue retornar ao navio então, para se recuperar, fica hospedada na casa onde Mary e Lota vivem. Após algum tempo ela e Lota se apaixonam e acabam vivendo um amor que irá marcá-las pelo resto da vida. Essa história é baseada em fatos reais.
Com um roteiro que aborda um longo período na vida de Bishop e Lota o filme que tem quase duas horas consegue condensar bem os dezesseis anos de vida em que ambas viveram juntas. Através de uma direção segura do diretor Bruno Barreto, assistimos a uma deterioração do relacionamento, assim como o Brasil se deteriora ao se encaminhar para a ditadura. O filme está interessado no relacionamento da protagonista, mas não deixa de fora o contexto político em que o Brasil viveu. Ao iniciar com o famoso poema Uma Arte o filme acerta, pois iremos viver uma história, onde a personagem principal vive perdendo, praticamente desde que nasceu.
A composição dos personagens também é importante para a realização bem sucedida desse longa metragem, pois conseguimos perceber somente no tom de voz, na maneira como elas andam um antagonismo muito grande. Enquanto Glória Pires faz com que sua Lota tenha uma entonação forte, confiante Miranda Otto realiza o oposto com sua Bishop. Em seu andar Lota parece impetuosa e Bishop o contrário. Enquanto Lota exalta sua arte, Bishop detesta exaltar o que já fez. Assim Bishop encontra uma proteção, uma segurança no convívio com Lota e isso ela praticamente não teve durante sua vida.
Como o tema do filme é a relação de amor entre Lota e Bishop, as cenas de amor entre elas são bem retratadas por não serem tão comedidas. Ainda é abordado temas políticos e observações sempre aos olhos de Bishop. Ela como turista e uma artista reflexiva tem olhos apurados e critica o povo e o Golpe por exemplo. Assim, mesmo com o filme tendo o tema principal o amor, ele ainda apresenta uma leve conotação política. Mas o filme não é só crítica. A estranheza que uma estrangeira tem no Brasil em relação a hospitalidade é um fato que é atestado no filme. Nós somos acolhedores e Bishop até estranha esse acolhimento não só pela história de vida dela (a falta de amor), mas sim por em nenhum lugar ter visto nada igual.
Ao chegarmos ao final passamos a conhecer uma história de amor que marcou ambas as vidas das protagonistas através de um filme muito bem estruturado.
Lisete Leonor F.
Lisete Leonor F.

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5,0
Enviada em 21 de abril de 2014
é um filme de fortes emoçoes
sua historia nos ensina certas situaçoes que se passa no noso quotidiano , a epoca a que se passa a historia nao mudou muito da dos dias que estamos; adoro o elenco sobre tudo o trabalho da gloria pires uma grande atriz.
Maressa B.
Maressa B.

12 seguidores 7 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de abril de 2014
Personagens ricos, cenários, figurinos e paisagens deslumbrantes! Muito inteligente o roteiro, tocante, Glória Pires está ótima!!! Imperdível!
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