Birdman (ou a Inesperada Virtude da Ignorância)
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3,9
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Rene V.
Rene V.

13 seguidores 2 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2015
Filme muitoooo fraco. Pior filme que já assisti em 2015.
Isso só mostra como funciona o Oscar, quem paga leva o trofeúzinho falso.

Não recomendo ninguém ver esse filme!
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 29 de janeiro de 2015
O principal objetivo do filme é mostrar as coisas que acontecem na vida dos atores, seus problemas e o seu dia a dia. Apesar de eu ter entendido a mensagem do filme e de ter achado isso interessante, não posso dizer que lhe achei ótimo, e que assistiria novamente. Birdman não chega a ser ruim, mas também não é bom.

Leiam a minha resenha completa no link abaixo:
Beatriz S.
Beatriz S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 30 de janeiro de 2015
Excelente! Digno de Oscar! Só não vai levar o Oscar de melhor filme, porque corta na carne de tudo o que Hollywood e a premiação do Oscar representa (comércio, bajulação e futilidade). (parêntese: não ligo pra nada disso! Adoro filme cabeça, mas também amo a futilidade de Hollywood).
LuanGuilherme91
LuanGuilherme91

41 seguidores 90 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 18 de janeiro de 2016
Esse filme merece o Oscar? Tem certeza?

A história não prende, o filme da sono do início ao fim, nada acontece no filme, e apenas um ator de teatro que lembra como era feliz interpretando birdman no passado, e que tem medo de receber uma crítica negativa sobre a sua atual peça de teatro

Não gostei, não recomendo
Ericson M.
Ericson M.

13 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 19 de fevereiro de 2015
Birdman, de Alejandro G. Iñárritu, e a irônica necessidade de seu cinismo.

Esplêndido! Uma crítica ferrenha à arte de seu tempo e domínio. Birdman não se sobressai apenas pela fantástica e segura direção de Iñárritu e nem mesmo por suas também fantásticas atuações. O filme vai além disso. O que torna Birdman, a meu ver, esse prato tão cheio ao espectador, é sua sinceridade cínica. Essa "humildade" descarada e - por que não? - corajosa de expor, por meio de uma abordagem metalinguística, os meandros que compõem o Cinema e a Dramaturgia contemporânea – mesmo ele sendo parte integrante dessa indústria tão solapada por sua própria "arte" –, é o que faz deste um filme tão importante aos dias de hoje. E, não parando por aí, Birdman também explora criticamente o nosso papel não apenas como meros espectadores sem importância, mas como indivíduos constituintes da sociedade, sobre os rumos que tomamos e sobre a necessidade (e o que isso representa para nós) de sermos importantes, relevantes... Lembrados.

Iñárritu conduz o filme com um virtuosismo de encher os olhos. É realmente mágico. Planos sequências e planos longos se ligam constantemente, dando vida a curiosa história de Riggan Thomson. Longe de serem simples aparatos atrativos, o modo como os planos foram utilizados por Iñárritu, assumem claramente um papel em sua narrativa, dando ainda mais voz à subjetividade de sua trama e, principalmente, de seu protagonista. E boa parte desse acréscimo narrativo se deveu a forma ímpar que Alejandro omitiu os cortes entre cada um desses planos, dando, com essa constância, um tom de exaustão e inquietude à vida de Thonsom. Contando, ainda, com um jogo de câmera que aparenta dançar em cena, circundando seus personagens, uma maravilhosa fotografia e sua trilha sonora bastante curiosa (e não menos importante), Birdman se estabelece também como um trabalho de técnica irremediável. Eu diria que Birdman – correndo propositalmente o risco de sofrer algumas correções semânticas – é uma colcha de retalhos do mesmo pano, um amálgama de si mesmo.

O roteiro – escrito a oito mãos – é, assim como cada segmento que o compõe, um espetáculo a parte. Seu texto é recheado de referências ao atual cenário cinematográfico, onde embasa suas críticas ao quadro blockbusteriano e a função que a crítica especializada desempenha nesse meio. Ao abordar a realidade externa à dramaturgia, onde, no filme, se aloja o papel do virtual na existência do sujeito; atando as divagações de seu protagonista junto a Birdman, seu alter ego; contando também com os diálogos milimetricamente elaborados, que os personagens tecem durante o filme, o longa traça todo um panorama sobre a nossa vida enquanto plateia, a vida dos atores (e como nós a imaginamos), o universo onde nos inserimos e os papéis que nós, concomitantemente, encarnamos e desempenhamos uns nas vidas dos outros. Birdman, ainda imerso em sua crítica tenaz ao cenário hollywoodiano de cinema, dá ao desfecho de sua projeção o caráter mais ambíguo de todo o filme, ao ironizar o modo repetitivo e complacente que Hollywood, na maioria dos casos, encontra para encerrar suas histórias: os finais felizes. E o final, a propósito, além de uma das cenas mais belas e sutis de Birdman, é também uma de suas sacadas mais geniais. Portanto, acredite: ter o que pensar é o que não vai faltar ao espectador que se dispor a assistir esse filme. Já num pequeno aparte a respeito das atuações, só me restam os mais óbvios elogios. Todo o elenco principal merece uma ressalva particular e fica difícil, dessa forma, encontrar adjetivos e sinônimos o suficiente para elogia-los. Competência e brilhantismo foi o que não faltou nesse filme. E, sem que eu esqueça: me foi de uma alegria muito particular ver Michael Keaton na melhor e mais inspirada atuação de sua carreira.

Em tempos onde o Cinema perde, lenta e gradativamente, sua identidade, sua força reflexiva e, sobretudo, sua diversidade criativa, Birdman se apresenta não apenas como um dos melhores filmes de 2014, mas também como uma espécie viva de consciência, que, através de suas críticas, suas metáforas, da forma como brinca com a fantasia e a realidade, de toda sua composição, tenta dar um lampejo de luz tanto em sua própria casa, quanto àquele que faz mover as engrenagens que dão vida a essa tão amada Arte: você.

Birdman ou (Obrigatório).
Matheus França
Matheus França

6 seguidores 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2015
E aqui estamos, e desta vez com Birdman, ou Inesperada Virtude da Ignorância. Não um filme sobre super-heróis, mas o oposto disso. Uma crítica à Hollywood e sua necessidade para filmes de heróis. Birdman, é um filme de humor ácido, e com personagens marcantes e atores muito talentosos. É no mais, um filme incrível, e que marca o grande retorno de Michael Keaton as telonas. Edward Norton, também estava ótimo, e me faz lembrar o porque dele ser um dos meus atores favoritos, esbanjando talento como sempre. Mas as verdadeiras palmas, vão para o grande MIchael Keaton. Que interpretou com amargura e melancolia um personagem que buscava aceitação, não importando o quanto. O que aliás, lhe rendeu o Globo de Ouro.

O diretor, Alejandro, se consagrou com Birdman, no seu modo de direção, desenfreado e frenético, seguindo sempre o personagem com a câmera em movimento. E ainda tem mais, a trilha sonora com uma pegada de Jazz também encanta.

Interessante como o diretor escalou o elenco, de forma que se adequasse ao clima do filme. O filme trata de Hollywood e seus filmes de super heróis, e eis que temos aqui: Michael Keaton, o antigo Batman, que acabou por fim sendo substituído, Edward Norton, que acabou sendo demitido após "O Incrível Hulk, e Emma Stone, que interpretou Gwen em "O Espetacular Homem-Aranha". O próprio Alejandro, disse que ao terminar o roteiro, apenas pensou: Michael Keaton. E olha só no que deu, acertou em cheio. Keaton, retorna com tudo, e nos mostra todo o talento que acumulou nesse tempo. O filme oficialmente estreia no dia 29 de janeiro, e eu com certeza pretendo revê-lo.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 18 de janeiro de 2015
É engraçado como o cinema pode nos proporcionar momentos únicos.Quem acompanha a muito tempo essa arte,sabe que é bem fácil acontecer certas coisas,a certos artistas.Birdman une vários momentos bem interessantes.Mostra como Michael Keaton ainda tem muita lenha pra queimar.Conseguem trazer de volta o diretor Alejandro Gonzáles a um novo e bom drama,assim como ele conseguiu realizar 21 Gramas,Babel e Biutiful.Consegue dar um pequeno personagem ao comediante Zach Galifianakis,mais que ainda assim consegue ser bem sugestivo e bem feito por ele.Sem contar em ter ainda Edward Norton,Naomi Watts e a estrela em ascensão Emma Stone.Birdman é interessante,porque vimos atuações,dentro de outras atuações.Onde existe uma peça,que todos almejam realizar com bastante sucesso.Mais que é diariamente atrapalhada.Seja por falta de um ator fixo,ou até mesmo por momentos de "stress" e loucura dos integrantes da peça.Todos sem exceção tem algum motivo para sair do eixo,e causar um certo tipo de brigas entre eles.O que chama bastante atenção.Pois esses momentos temos o máximo da atuação de cada um.E principalmente porque temos belas dinâmicas.Tanto com Edward Norton com Emma Stone.Michael Keaton com Zach Galifianakis.Naomi Watts com Norton,e assim segue até o fim.Birdman é admirável,e com certeza foi uma das grandes surpresas desse ano.Pois era um filme que vinha correndo por fora,e agora é um dos destaques.
Marcos A.
Marcos A.

95 seguidores 123 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Sensacional, elenco maravilhoso, diálogos excelentes e extremamente sarcástico. Uma reflexão sobre como o cinema é feito, para quem é feito e como querem transformar o espectador em um consumidor ruminante e voraz e não um ser pensante. Tem muita coisa boa neste filme e também é interessante ver como aquele ator que 30 anos atrás que vestia capa preta é um excelente ator. Para terminar, só uma frase do filme "Minha saúde foi além da minha capacidade de ganhar dinheiro"... SENSACIONAL
Khemerson M.
Khemerson M.

61 seguidores 74 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 29 de janeiro de 2015
Não é de hoje que certos filmes costumam criticar a própria indústria que os sustenta. Na verdade, tirando algumas autoparódias bacanas, mas esquecíveis, este é um subgênero que volta e meia gera uma bela obra-prima no processo. Crepúsculo dos Deuses, O Jogador, O Artista, a lista é infinita. Entretanto, o que torna estas obras tão ricas tematicamente é a capacidade de perceber as nuances acerca do objeto que estão criticando, não se contentando com a crítica pela crítica, mas buscando traçar um perfil verossímil e por vezes impiedoso, sobre aqueles que fazem a indústria: seus personagens – executivos, produtores, cineastas, roteiristas e, no caso de Birdman, os atores, pois neste mais novo filme de Alejandro Gonzalez Iñarritu, não é somente a obsessão de Riggan Thompson (Michael Keaton) que está em foco, pois a câmera sempre onipresente do mestre Emanuel Lubezki trata de ir atrás de cada personagem que “orbita” em volta de Thompson: sua filha problemática (Stone), sua coadjuvante insegura (Watts), seu agente (Galifianakis) e seu parceiro de cena, o instável e imprevisível “galã” Mike Shinner (Norton).

Abrindo o filme num fabuloso e simbólico plano, vemos o protagonista “flutuando” em seu quarto só para, logo em seguida, sermos levados a centrar foco naquilo que realmente importa: a trajetória de Riggan e as razões que o levaram até ali... (LEIA O RESTANTE DO TEXTO CLICANDO NO LINK ABAIXO)
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de dezembro de 2017
Um filme bacana! Uma História melancólica do personagem interpretado pelo Michael Keaton, que por sinal tem sua melhor interpretação já feita para o cinema, que lhe rendeu a indicação a melhor ator de 2015, estando fortemente cotado para ganhar!!! Roteiro bem enquadrado e um elenco poderoso! Um filme marcante de 2015!!!
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