Minha Mãe é uma Peça - O Filme: Críticas - Página 5
Minha Mãe é uma Peça - O Filme
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Renata J.
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4,0
Enviada em 11 de julho de 2013
Comédia boa faz rir mais de uma vez!
Levar uma peça teatral, um monólogo, de sucesso absoluto para outra linguagem como o cinema pode resultar num tiro completamente errado. É um risco ainda maior porque no teatro novas piadas surgem e podem ser inseridas sucessivamente nas sessões. No cinema o roteiro está pronto e a ultima mudança só pode acontecer na ilha de edição. Depois disso, tudo é passado. Um dos grandes méritos da peça Minha Mãe é Uma Peça é a imensa capacidade de improviso do ator Paulo Gustavo, capaz de fazer piada em cima de um simples riso diferente que venha da platéia. Logo, para ser bom, ou tão bom quanto a peça, o filme tinha que contar com um bom roteiro. E o roteiro está no ponto.
Morador de Niterói a vida inteira, Paulo Gustavo não poupou brincadeiras e locações na “cidade sorriso”. As manias das pessoas que moram em Niterói, as piadas sobre o fato de todos se conhecerem e lugares famosos da cidade, como a Praia de Icaraí ou o Campo de São Bento estão presentes.
spoiler: A premissa do filme é até simples, mas para quem tem muito talento não é necessário que existam altos mistérios ou perseguições. Dona Hermínia, a dona de casa que grita e faz de tudo pelos filhos, ouve dos rebentos palavras que magoam e ferem seu orgulho e amor próprio. Decide, então, sumir de casa para dar uma lição nas crias. A situação é suficiente para vermos ótimas cenas entre Paulo Gustavo (Dona Hermínia) e Sueli Franco (que faz o papel de sua tia). Após a resolução do “quiproquó” envolvendo o sumiço de Hermínia, temos outras hilárias cenas como a reunião de condomínio completamente surreal em que a personagem principal se mete. Existe tempo até para uma passagem marcante e autobiográfica na vida do ator: um acidente de automóvel da adolescência.
Diferentemente das últimas comédias nacionais, repletas de piadas sexuais e com um humor por vezes até grosseiro, Minha Mãe é Uma Peça faz rir mostrando uma sucessão de cenas e situações em que pessoas comuns ou não tão comuns assim atiram sarcasmo e humor em todas as direções, até mesmo naquelas que rir talvez seja a única solução. Das comédias nacionais que tivemos após a retomada o filme estrelado pelo hilário Paulo Gustavo e dirigido por André Pellenz (que também dirige o ator no programa humorístico 220 volts, do canal Multishow) pode ser colocado tranquilamente entre as três melhores.
O filme vem se mantendo no topo dos mais vistos desde sua estreia. Diversão garantida para toda a família e piadas que fazem rir mesmo quando vemos pela segunda, terceira vez. Grande ator, ótimo elenco de apoio, roteiro afiado, humor rasgado sem ser baixo nível, pausa dramática e um boca a boca que vem surtindo um efeito fulminante: receita básica e difícil de ser seguida. Parece que a mãe do Paulo Gustavo ensinou direitinho como se faz.
Adaptada do teatro para o cinema, a obra "Minha Mãe É Uma Peça" mostra em sua trama um pouco de cada característica negativa e positiva das famílias, principalmente das mães. A comédia nacional que já é sucesso de bilheteria tem como destaque o grande trabalho dos atores, com maior destaque o ator Paulo Gustavo, que protagoniza Dona Hermínia. Uma mãe de Niterói (RJ) dedica sua vida para a criação de seus dois filhos, Marcelina e Juliano (Mariana Xavier e Rodrigo Pandolfo). Certo dia seus filhos vão passar os dias com seu ex-marido e madrasta, e depois de um telefonema ela descobre o que Juliano e Marcelina a consideram chata. Triste e tentando compreender os filhos ela decide passar um dias na casa de uma tia, querendo desabafar, e dedicar alguns dias apenas pensando em si mesma. Durante essa "folga" a mãe foi se lembrando dos momentos que passou ao lado dos filhos e falando um pouco das características de cada um. Esse pequeno descanso de Hermínia também serviu para que os filhos dessem valor a ela. O filme com um final inesperado e que durante toda a trama as mães se identificam, é sim recomendado, um título aonde as risadas são certas.
Rir do começo ao fim. Algumas situações são tão ridículas que valem o dobro do riso. Paulo Gustavo é um grande gênio. Mas a trama do filme se perde as vezes e parece que estamos em um carro automático de quatro velocidades, toda vez que muda a marcha da um tranco.
Confesso que quando ouço a frase "Vamos assistir um filme nacional", já me sobe um calafrio pela espinha. Mas esse filme realmente me surpreendeu, é um humor muito simples, mas totalmente eficaz. Afinal, quem nunca se deparou com alguma cena peculiar com a própria família? A Dona Hermínia é quase igual a uma tia de consideração minha, então me identifiquei com várias cenas e ri bastante durante o filme todo. Claro, algumas coisas ainda são meio "Zorra", mas acredito que esse seja um passo muito importante para o humor e o cinema nacional!
Ótimo! Muito engraçado, sem apelar como alguns filmes anteriores. O Paulo Gustavo dá um show, realmente mto engraçado, cinema rindo muito e no final para a surpresa de todos: todo mundo aplaudindo! A única parte chata foi ter acabado... Vale a pena...
O Filme é espetacular. Impossível naomsabem reconheçer a própria mãe na pele de ínia. Um filme com ritmo e time para o humor. Assisti o filme em Brasília e as pessoas não apenas riam, mas ovacionavam o filme...vale cada minuto sentado no cinema e cada real investido! Altamente recomendável....
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