Minha Mãe é uma Peça - O Filme
Média
4,3
3813 notas

225 Críticas do usuário

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Luis R.
Luis R.

24.054 seguidores 759 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de março de 2014
Legal!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Rá

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 8 de agosto de 2013
Filme simples e muito bom. Humor na medida certa, tudo no seu tempo certo!!
Vale a pena ver... É risada garantida (y)
Marco Antonio R.
Marco Antonio R.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de agosto de 2013
Bom filme! Recomendo a quem quer dar boas risadas com uma comedia nacional. Me diverti bastante.
RodrigoBlasi
RodrigoBlasi

1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de julho de 2013
Minha nota para o filme é entre 2,5 (regular) e 3,0 (legal). Eu definiria como 2,7 (legalzinho). É uma história legal até, personagens bons, nada mais que isso. E o humor e imitação do Paulo Gustavo eu acho um pouco forçado demais! Ele não faz muito meu tipo de humorista, mas é claro que da pra ir de vez em quando. Vale a pena ver, mas sem grandes expectativas.
Fabio G.
Fabio G.

22 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de julho de 2013
TÍTULO: O cotidiano de todas as mães

Afirmar que Minha Mãe é Uma Peça é mais uma das comédias tão comuns na atualidade do cinema brasileiro seria, no mínimo, uma motivação bem interessante para discussões diversas. Esse é sim, um filme diferente, uma comédia fora dos padrões esperados dos últimos anos. Sua diferença maior é inserir graça em uma relação tão factual quanto cotidiana: a relação de pais e filhos. Na verdade, mais especificamente de mãe e filhos.

O roteiro autobiográfico de Paulo Gustavo reflete, de forma pontual, o talento cômico brilhante desse artista plural. Isso porque seu roteiro é bem dinâmico, com as piadas contadas em um timing perfeito e de qualidade. Além de uma atuação digna de uma personagem tão simbólica, simples e intensa como todas as mães são, e D. Hermínia, em especial, pela impetuosidade de sua presença. Considerando dessa maneira, podemos dizer que, de fato, é no comediante que temos a essência da produção.

A diferença do esperado é identificar de forma tão interessante que não precisamos o tempo todo de uma piada sexual para fazermos comédia no país. Aliás, nos atuais stand-ups, destacam-se sempre positivamente àqueles que conseguem fazer rir sem exagerar ou extrapolar certos limites. Alguns podem indagar que Minha Mãe é Uma Peça possui certos exageros. As piadas sobre obesidade acabam sendo, não muito, mas um pouco, ofensivas, e aqui a palavra é usada em relação a fortaleza de sua presença e não ao sentido de ofender em si. A graça relacionada à homossexualidade do filho é desenvolvida de forma bem mais leve e muito agradável, sem ferir ninguém.

Na tutela de cinema, pode-se dizer que o filme é uma boa obra teatral, visto que a montagem é confusa, o lineamento explicita um condicionamento estranho durante todo o filme, principalmente no final, em que a passagem do tempo não pareceu verossímil o bastante e a narrativa tornou-se muito confusa, visto que a solução do conflito já havia sido apresentada há algum tempo no filme. Isso acontece porque o ambiente teatral perpassa a produção de maneira involuntária e, não há como não sentir em alguns momentos como se estivéssemos, de fato, na platéia do espetáculo, em que, até mesmo alguns aplausos tornaram-se concretos do decorrer da projeção.

Está certo, posso estar sendo muito chato ou criterioso a um filme que não deseja em nenhum momento concorrer ao Oscar de melhor filme estrangeiro. Trata-se de uma diversão em forma de cinema, e nesse aspecto, tem-se todos os ingredientes perfeitos do bom cinema. Um cinema puro, livre de olhares "chatonildos" e comentários do tipo: "por favor, esse filme". Claro que me pergunto, por que essas produções são tão vistas e outras, um tanto mais reflexivas, e de igualmente tão boa qualidade são ignoradas em nosso cinema nacional. "Chatos" alguns me responderão. Enfim, é melhor que nos abstenhamos de certos comentários.

Indagados tantos elementos, não serei eu o chato. Corra para assistir Minha Mãe é uma Peça. É divertido, irônico, sarcástico, e bonito. De fato, como aparece nos créditos, homenageia competentemente, todas as mães que suam suas vidas para o melhor de seus filhos. D. Hermínia ainda vai além e ironiza a sociedade comunitária, de forma bem inteligente. Salve D. Hermínia, Paulo Gustavo, artista do Brasil! Salve as mães! Salve o cinema!
Liinova
Liinova

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de julho de 2013
Prende a atenção do público do início ao fim, emociona e arranca boas risadas, mais pela identificação realista que sentimos com nossas famílias. Vale a pena!
Ricardo F.
Ricardo F.

23 seguidores 10 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 2 de julho de 2013
Para mim, uma comédia nacional nunca é demais e essa me fez rir um bocado, como era esperado. Mas nada de excepcional, na minha opinião. Vale a pena conferir mesmo assim. Um aviso: Existem muito mais mães como a Herminia do que pode supor sua vã filosofia... Isso eu garanto!
Fernu
Fernu

1 seguidor 11 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de junho de 2013
Muito bacana o filme, é risada do início ao fim. Paulo Gustavo é um grande ator.
Vale a pena conferir.
Estevan Magno
Estevan Magno

5.246 seguidores 490 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 27 de dezembro de 2013
As produções brasileiras de cinema estão a pleno vapor. As comédias são o alvo, e de maior prestígio entre o público. Paulo Gustavo reinventou a comédia brasileira, de espalhafatosa e repetitiva, como muitos programas televisivos, a uma comédia cheia de ironias e pleonasmos, além de muitas piadas fortes. A história é simples e se desenvolve de forma muito comum e divertida. A história da família de Herminia é contada pela própria protagonista. Não é só comédia, tem muita reflexão; morais, juventude, família, e outras. Momentos de muito e puro amor de mãe. E essa mãe só pode ser a mãe do próprio e sensacional Paulo Gustavo, é bom ver o mercado de comediantes crescer e se inovar com grande estilo.
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