Quando Eu Era Vivo
Média
3,2
71 notas

19 Críticas do usuário

5
5 críticas
4
5 críticas
3
2 críticas
2
2 críticas
1
2 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Neto Gomes
Neto Gomes

3 seguidores 33 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de setembro de 2022
Essa foi uma das surpresas mais agradáveis que já tive nesse ano de 2022.

Trata-se de um filme para um público restrito, mais especificamente para aqueles que sabem apreciar uma obra cadenciada e cheia de simbolismos.

Sem dúvidas, é o melhor longa de Marcus Dutra (diretor de O Som ao Redor e Trabalhar Cansa). Nessa obra, podemos notar o desapego evidente de questões sociais e a imersão por completa ao gênero de suspense e terror sobrenatural, com claras referências aos grandes clássicos como O Iluminado. Tal relação, pode ser vista em todo o processo de "embalsamento" do personagem principal, além da sua caracterização e a presença de certos elementos como as crianças sinistras. Além deste, citemos ainda toda a atmosfera criada a respeito da ascendência de JR, que faz um paralelo ao conto O Horror de Dunwich de H.P Lovecraft e até mesmo Hereditário.

Um aspecto muito interessante, é a adição de elementos de lendas nacionais como o boneco Fofão, a personagem que externaliza a crendice brasileira e a falta dela no sobrenatural, dentre outros.

A direção de som é maravilhosa, aproveitando-se bem do silêncio e dos gritos de um insano, apresentado precocemente no filme.

Sandy possui uma atuação boa e é uma soma fabulosa para a trama. Por ser conhecida pela atmosfera meiga e doce, ao se colocar com essas mesmas características em um contexto totalmente profano, nos gera um desconforto e medo extremamente agonizantes. Pois como já dizia o mestre Edgar Allan Poe: Nada é mais assustador do que a morte do que é belo.
Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 23 de janeiro de 2022
Ruim demais. Filme superficial e raso, não explora nada de forma profunda. O ponto alto do filme é a Sandy gritando "Porra" kkkk
Gabriel R.
Gabriel R.

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de janeiro de 2016
Acho que o filme não conseguiu transmitir com clareza o que queria. A trama toda se passa em uma atmosfera extremante parada, e ao invés de passar um aspecto sombrio, passou um entediante. A história não é envolvente, pois não há muito mistério, não tem o que nos motive a querer ver o filme até o final, e particularmente achei que a única atuação que se salvou foi a do Antonio Fagundes. Alguns fatos estranhos e sem explicação ocorrem, como (SPOLIER) o porquê da Bruna se juntar ao "time Junior" do nada. Acho ótimo o cinema brasileiro correr para caminhos além do humor, mas ainda há muito o que se melhorar nos temas drama/suspense/"terror"(?).
Peterson O.
Peterson O.

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 9 de agosto de 2015
Filme não tem cenas envolventes. Para um filme de terror não há cenas de sustos. Muito parado, assisti até o final com esperança de um desfecho legal mas não houve.
Luiz F.
Luiz F.

4 críticas Seguir usuário

0,5
Enviada em 18 de junho de 2015
Um fracasso do gênero. Narrativa lenta e nada envolvente. Nem sei como fui até o final. Um dos piores filmes do gênero que já vi. Um perda de tempo. Não recomendo.
Gabriel V.
Gabriel V.

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de junho de 2015
Amo de paixão o cinema nacional e fico feliz quando me deparo com uma obra de suspense ou terror na produção nacional. Infelizmente não pude assistir no cinema, devido a falta de visibilidade para o cinema nacional, principalmente aqui no ES, mas eu encontrei na rede social 'YouTube' e gostei de ver, mesmo que o filme disponivel no canal não apresenta boa qualidade, mas valeu a pena assistir e encontrar disponivel desa forma. Fica a dica. Assista-o sem preconceito, pois vai gostar!!!
Otávio Cândido R.
Otávio Cândido R.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de junho de 2015
Dentre todos os demônios que habitam em nós, o mais destrutível é o “demônio da indiferença”,
e é para lutar contra esse demônio que alguns melancólicos de nossa era, mas ainda assim,
corajosos paladinos, descem até as profundas trevas que nos constituem.

É assim que vi esse filme, a sensação de ausência ou de orfandade está presente o tempo todo
no espaço psíquico do protagonista, que anseia por uma entidade qualquer que o venha resgatar.
Nem o casamento, nem a tentativa de uma vida “normal” puderam curar a sensação de ausência e desamor que lhe abriu uma ferida que o consumia lentamente.

O pai, aparentemente normal é a personificação desse demônio que para ser acessado exige que se cumpram todos os ritos místicos de um mundo que não compreendemos. Para ele, o jargão existencialista de que o homem faz a si mesmo por meio de sua existência é o véu necessário para o seu distanciamento do mundo e proximidade com o seu ente demoníaco.

Nesse filme, o protagonista parece vivenciar a constante angústia da responsabilidade por seu destino,
que é o de terminar aquilo que sua mãe não conseguiu, ou seja, acessar o coração e a mente daquele demônio, nem que seja por meio de uma martelada e assim, poder então encontrar a paz.
anônimo
Um visitante
2,0
Enviada em 25 de fevereiro de 2015
É sempre positivo ,quando o cinema nacional,se arrisca em outros gêneros.Ainda mais,se falando de um terror/suspense.Um dos gêneros mais dificies de se ver por aqui.No caso,aqui,temos uma história diferente é claro.Mais ainda assim bem fraca.É o primeiro filme de expressão do diretor,Marco Dutra.Mesmo antes trabalhando em,Trabalhar Cansa,e outras produções independentes.O foco principal é o sujeito esquisito,Júnior (Marat Descarts).Que é acomodado na casa do singelo senhor Sênior (Antonio Fagundes).Que mora com sua linda filha Bruna (Sand).Daí Junior começa a relembrar várias coisas do passado,quando morava naquela casa.Confesso que o andamento da trama é tão devagar,que não desperta nenhum ânimo quando passa da metade...
Carmen d
Carmen d

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de fevereiro de 2015
Sinceramente? Não gostei, ou n entendi, ou sei lá o q, n entendi o q o filme quis passar, nem o final, nada! rsrs, chato e cansativo. Q especie de terror é este? Negro? Me digam. Abraço Carmen
Bruno F.
Bruno F.

27 seguidores 11 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de dezembro de 2014
"Quando Eu Era Vivo" trabalha com uma narrativa mais lenta e aposta no suspense para prender a atenção do telespectador. O filme deixa de lado o 'trash' do terror e vai para um caminho para enigmático, onde trabalha com a crença e a construção de mitos, muito presente na cultura popular brasileira e mexe com loucura mental do ser humano.

É preciso ter um pouco mais de paciência para acompanhar e entender o drama, já que as coisas demoram para acontecer. A tão esperada e comentada atuação da cantora Sandy no filme, me agradou. Ela aparece pouco, em doses certas e a música tema do longa, caiu muito bem na voz na atriz.

O filme comprova que o cinema brasileira está evoluindo e apostando em outros gêneros, além da comédia.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa