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Ricardo L.
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3.227 críticas
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5,0
Enviada em 2 de maio de 2016
Espetacular se resume essa obra do cinema mundial, A marvel realmente acertou em cheio, sem rasuras, claro, exageros do gênero, mas que não estragam esse grande filme, roteiro muito bom e atores promissores aparecendo como o pantera negra que por sinal foi a melhor atuação do filme, cenas de ação de primeirrisima qualidade e pra finalizar a interação homogêne do elenco!
Ótima estória e ritmo. Capitão América representa o indivíduo protagonista e Homem de ferro, a ordem e o social. Muita ação e aventura envolvendo mais afetos do que inimigos mortais. Obrigatório.
Com certeza o melhor filme de todos de heróis até hoje não me lembro de um filme tão bom quanto este a única coisa que pra mim faltou o Hulk e o Thor mas no contexto geral o filme é bom demais
Fiquei feliz por que é melhor do que A Era de Ultron, porém inferior ao Soldado Invernal. Homem Aranha e Homem Formiga estão fantásticos. E gostei pra caramba do vilão Zemo, motivações bem justificadas. Frase do filme: " Vai Zé pequeno" Muito bom.
Esse não é um filme do Capitão América. Mas acho que todos vocês já estão acostumados com esses títulos bizarros e tão insignificantes quanto a história que é apresentada. Desde seu filme solo, o personagem interpretado por Chris Evans quase nunca consegue manter as rédeas de um protagonista. Quando está com os Vingadores, então, particularmente com o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), essa suposta "protagonisse" some completamente. Stark, aliás, está bem sóbrio, e quase lembra o governo Bush em seus discursos de guerra (se não estivéssemos aqui falando, é claro, de qualquer governo).
O melhor do filme Soldado Invernal com Vingadores e uma parte final de algo novo trabalhando melhor a emoção dos personagens, a Marvel Studio sabe dar seu show, claro que foi mais do mesmo, só que dessa vez muito mais bem feito que em A Era de Ultron.
O capitão América é o atual líder dos vingadores que agora conta com novos integrantes : Visão,Feiticeira escarlate ,Falcão.O governo propõe um tratado aos heróis ao assinar eles seriam agora acionado apenas quando fossem solicitados.Steve Rogers discorda desse tratado já Tony apoia o tratado assim causando conflitos entre os dois lideres.Capitão América:Guerra civil é o inicio da terceira fase do universo cinematográfico Marvel , a 3° fase não poderia começar de forma melhor,o filme é puro entretenimento do inicio ao fim e te prende com uma história muito bacana.As atuações são muito boas,Chris Evans tem atuação impecável como Capitão América ,Robert Downey Jr dispensa comentários como Homem de Ferro e agora muito emotivo com o passado e a relação com os pais ,Scarlett Johansson reprisa o papel de Viúva negra de forma muito boa e se mostra dividida com os dois lados dos heróis,Sebastian Stan tem participação importantíssima na trama e tem atuação muito boa ,Anthony Mackie muito bem no papel do Falcão ,Jeremy Renne tem participação discreta mas não compromete,Don Cheadle também com participação discreta mas tem seus momentos de importância ,temos ainda 2 estreantes pra integrar as futuras fases. Chadwick Boseman vai muito bem no papel do Pantera Negra e tem importância considerável na trama,Tom Holland faz o melhor Peter Parker de todos e tem um carisma muito grande e é divertido uma grata surpresa que pode ser muito importante no futuro.O vilão do filme é o Zemo e vai bem ,tem seus motivos mas seu plano é muito conveniente pra acontecer e é ai que o roteiro dá uma leve derrapada mas nada que atrapalhe o espetáculo.O roteiro é muito bem amarrado e é muito bem trabalhado ,as cenas de ação são excelentes ,com destaque pra cena do aeroporto que é muito divertida e bem coreografadas, o CGI é muito bem feito e de alta qualidade.A direção dos irmãos russos é novamente muito bem feita ,excelente.Guerra :Civil é o ponto de virada da Marvel ,é empolgante ,divertido e é um dos melhores até aqui da Marvel.
Para quem tem acompanhado as produções Marvel desde o primeiro Homem de Ferro, lá em 2008, pôde presenciar uma evolução cinematográfica invejável nos filmes de super herói. Muito disso advém da considerável capacidade que o estúdio tem mostrado em misturar universos da famosa editora de quadrinhos, algo que fica ainda mais acentuado neste excelente Guerra Civil.
Como protagonista do longa, Steve Rogers / Capitão America (Chris Evans) já desponta como líder dos Vingadores, grupo que tem despertado a atenção dos políticos devido ao resultado de suas atuações sem "controle" externo a Shield. Após uma missão cujo resultado gerou, novamente, morte de civis, a comunidade mundial começa a questionar se o grupo realmente age de forma comedida e pensando no bem estar social. Como consequência, a ONU organiza um acordo multinacional chamado Tratado de Sokovia, no qual os super heróis poderão exercer suas funções sob total controle do governo, algo que dá início às desavenças entre Rogers e Tony Stark (Robert Downey Jr.).
Do ponto de vista narrativo, fica bem evidenciado como essa divergência entre o grupo mostra um amadurecimento estrutural dos longas Marvel, haja vista que existem questionamentos morais que direcionam ou afastam a escolha pelo tratado sugerido pela ONU. O desencontro de crenças nos deixa em certo pânico diante das telas, pois fica difícil escolher um lado pensando no bom senso, que tem medidas delicadas quando analisadas a fundo. Para os mais atentos, a capacidade em tentar contornar o problema através da política gera um elemento ainda mais profundo ao filme, que mostra esporadicamente como aqueles representantes do povo querem tirar proveito do momento com objetivo de se tornam relativos "heróis".
Ainda na vertente dramática, o roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely faz algumas ponderações interessantíssimas ao juntar "pedaços" de filmes da produtora e casar com a estrutura deste Guerra Civil. Quem mais se aproveita dessa ideia é sem dúvida Tony Stark e o Soldano Invernal (Sebastian Stan), já que eles representam muito para a verdadeira história dentro do arco deste filme. Ambos tornam-se ainda mais complexos por serem vítimas de suas capacidades, que muitas vezes não são utilizadas como desejam.
Mas nem somente de drama e conteúdo coeso se sustenta o ótima longa dos irmãos Russo. Trata-se de uma produção que capricha no aproveitamento de seu orçamento sem limites, principalmente na ação e efeitos visuais muito bem aliados. A cenas de ação possuem uma complexidade e inventividade que salta aos olhos pelo capricho cinematográfico, aproveitando muito bem cada uma das habilidades do grande elenco de heróis. Perseguições, explosões, pancadaria e toda a pirotecnia hollywoodiana possível é usada de maneira inteligente e bem ajustada em planos que aproveitam bem cada ângulo, seja ele digital ou não.
O elenco liderado por Chris Evans e Robert Downey Jr. ainda traz consigo Scarlett Johansson (Natasha Romanoff / Viúva Negra), Anthony Mackie (Sam Wilson / Falcão), Don Cheadle (James Rhodes / Máquina de Guerra), Jeremy Renner (Clint Barton / Gavião Arqueiro), Chadwick Boseman (T'Challa / Pantera Negra), Paul Bettany (Visão), Elizabeth Olsen (Wanda Maximoff / Feitceira Escarlate) e Paul Rudd (Scott Lang / Ant-Man), Martin Freeman (Everett K. Ross) e William Hurt (Thaddeus Ross), ou seja, profissionais bons de serviço.
Apesar de usar muito pouco da imensidão narrativa da obra criada por Mark Millar, CAPITÃO AMÉRICA - GUERRA CIVIL usa maravilhosamente bem o conceito que o precede. A presença de grandes heróis da Marvel juntos, mas em conflito, rendem não somente diversão de sobra, mas a reflexão de como é complicado defender humanos comuns não sendo um humano comum.
Para quem se acostumou a assistir aos grandes super-heróis da Marvel na série Vingadores, é até estranho assistir a Capitão América: Guerra Civil, filme dirigido por Anthony Russo e Joe Russo, que coloca Steve Rogers (Chris Evans) do lado oposto de Tony Stark (Robert Downey Jr.). Entretanto, para aqueles que são mais familiarizados com o universo das histórias em quadrinhos nas quais estas personagens se encontram, a trama do longa não se revela estranha, na medida em que Guerra Civil é baseada numa série lançada pela Marvel nos anos de 2006 e 2007, e que traziam grandes combates entre as personagens mais famosas desse selo.
Tendo dito isso, é importante saber que a trama de Capitão América: Guerra Civil dialoga também com os filmes anteriores da franquia estrelada por Steve Rogers, especialmente o relacionamento dele com o grande amigo Bucky Barnes (Sebastian Stan), o Soldado Invernal, que faz com que ele acabe ficando contra Tony Stark e alguns dos seus novos amigos mais próximos, como Natasha Romanoff (Scarlett Johansson), Clint Barton (Jeremy Renner) e o Tenente James Rhodes (Don Cheadle).
Ou seja, é o sentimento de lealdade que permeia Capitão América: Guerra Civil. Steve Rogers pagará um preço alto por ser fiel a um amigo antigo, em detrimento de seus amigos mais novos, com quem ele (também) compartilhou grandes feitos e atos heroicos. O conflito interno vivido por Rogers é ainda mais enfatizado pela subtrama do filme, que coloca um órgão de fiscalização à ação dos Vingadores, o que deixa em risco a finalidade deles de defender a humanidade. Tony Stark representa o lado do governo, enquanto que Rogers se mantém firme na defesa do lado romântico dos heróis, que salvam os humanos de grandes perigos.
Por isso mesmo, quando os momentos de divisão entre os dois grupos estão mais claros, é que se tem a sensação de que Capitão América: Guerra Civil é um mini Vingadores, especialmente porque, em tela, passam várias personagens comuns a este universo, da mesma maneira em que ainda nos são introduzidos personagens que poderiam muito bem fazer parte desta turma, como o Homem-Aranha (agora interpretado pelo jovem Tom Holland, numa caracterização mais fiel aos quadrinhos, com um Peter Parker mais irônico, com um senso de humor mais peculiar), o Pantera Negra (Chadwick Boseman) e o Homem-Formiga (Paul Rudd), o que faz com que o longa dirigido pelos irmãos Russo não fique devendo em nada ao que é produzido na franquia all-star da Marvel. Capitão América: Guerra Civil é um grande evento cinematográfico.
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