Star Wars: Os Últimos Jedi
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4,3
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182 Críticas do usuário

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Blendon O.
Blendon O.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
O filme é muito bom, deu perceber que depois do Despertar da Força os filmes do Star Wars tomou oq parece ser um ritmo diferente dos antigo, esse vilão novo filho do Han é muito fraquinho pra ser um vilão a altura de Darth Vader, mas acho que a única coisa que nn gosto no filme é ele, mas de resto o filme se saiu muito bem, a parte do Casino foi muito engraçada, Star Wars sempre tem que ter suas senas engraçadas misturadas com aventura, essa parte na minha opinião foi muito legal, mais como disse no começo, o Filme em si foi muito bom.
Emerson M.
Emerson M.

29 seguidores 82 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 4 de janeiro de 2018
pense em um filme que juntou o atual com o passado sem errar. nostalgia do inicio da saga de anakin e ansiedade no novo rumo faz qualquer fã delirar. ate mesmo quem não é fa ao ver sente a curiosidade de navegar nesse mundo infinito que é star Wars. com final que simplesmente serve para acabar com o antigo e dar vida ao novo me surpreendeu. superou todos os filmes de heróis do ano. mau poso esperar pelo próximo.
Fernanda D.
Fernanda D.

5 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de janeiro de 2018
Surpreendente e delicado, um filme que spoiler: conseguiu encerrar uma era para que outra possa começar.
Paulo Henrique S.
Paulo Henrique S.

3 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 31 de dezembro de 2017
Spoiler

gostei bastante da história e do filme em si, porém achei que a disney tinha uma personagem ótima nas mãos que era a capitã phasma e mataram ela muito cedo, achei a morte do snoke bem idiota pensei que ele seria difícil de matar
Felipe C.
Felipe C.

11 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de janeiro de 2018
Nunca antes um filme de Star Wars dividiu tanto o público como Os Últimos Jedi. E isso não é a toa, afinal esse é um filme de desconstrução dos clichês da franquia.
O filme todo trata sobre substituir o velho pelo novo, desde decisões de personagens na história, como o Luke defendendo a necessidade do fim da ordem jedi, até a novos olhares sobre o que já é esperado em Star Wars. Tome por exemplo a batalha espacial que acontece no início do filme, quando Poe Dameron sacrifica grande parte das forças rebeldes para destruir a grande ameaça que a primeira ordem traz no momento. Essa batalha serve quase como um resumo de como funciona toda a franquia, principalmente entre os filmes da trilogia clássica. O império traz uma nova grande ameaça a aliança, a aliança faz um ataque suicida, derrota a ameaça, e os heróis saem vitoriosos e felizes ao final. Em Os Últimos Jedi, no entanto, mostra-se como um ataque suicida dessa forma bota tudo a perder, e como traz grandes consequências, como Leia alerta a Poe durante a cena. Batalhas não podem ser vencidas sempre assim. Em diversas cenas do filme percebe-se essa mesma desconstrução de acontecimentos clássicos já batidos dos antigos Star Wars. Curiosamente essa forma nova de pensar Star Wars é trazida pelos personagens mais velhos, como Luke e Leia, enquanto os personagens da nova trilogia vão se desprendendo aos poucos do velho ("ironic", diria Palpatine)
E isso tudo gera uma quebra de expectativa e tanto. Na verdade o filme quebra nossa expectativa a todo momento. E é justamente daí que vem a maior parte das críticas negativas que li quanto ao filme. Na minha opinião essa desconstrução dos clássicos de Star Wars era necessária e foi muito bem executada, sem perder a cara de Star Wars. As batalhas espaciais, as lutas de sabre de luz, a filosofia da força (sem midchlorians), tudo isso ainda está lá presente. Com essa onda de filmes da saga chegando, ver muitos "mais do mesmo" seria incrivelmente sem graça e cansativo, logo esse filme me traz grande expectativa pelas próximas obras Star Wars a vir.
Luís Felipe B.
Luís Felipe B.

9 seguidores 42 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de dezembro de 2017
Filme injustiçado ! Luke foi pro beleléu e nada aconteceu ! Kylo ainda continua vivo e outras injustiças desse filme
hcesarrio
hcesarrio

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Melhot que o 7. Gostei das reviravoltas. Até certo ponto parecia previsível, mas surpreendeu. Tirando excessos de piadas desnecessárias e exagero nas "formas" de se usar a força, é um bom filme. Personagens bem explorados e cenas épicas de combate.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de dezembro de 2017
Rian Johnson pode ser considerado desde já um cineasta muito corajoso. Afinal, assumir uma das maiores franquias da história do cinema não é uma tarefa que qualquer um faria com habilidade e competência – tendo de um lado os fãs xiitas da saga e do outro uma galera que apreciou ótimo O Despertar da Força, que trouxe para as novas gerações toda a intensidade que o universo de Star Wars é capaz de transmitir, Johnson consegue, com sua direção e roteirização criativa, dinâmica e inovadora, mas ao mesmo tempo mantendo-se fiel ao espirito original do que George Lucas lançou há 40 anos atrás, fazer de Os Últimos Jedi um passo importantíssimo para o futuro desta franquia que mudou o cinema – a junção do novo com o antigo nunca soou tão poderosa antes, fazendo deste filme um dos melhores da saga – mas com alguns escorregões que discutirei à frente.

Aplicar ousadia em filmes já muito bem estabelecidos para o grande público é um risco – ao mesmo tempo que se apegar demais a mesma formula poderia ser um problema: enquanto J.J. Abrams foi (injustamente) acusado de fazer do episódio VII ser uma suposta cópia de Uma Nova Esperança, Johnson é rebatido (injustamente, também) pelos fãs que consideraram sua abordagem diferenciada demais do universo original dos filmes. A resposta para a condução dos dois diretores em cada um de seus longas é bem simples: Abrams simplesmente usou uma estrutura já utilizada para introduzir novos (e belos) personagens – ao passo que, agora, Johnson expande este universo, deixando de resumir a saga em apenas, Skywalkers, Darth Vader e “bem versus o mal” – mesmo que a trama apresente características que lembrem certos pontos dos episódios V e VI – Star Wars, como sabemos, além de ser uma fantasia riquíssima, representa várias questões pertinentes em nossas vidas – sejam aspectos de moralidade, assuntos sociais e questionamentos ideológicos – surpreendente em passar, em certos momentos, questões que nos trazem a exploração capitalista sobre pessoas mais carentes ou até mesmo na realidade de nosso mundo, onde heróis e vilões se confundem quando o assunto é guerra ou aquisição de armas.

Em Rogue One, Gareth Edwards soube muito bem introduzir tais fundos de maneira bem discreta, mas eficiente – e fico muito feliz em dizer que Johnson também faz isso aqui – mas notem como seu trabalho é mais complexo, dado o número de personagens de Os Últimos Jedi ser consideravelmente maior. Sabendo dosar a emoção, ação e até o humor, o cineasta nos apresenta, logo de inicio, aos rebeldes, cada vez mais acuados no espaço pelas tropas da terrível Primeira Ordem, comandada pelo maligno Snoke (Serkis) – enquanto isso, muito longe dali, em um longínquo planeta, Rey (Ridley) finalmente encontrou Luke Skywalker, escondido e se sentindo culpado pelo fato de Kylo Ren (Driver), seu ex-aluno na antiga escola Jedi, ter ido para o lado sombrio da Força. Com o tempo se fechando contra os rebeldes, Poe (Isaac), Finn (Boyega) e a jovem Rose (Train) – junto de BB-8, é claro – tentam sabotar a nave do líder supremo Snoke, indo atrás de um homem (Del Toro) que pode desabilitar as defesas do imenso cruzador galáctico – ao mesmo tempo que a Almirante Holdo (Dern) assume o comando da rebelião no lugar da General Léia (Fisher).

Notem como uma trama destas poderia ser terrivelmente inchada nas mãos de um David S. Goyer da vida – mas não, o roteiro de Johnson é bastante consistente em focar em cada personagem com precisão – dando uma atenção essencial e dinâmica para cada um – mesmo que em pouco tempo, a Rose de Kelly Marie Train se mostra uma personagem interessante justamente por conferir uma certa reflexão sobre como os interesses de poderosos pesam na vida de certas etnias ou pessoas mais humildes, além de mostrar para o inseguro Finn de John Boyega uma maneira mais eficiente de encarar sua vida após tantos anos sendo oprimido pela Primeira Ordem, quando era um Stormtrooper – e a maneira espontânea como o Poe Dameron do eficiente Oscar Isaac constrói sua personalidade, ao tentar compreender aos poucos o verdadeiro significado de liderança bate de frente com a personagem de Laura Dern, que, se a principio parece fria e arrogante, torna-se quase emblemática – como conferido quando ela protagoniza uma das cenas de batalha mais espetaculares (mas bela e triste, ao mesmo tempo) de toda a saga!

E na relação entre a Rey da super simpática Daisy Ridley com Luke temos momentos que definem a personagem tão bem aceita em O Despertar da Força – ela agora começa a entender sua função no universo para ajudar os rebeldes – e a tão esperada presença de Mark Hamill não decepciona: o ator, que em 1977 ainda demonstrava uma certa insegurança – normal para qualquer ator iniciante – mostra-se agora um ótimo profissional – ainda mais que o roteiro sabe perfeitamente explorar um lado da própria personalidade do artista – o humor; logo de cara, na conclusão daquele momento final do episodio anterior, ele já demonstra isso – e também quando começa o treinamento Jedi de Rey – mas vai além disso – sua privação e tendência a solidão são extremamente bem fundamentadas e compreensíveis, passando longe de soluções convencionais – e é aqui que o poder de ousar de Johnson faz efeito.

Sem tomar rumos previsíveis, a trama de Os Últimos Jedi não tenta jamais cair para o óbvio – o enfoque na Léia da saudosa Carrie Fisher é realmente surpreendente, principalmente para quem se questionava sobre algo levantado no final de O Império Contra-Ataca e em O Retorno de Jedi - se revelando em uma das cenas mais emocionantes e belas do longa – devidamente dedicado à grande atriz falecida no final do ano passado – sim, eu chorei nesta parte! Mas devo destacar, em questões de atuação, o desempenho de Adam Driver como Kylo Ren, transformando seu personagem no mais multifacetado e complexo que a saga já mostrou até então – ao contrario de Darth Vader, Ren é indeciso entre o lado da luz e o da escuridão – sua frustração em não conseguir convencer Rey a ir para seu lado e a forma como é maltratado pelo Líder Supremo Snoke revelam sua real faceta, deixando-o como o personagem mais visceral e intenso de todo o filme.

Mas, entretanto, fica claro que o roteiro tem uma certa dificuldade em garantir o bom entrosamento de outros personagens e as situações que eles poderiam gerar – enquanto o General Hux do excelente Domhnall Gleeson tem pouco a fazer além de demonstrar desprezo por Ren, o Snoke de Serkis torna-se um personagem quase sem importância – mesmo que desta vez o CGI usado para sua caracterização seja melhor construído – embora ainda funcione como um elemento surpresa em certo ponto. Outro fato que pode nos deixar um tanto triste é o pouco aproveitamento de Chewbacca (mais para o humor, apenas), C3PO (Daniels) e R2-D2 (Jimmy Vee, substituindo o falecido Kenny Baker). E o “hacker” vivido pelo grande Benicio Del Toro poderia ser até excluído do filme – refletindo a pouco funcional parte da trama no planeta Canto Bight, onde Finn e Rose tentam conseguir a ajuda do suspeito e misterioso homem – tal parte, revela-se com uma certa relevância, mas ela impede que outros momentos mais importantes sejam focados – ainda que bem ao fim revele sua importância, que só seria realmente vista nas continuações – aliás, o fato do filme segurar certas informações (principalmente sobre o passado de certos personagens) também acaba por decepcionar e aborrecer em certas partes – é bem visível como existem diversas “informações falsas” durante a trama – ou que pelo menos soam assim.

Ainda assim, as decisões estéticas e estruturais que Johnson toma durante a condução de toda a trama jamais fazem deste episódio VIII um filme aborrecido – o ritmo do longa é intenso e bem preparado – fazendo suas duas horas e meia passarem mais rápido – com técnicas simples, o diretor impulsiona a narrativa de forma bem natural – como ao inserir diálogos em cenas que acontecem antes do que está sendo mostrado, principalmente no treinamento na ilha de Luke e nos momentos importantes onde Rey e Kylo Ren fazem um tipo de “conexão mental”, revelando uma curiosa tensão sexual entre os dois – com uma montagem simples, mas relegando uma forma de atuar mais desafiadora aos atores (reparem no choro de Daisy em algumas dessas partes), tais momentos preparam uma conclusão que impressiona por não cair no lugar comum, tornando Rey e Kylo ainda mais interessantes e ricos em suas personalidades e características.

E sobre os aspectos técnicos em geral, só posso dizer que mantém a qualidade exemplar de toda a franquia – direção de arte riquíssima, ainda aproveitando-se para ser mesclada com os belos efeitos digitais, como feito em O Despertar da Força – vide as criaturas de cristal do planeta Crait ou a forma como as X-Wings sobrevoam as naves da Primeira Ordem – além de planos detalhados onde pode-se ver os atores em meio as naves, sem parecer falso ou evidente o uso do CGI – coisa também vista na forma como os movimentos do adorável BB-8 são bem recriados – fazendo dele um coadjuvante indispensável – com importância real na trama.

Além disso, a misce-en-scene de Johnson é bastante abrangente em deixar as cenas de ação sempre com planos abertos, possibilitando uma visão clara de toda a movimentação – sejam as batalhas de naves ou os combates com sabres de luz – bem coreografados – e a fotografia de Steve Yedlin enriquece o filme com cenas belíssimas, que remetem a algo novo, mas ao mesmo tempo clássico da saga – a batalha no planeta Crait revela-se quase uma pintura clássica, com as planícies brancas em meio ao fundo avermelhado da terra, com efeitos com a luz do sol que impressionam pelo realismo, ainda mais quando dois personagens finalmente irão duelar – tudo bem acompanhado pelos fantásticos efeitos sonoros (uma indicação ao Oscar é quase certa) e pela magnifica (ah, vá?) trilha-sonora do mestre John Williams, que não precisa apelar para fazer qualquer fã se emocionar com suas composições clássicas do tema, se mesclando com outras novas e também envolventes.

Mesmo que seu roteiro sofra com situações e momentos possivelmente descartáveis, Os Últimos Jedi ainda é uma experiência fantástica, capaz de emocionar e conquistar novos adeptos no universo da franquia, sem jamais ofender o passado – é um filme ousado, criativo e com um diretor e roteirista totalmente disposto a nos surpreender e envolver, com está trama repleta de ricos e complexos personagens, sejam os novos ou antigos.

Assim como Luke descreve a Força em certo momento, Star Wars é vida e pertence a todos, e não só a aqueles fãs que não conseguem abrir a mente para algo inovador, desafiador e emocionante como este episódio VIII o é.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Star Wars: Os ultimos Jedi, um dos filmes mais esperados do ano, chega aos cinemas e supreendentemente dividiu opiniões dos espectadores, principalmente dos fãs, porém para mim o filme mantém a qualidade de seu antencessor ( Star Wars: O despertar da força), isso porque o filme arrasa quanto aos efeitos especiais e nas eletrizantes e desafiadoras cenas de batalha, além disso consegue inovar não sendo um filme previsível já que muitas vezes achamos que o filme vai para um lado e acaba indo para outro tornando a batalha principal do filme mais desafiadora, isto além dos pontos importantes abordados no fime, como: talvez não exista apenas o lado negro e a luz e sim um tom de cinza entre os dois
Dentre o que decepcionou a mim e a muitos também foram algumas decisões tomadas para alguns personagens(cujas não vou entrar em detalhes para não revelar os acontecimentos do filme), porém o filme ( na minha opinião), não é uma galáxia de más decisões nem mesmo um mar de maravilhas
Quanto as atuações é indiscutível que elas permaneceram muito boas, com destaque para Daisy Ridley.
Star Wars: Os ultimos Jedi, pode não nos deixar tão ansiosos para seu filme sucessor, assim como O despertar da força nos deixou, porém ele não deixa de ser uma boa sequência.
Vitor M.
Vitor M.

7 seguidores 10 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 17 de dezembro de 2017
Não sei nem por onde começar, Os Últimos Jedi talvez seja o melhor filme do star wars até agora, reviravoltas. Surpresas, cenas de tirar o fôlego. Vi o filme na data de estréia e só estou escrevendo a crítica na madrugada do dia 17 por simplesmente não saber o que dizer. O elenco está ótimo, Mark hamill está excelente como uma versão desesperançosa e quebrada do Luke, Adam Driver está excelente pois mostra um conflito entre bem e mal no personagem, mas que está desesperado pra deixar a parte má tomar conta dele, e vemos isso com até mais clareza nele do que no Darth Vader pois podemos ver as expressões do personagem, e não ouvir só a voz. Daisy Ridley estava ótima no sétimo e está atuando ainda melhor agora. Nem todas as perguntas são respondidas. Mas uma das que mais intrigou os fãs é. e é que spoiler: os pais da Rey eram uma dupla de bêbados que venderam a filha pra comprar mais bebida, e depois morreram
Surpreendentemente a spoiler: Léia não morre, e por isso acho que vai ficar mal feito se a Léia simplesmente desaparecer no próximo filme, eu acho que vão acabar escolhendo uma outra atriz e mudar o rosto dela digitalmente. Não conheci a Carrie Fisher mas não acho que ela ia querer que a personagem morresse com ela
Não consegui gostar muito dos personagens novos, fora a Rose,
também muito bem interpretada pela Kelly Marie Tran. Mas não gostei mesmo foi do personagem do Benicio Del Toro. spoiler: ele foi uma solução preguiçosa pra tirar o Finn e a Rose da cela, e depois podiam simplesmente ter tirado o personagem
. Depois veio coisas nunca antes vistas no universo de filmes no Star wars, talvez só no expandido (pra quem não sabe, filmes, jogos, livros etc). Como spoiler: projeção com a força e comunicação pela força "via whatzapp"

E o último momento com o Luke me deu pavor do spoiler: filme acabar naquele momento. Pois eu estava preparado pra um belo cliffhanger. Mas meio que acaba com cliffhanger e não ao mesmo tempo. Dando um ar de "continua" mas que concluiu o capítulo
Com muitas cenas de tirar o fôlego, reviravoltas e momentos que a gente não espera ver como spoiler: a morte do Snoke, a projeção do Luke, a Léia usando a força.
. Me faz perguntar como tem tanta gente que não gostou.
Chego a pensar que são fãs chatos que odeiam tudo o que não é do jeito deles, pois até agora não vi nenhum apontando um erro sequer no filme, só dizendo como mantra que o filme "é ruim" ou que "estragou star wars" e só. Só quem eu vejo fazendo esse tipo de "crítica" são os infames haters.
A verdade é que o melhor desse filme está em spoilers, então se eu for recomendar o filme baseado no melhor dele, não vou poder fazer isso. Eu preciso parabenizar a equipe de marketing por ter permitido o público a ir pro cinema não só com o mínimo de informação possível, como algumas mentirinhas que levaram a especulações falsas. Talvez esse seja o melhor filme do star wars até agora. Minhas únicas críticas são o personagem do Benicio Del Toro e o fato de que como os líderes do bem são mulheres e os líderes do mal são homens, eu tive uma leve sensação de "HOMENS SÃO DO MAL E AS MULHERES SÃO DO BEM" e já vi uma mulher concordando comigo nisso sobre o filme. Mas isso não é nada que realmente interfira na qualidade dele. O fato de ter líderes do bem mulheres e líderes do mal homens, não interfere nada na qualidade, apenas me dá a leve impressão que eu já mencionei.
spoiler: será que o garoto do final vai acabar sendo importante pra a trama? (pergunta retórica pois com certeza não, mas cá entre nós, foi o que deu à entender) Espero que apareçam mais desses novos "younglings" usuários da força no 9, e que eles acabem no fim sendo o fator determinante do destino da galáxia, acho que seria muito interessante
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