Star Wars: Os Últimos Jedi
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181 Críticas do usuário

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Louis N.
Louis N.

2 seguidores 3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de dezembro de 2017
Primeiros 60 minutos do filme são extremamente irregulares, cenas infantis e forçadas. Nota-se um empenho do diretor em tentar encaixar notas cômicas no meio do enredo misturadas com sentimentalismo barato spoiler: (exemplo máximo disto é o momento da destruição da nave imperial e o suspense bem superficial gerada pela cena com controle remoto que acaba por despejar todas as bombas)
. Nota-se que o diretor se perde no meio do caminho spoiler: (cenas do cassino e da perseguição na cidade são sofríveis, efeitos especiais parecem piores que episódios I, II e III)
até que na metade pro fim graças à reviravoltas e surpresas no roteiro o filme ganha corpo e real tensão. Mas não dá pra disfarçar... saída do JJ Abrams da direção impactou profundamente no resultado final do filme.
Ronaldo C.
Ronaldo C.

2 seguidores 5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
O filme foi fantástico, ver Luke e Leia de novo juntos no cinema é um sonho de criança se realizando. Gostei da performance da Princesa Leia, Poe Demeron, Ray, Finn e outros.

A PARTIR DAQUI SPOILER:

spoiler: O Filme é bom, eu gostei muito de assistir, apesar de parecer ser uma grande Mistureba de Império - contra ataca e retorno de Jedi, o filme não é nem um, nem outro, o filme é algo novo na saga, gostei muito da volta do mestre Yoda sem digitalização, e dá mesma forma dando lições a Luke mostrando o que é realmente ser um Jedi. Uma coisa bem legal é que o filme explica logo no inicio que o episódio 8 acontece a partir de onde o 7 parou, eu achava que Snoke ia treinar Kylo Ren para depois ele voltar para a caça aos Jedis e a Resistência, a partir daí começaria o ep. 8, começou de onde o anterior parou, com a república sendo destruída e a resistência lutando contra a primeira Ordem e Rey entregando o Sabre a Luke, inclusive a mesma música que toca no final do Despertar da força, toca no momento que ela entrega o sabre a Luke nesse filme, dá um certo Déjà vu no momento. Outro ponto alto foi quando a princesa Leia foi jogada no espaço, achei que ela ia morrer, mas nesse momento ela mostra que como o seu irmão, ela também sabe manipular força e muito bem. O desenvolvimento de Ray nesse filme é muito bom e Amargura de Luke por ter falhado com o sobrinho. Os três pontos não tão bons que achei no filme, foi as respostas não respondidas da saga filmes até agora: -- Não gostei da forma que o "Supremo" Líder Snoke foi morto, esperava mais dele, já que ele parecia ser uma versão mais forte que Darth Sídius, também esperava que ele "mostrasse o lugar dele nisso tudo" mostrando quem ele realmente era [ Darth Sídius ressurreto?, Darth Plagueis (mestre de Darth Sídius) ou Mace Windu (querendo vingança contra família Skywalker, ele podia estar usando Kylo Ren para matar Luke, em seguida ele mataria Kylo Ren já que ele tem o sangue Skywalker) ], não saberemos mais, a menos que ele ressuscite no episódio 9 e volte como um fantasma como acontece com os mestres Jedis quando morrem. -- Outra coisa que me deixou com a pulga atrás da orelha, se ele tinha o poder de ler mentes, será que ele sendo tão poderoso, não saberia que seu pupilo estava tentando mata-lo sorrateiramente, ele mesmo disse um pouco antes de morrer, que ele saberia se Kylo Ren estaria querendo mata-lo, pois consegue ler a mente do todos que estão ali, inclusive leu a mente de Ray coisa que nem Kylo Ren conseguiu no episódio 7, então mesmo Kylo Ren, não teria poder para bloquear a mente na frente o Supremo Líder Snoke. -- Eu esperava que nesse filme mostrasse onde estão os cavaleiros Ren, ou seja, os subalternos de Kylo Ren, mencionados por Snoke no despertar da força, nesse filme Luke fala que Ben solo, matou quase todos os Jedis no templos depois de se rebelar, mas alguns deles se aliaram a ele e fugiram, é óbvio que esses são os cavaleiros Ren, mas onde eles estão? onde vivem? o que fazem? mistério. mistério. mistério.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de dezembro de 2017
Star Wars: Os Últimos Jedi (Star Wars The Last Jedi) é um dos filmes mais esperados do ano, continuação direta de Star Wars O Despertar da Força, mas com uma diferença, a direção e o roteiro ficaram a cargo de Rian Johnson que divertiu os fãs com muito fanservice porém não conseguiu entregar uma continuação grandiosa para a nova trilogia.

Geralmente o segundo filme é o destaque em uma trilogia, mas em Star Wars: Os Últimos Jedi o diretor e roteirista Rian Johnson não conseguiu manter a grandiosidade do universo que nos foi apresentado em O Despertar da Força, deixando rasos personagens que nos foram apresentados no filme anterior. Os únicos que foram bem desenvolvidos foram Luke Skywalker (Mark Hamill) e Leia Organa (Carrie Fisher), os demais não foram tratados como no filme anterior com profundidade possuindo duas camadas com um background que fez com que os fãs criassem teorias.

Começando por Rey e Kylo Ren, onde Rey foi diminuída para uma menina que não consegue fazer nada sozinha, diferente da garota destemida que resolvia tudo com as próprias mãos, não esquecendo de que resumiram o passado da personagem com apenas uma fala do vilão. Kylo Ren é um personagem difícil de lidar, e agora com o desfecho que teve em Os Últimos Jedi isso apenas piora, não sabemos se ele é vilão ou um futuro herói, não sabemos se ele é poderoso ou se é apenas um garoto mimado. A falta de carisma de Adam Driver no papel era mascarado por conta da imponência e da caracterização do personagem, e isso foi desconstruído logo no inicio do filme.

Finn (John Boyega) e Poe Dameron (Oscar Isaac) também foram diminuídos a coadjuvantes que fazem side quests e que no final das contas não servem pra nada, enquanto o "poderoso" Líder Supermo Snoke foi apenas um boneco de CGI (muito bem feito por sinal) falava apenas usando palavras de efeito. Um vilão digno de Star Wars que foi deixado de lado sem ao menos nos dizer quem era realmente.

Todos esses pontos negativos ficam na conta de Rian Johnson que nos deu um filme confuso, com muitos furos de roteiro, com uma edição confusa, e momentos que beiram a piadas Marvel Studios, e como fã de Star Wars não era isso que esperava. O que foi mostrado durante a divulgação do filme era algo diferente, mais denso e sério, lembrando que Os Últimos Jedi mostra a Aliança Rebelde sendo dizimada, com o nosso herói Luke Skywalker precisando voltar a utilizar a força para salvar os poucos que restaram.

Mas o filme não foi apenas isso, e contou também com cenas que emocionaram os que estavam no cinema, e cheio de fan services que agradaram aos que viram a sessão. Isso agrada muito, já que somos fãs de Star Wars e queremos sempre o melhor, realmente esperava muito mais dessa continuação e graças à Força o diretor J. J. Abrams volta para finalizar essa trilogia que tem tudo para trazer novos fãs e agradar aos fãs de longa data.

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Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2017
E vamos para o oitavo capítulo desta treta familiar intergaláctica e que não é melhor que STRA TREK, leia sem espaços em: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/14/rezenha-critica-star-wars-os-ultimos-jedi-2017/ .

Tive o inenarrável prazer de estar em uma “junked” do filme e conferir as mais de duas horas deste aguardado filme. Confiram a “rezenha” crítica de Star Wars: Os Últimos Jedi e descubram se ainda é mais do mesmo ou algo lúdico e inovador foi adicionado a maior franquia do cinema de todos os tempos.

Uma continuação direta de Star Wars: O Despertar da Força com os novos personagens devidamente apresentados no longa anterior, chegou o momento da franquia finalmente explorar mais a fundo cada um deles, mostrando uma jornada bem definida, que não é necessariamente guiada por um único herói. Então, enquanto Rey está tentando encontrar seu lugar no mundo e aprender sobre a Força e sobre ser uma Jedi, os guerreiros da resistência, Poe, Finn e a novata Rose (que na minha opinião foi totalmente desnecessária por querer trazer à tona discussões do mundo real em momentos inoportunos), traçam planos para tentar se defender dos ataques da Primeira Ordem.

Durante suas duas horas e meia o longa faz questão de enfatizar que a cada ato heroico feito sem pensar, recursos e vidas são perdidos e que uma guerra não pode ser vencida apenas explodindo coisas, há também a necessidade de decisões estratégicas e de uma boa liderança que influenciam indireta e diretamente em uma guerra e todo esse peso é explorado.

Se engana que a atuação da General Leia Organa foi apenas um fan service em virtude da morte de Carrie Fisher, sempre com decisões sábias e dignas, mostra a importância de seu personagem e como acender a fagulha da esperança de uma revolução.

Enquanto os heróis da resistência são mais aprofundados neste longa, apenas Kylo Ren é explorado na Primeira Ordem (e ainda nem tanto como deveria). Os vilões continuam sem destaque e muitas questões continuam em aberto, por exemplo Snooker que desde o episódio sete mostrava um poder descomunal mas que neste fica em total segundo plano com total descrédito com uma certa soberba (coisa que não deveria acontecer com seres elevados, independente de que lado está) que digamos decreta o seu fim.

Eu achava que veria apenas um um Porg, e de repente deparei-me com uma ilha cheia deles, já surtei né mas até que foram criados vários momentos cômicos com estes personagens que foram exclusivamente projetados apenas para serem engraçadinhos e vender bilhões de produtos licenciados, não são tão irritantes quanto os Gungans e em alguns momentos conseguem ser mais fofos que os Ewoks, apesar que tem um Gungan em especial que eu adoro e vou contra a maioria, o Jar Jar Binks, que se reinserido de forma correta poderia ser importante para o universo Star Wars (nego lê isso e quer me matar).

O filme possui muitos altos e baixos que quase me fizeram cochilar na sala de cinema, inebriado pelo horário é verdade onde a idade não possibilita mais estas loucuras. Alguns momentos e diálogos do longa tentam nos fazer de idiotas ou simplesmente ignoram a lógica desde quando Ray pisa na ilha onde está Luke que chega a ser irritante o despreparo de um Jedi, não pelo despreparo em si, mas o roteiro mesmo muito mal feito nestes momentos que fazem de Luke mais um coringa do que Jedi.

O jogo confuso que foi inciado no trailer desenvolve-se pelo filme onde há uma espécie de dança entre o lado das Sombras e o da Luz, envolvendo Rey e Kylo Ren. Eles sempre aparecem espelhados e comunicando-se por telepatia, conflitados sobre o seu caminho e origem, interligados de uma maneira emocional que nenhum outro filme da franquia havia ousado fazer. O contraste entre eles também é visualmente interessante e fica ainda mais rico nas cenas em que eles são colocados lado a lado em uma sequência muito bem elaborada.

Falando em cenas de ação são tudo o que podíamos querer, acrescentando um visual exuberante, vide a batalha em Crait, um planeta que tem um solo feito de um mineral vermelho coberto por sal. Quando as naves voam, levantam uma névoa cor de sangue que faz parecer que o cenário inteiro está ferido por conta do embate. É um momento que dá vontade de rever muitas vezes, pena estarmos assistindo em 3D que deixa tudo mais escuro, não vejo a hora de assistir em casa com o contraste “estralando” na tela.

Algumas discussões que são importantes para a sociedade em um geral são discutidas desnecessariamente em Os Últimos Jedi, como por exemplo o maltrato de animais e o tráfico de influência (que acarreta na venda de armas e naves para os dois lados), dormi nessa parte.

Star Wars: Os Últimos Jedi consegue ser melhor que seu antecessor por conta da ousadia e vontade de não ser chamado apenas de um remake mal feito que se utiliza de referências. Neste conseguimos notar uma identidade própria sem perder a essência, e principalmente, para quem realmente é fã emocionar-se com algumas cenas que vão ecoar para sempre na mente.

Iria assistir de novo? Sim, de preferência sem o 3D.

Minha nota é 3/5.
Leonardo B.
Leonardo B.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de dezembro de 2017
A saga está perdendo seu encanto. Vários clichês dos outros filmes anteriores mas sem a mesma maestria. Uma pena. Rogue One foi muito melhor justamente porque ousou experimentar mais.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Jedis. Novelesco. Enrolação. Visual. Diferente. Nostalgia forçada. Fuga. Bem contra o mal. Incoerente. Legal.
Dudu S.
Dudu S.

21 seguidores 71 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2020
bom!
Dois anos atrás a saga Star Wars retornou com o filme Star Wars O Despertar da Força, onde nos trazia novos personagens além de velhos conhecidos e apresentou um novo vilão, Kylo Ren. O Despertar da Força deu o início de uma nova trilogia e no filme Últimos Jedi, os personagens são mais explorados e cita a origem da Rey contando quem são seus pais. Nesse filme retornam personagens que não haviam aparecido no primeiro filme.
A história do filme é boa, as cenas que envolvem naves são insanas, Luke Skywalker retorna nesse filme e está bem diferente. Está isolado em uma ilha e, quando a Rey o acha, não quer voltar. Luke ensina algumas coisas para a Rey e percebe-se os poderes dela aumentando, permitindo ela ter um maior domínio da força.
O filme se aprofunda mais sobre o que aconteceu com Ben Solo, que o transformou em Kylo Ren, o que aconteceu com a nova geração de Jedi que o Luke estava treinando e o que aconteceu entre eles.
Kylo Ren em alguns momentos mostra que ainda pode ser salvo e voltar a ser do bem, como aconteceu com seu avô, Darth Vader. Isso se evidencia na cena que ele não consegue atirar na parte da nave onde sua mãe está. Nesse longa o Kylo Ren e a Rey tem uma ligação, fazendo com que ela vai até ele para tentar traze-lo para o bem. O líder supremo Snoke aparece em sua forma real e não em transmissão, e se mostra ser muito poderoso, impedindo a Rey de pegar seu sabre de luz. Kylo Ren odeia o Luke Skywalker e tem muita raiva e isso deve- se pelo o que Luke tentou fazer.
No filme explora o personagem Poe o melhor piloto da resistência, mostra sua personalidade de ser teimoso e não obedecer ordens muitas vezes por não achar certas, fazendo ele fazer a coisa que acha ser certa, B.B-8 se destaca bastante por salvar geral muitas vezes, o personagem Finn também é explorado, mostrando que ele quer combater a primeira ordem, no filme anterior ele queria fugir, a Capitã Phasma tem raiva dele por ele ter traído a primeira ordem e tenta matá-lo.
Nesse longa sentimos a falta do Han Solo que foi morto por Kylo Ren no filme anterior.
No filme tem uma criatura que habita o planeta onde o Luke está e que embarcou na millennium Falcon, se tornando uma criatura fofa e fazendo cenas engraçadas. O filme tem algumas piadas, que são muito bem utilizadas e em momentos adequados.
Rian Johnson, o diretor, utiliza um estilo próprio, fazendo um filme diferente da saga que alguns fans não vão gostar, mas a maioria vai.
Esse filme é semelhante ao quinto filme da saga, o Império Contra ataca, e há muitas referências de outros filmes da saga Star Wars.
Os atores trabalham muito bem, principalmente Daisy Ridley que interpreta a personagem Rey muito bem. O Mark Hamill faz uma atuação muito boa, sendo uma das melhores atuações que fez na saga Star Wars. Adam Driver também atua muito bem na pele do personagem Kylo Ren, fazendo uma atuação melhor do que em o Despertar da Força. John Boyega também atua bem na pele do personagem Finn e Oscar Isaac também atua bem na pele do personagem Poe. Esse filme é o último filme da saga Star Wars que a atriz Carrie Fisher participará, por ter falecido. Ela consegue fazer uma boa atuação no seu último filme da saga Star Wars. a jornada de um personagem acaba do mesmo jeito que começa.
Eu gostei desse filme, recomendo!
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