Star Wars: Os Últimos Jedi
Média
4,3
1965 notas

182 Críticas do usuário

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Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

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3,5
Enviada em 4 de fevereiro de 2018
A tranquila e solitária vida de Luke Skywalker sofre uma reviravolta quando ele conhece Rey, uma jovem que mostra fortes sinais da Força. O desejo dela de aprender o estilo dos Jedi força Luke a tomar uma decisão que mudará sua vida para sempre. Enquanto isso, Kylo Ren e o General Hux lideram a Primeira Ordem para um ataque total contra Leia e a Resistência pela supremacia da galáxia.

Como já disse em outras críticas minhas eu não sou o maior expert em Star Wars eu assisto todos os que aparecem mas não sou daquele tipo viciado às vezes me perco com tanta informação e não sei nem para quem estou torcendo, mais a única coisa que não tem discussão é que o filme Sempre tem os melhores efeitos e esse mais uma vez se supera, um grande filme⭐
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de abril de 2018
Não sou um fã assíduo da saga, mas acho os filmes uma boa opção de aventura. Não achei o melhor e nem o pior, mas fica abaixo do Despertar da Força.
Felipe F.
Felipe F.

3.725 seguidores 758 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 6 de dezembro de 2018
Se foi Luke, Han e Leia, e após o episódio oito é difícil acreditar que essa nova leva de personagens vai conseguir carregar os próximos episódios nas costas. Não que esse filme seja ruim, é um bom filme, mas não tem o mesmo brilho dos outros, até mesmo do episódio sete, é um bom filme mas que a franquia deve abrir o olho.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de dezembro de 2017
Como roteiro em si e nos quesitos técnicos funciona muito bem, só que ele expande coisas demais e deixam algumas abertas de lado, não é redondo como o Despertar da Força.

Para lê a critica completa no link abaixo do blog ParsaGeeks (só juntar a url):
http:// parsageeks.blogspot.com. br/2017/12 /cinema-435-star-wars-episodio-viii-os. html
Vinícius d
Vinícius d

614 seguidores 676 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de agosto de 2020
Os últimos Jedi é um filme bom mas que oscila demais entre pontos de grande brilho e algumas partes sem significado, devido a um enredo esquisito, como a entrada no Snoke, o sucessor do Sidious e sua temível aparição e saída repentina. O filme continua do ponto onde parou Despertar da Força e a entrada de Mark Hamill, Luke Skywalker, no filme anterior. As cenas na montanha são magnificas e dão mais informações sob o mundo Jedi, e o desenvolvimento das habilidades de Rey. Um filme com uma carga dramática maior que os seus antecessores. Elogios ao Adam Driver que melhorou sua atuação em relação ao filme anterior, podemos dizer, Kylo Ren é alguma coisa e aguardemos que o potencial desse novo personagem seja explorado bem na série. Infelizmente Carrie Fisher faz seu ultimo filme na saga, após falecer em 2016. Um bom filme mas que não cativa tanto quanto o Despertar da Força ou o paralelo Rogue One. spoiler: Kylo Ren passa a assumir novo papel de força na saga e liderará o que sobrou do império, podendo ir mais longe que Darth Sidious quem sabe.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 23 de dezembro de 2017
Jedis. Novelesco. Enrolação. Visual. Diferente. Nostalgia forçada. Fuga. Bem contra o mal. Incoerente. Legal.
MichaellMachado
MichaellMachado

1.122 seguidores 538 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de dezembro de 2018
Só mais do mesmo! Uma história velha e repetida, com personagens novos e Visuais modernos. Para quem não está acostumado a saga Star Wars, talvez ache o filme nota 10.

O filme é sim, bem produzido, todavia, infelizmente, a saga, para quem já acompanha a franquia, vê nitidamente que esse Star Wars - O Último Jedi, é bem parecido com "O Império Contra Ataque" (1980).
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 27 de fevereiro de 2018
Um filme cheio de fan service, cenas incríveis, ótima direção de arte e tecnicamente acima do nível, mas também é um filme que tem seus problemas, parecendo por muitas vezes um filme de cenas que funcionam bem isoladamente, "Star Wars: Os últimos Jedi" encanta os fãs mas fieis da franquia pelo seus momentos de "Ahhhh, era isso que queria ver", mas numa visão mais fria, temos problemas de roteiro, ritmo e desenvolvimento. O roteiro faz os dois primeiros atos do filme parecerem grandes fillers, poque não anda, a intenção era desenvolver a personagem da Rey, o que não acontece, vemos apenas 2 atos de discussão, pensamentos e treinamentos, tudo meio jogado e superficial, sem falar na falta de profundidade do lendário Luke Skywallker, ou no personagem do Finn que é maravilhoso no primeiro filme, com dramas e dualidades e aqui ele é jogado numa missão secundaria clichê, com um par romântico clichê, seguindo a tradicional jornada do herói que pouco acrescenta no filme, o unico personagem que você nota algum desenvolvimento é Kylo Ren, mesmo assim, ele termina o filme ainda em certo conflito, não sentimos confiança no mesmo. "Star Wars: Os últimos Jedi" é um legitimo filme de meio de historia, um filme que servirá de terreno para Star Wars episodio IX. O ponto mais alto do filme é sua direção de arte, que explora uma fauna nova, e conta com lindos figurinos, figurante e uma absurda atenção em cada detalhe, alem de contar com a clássica sonoplastia de Star Wars, a trilha sonora é ótima e não para um segundo, ditando por muitas vezes o ritmo da cena, sem medo de planos abertos ou zoom in's, a câmera se comporta muito bem, tentando sempre trazer o máximo de riquezas a aquele mundo que realmente passa uma impressão de ser vivo e o ritmo da montagem do filme da uma compensada no pessimo ritmo do roteiro. As atuações, que no episodio VII são um dos grandes destaques, aqui ficam obsoletas e enjoativas, mas fica um destaque para Oscar Isaac, Adam Driver e Carrie Fischer, alem da ótima presença de tela de Mark Hamill. Por fim, é um filme que fãs de carteirinha irão amar, como eu, e o filme tem coisas muito boas fora a direção de arte, como por exemplo, a exploração da força e todo a simbologia que é exposta em volta da mesma, ou a ponte de comunicação que une os Jedi, ou até mesmo a limpa do passado buscando um renovação para Star Wars, renovação essa, que está acontecendo mesmo que seja difícil se desapegar dos personagens do passado, e esse filme era a onde tinha que acontecer a parte "chata", para servir de base ao que virá. Por fim, "Star Wars: Os últimos Jedi" pode até deixar a desejar, mas mesmo assim, é um filme absurdamente empolgante e divertido.
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 14 de dezembro de 2017
E vamos para o oitavo capítulo desta treta familiar intergaláctica e que não é melhor que STRA TREK, leia sem espaços em: h t t p s : / / rezenhando . wordpress . com /2017/12/14/rezenha-critica-star-wars-os-ultimos-jedi-2017/ .

Tive o inenarrável prazer de estar em uma “junked” do filme e conferir as mais de duas horas deste aguardado filme. Confiram a “rezenha” crítica de Star Wars: Os Últimos Jedi e descubram se ainda é mais do mesmo ou algo lúdico e inovador foi adicionado a maior franquia do cinema de todos os tempos.

Uma continuação direta de Star Wars: O Despertar da Força com os novos personagens devidamente apresentados no longa anterior, chegou o momento da franquia finalmente explorar mais a fundo cada um deles, mostrando uma jornada bem definida, que não é necessariamente guiada por um único herói. Então, enquanto Rey está tentando encontrar seu lugar no mundo e aprender sobre a Força e sobre ser uma Jedi, os guerreiros da resistência, Poe, Finn e a novata Rose (que na minha opinião foi totalmente desnecessária por querer trazer à tona discussões do mundo real em momentos inoportunos), traçam planos para tentar se defender dos ataques da Primeira Ordem.

Durante suas duas horas e meia o longa faz questão de enfatizar que a cada ato heroico feito sem pensar, recursos e vidas são perdidos e que uma guerra não pode ser vencida apenas explodindo coisas, há também a necessidade de decisões estratégicas e de uma boa liderança que influenciam indireta e diretamente em uma guerra e todo esse peso é explorado.

Se engana que a atuação da General Leia Organa foi apenas um fan service em virtude da morte de Carrie Fisher, sempre com decisões sábias e dignas, mostra a importância de seu personagem e como acender a fagulha da esperança de uma revolução.

Enquanto os heróis da resistência são mais aprofundados neste longa, apenas Kylo Ren é explorado na Primeira Ordem (e ainda nem tanto como deveria). Os vilões continuam sem destaque e muitas questões continuam em aberto, por exemplo Snooker que desde o episódio sete mostrava um poder descomunal mas que neste fica em total segundo plano com total descrédito com uma certa soberba (coisa que não deveria acontecer com seres elevados, independente de que lado está) que digamos decreta o seu fim.

Eu achava que veria apenas um um Porg, e de repente deparei-me com uma ilha cheia deles, já surtei né mas até que foram criados vários momentos cômicos com estes personagens que foram exclusivamente projetados apenas para serem engraçadinhos e vender bilhões de produtos licenciados, não são tão irritantes quanto os Gungans e em alguns momentos conseguem ser mais fofos que os Ewoks, apesar que tem um Gungan em especial que eu adoro e vou contra a maioria, o Jar Jar Binks, que se reinserido de forma correta poderia ser importante para o universo Star Wars (nego lê isso e quer me matar).

O filme possui muitos altos e baixos que quase me fizeram cochilar na sala de cinema, inebriado pelo horário é verdade onde a idade não possibilita mais estas loucuras. Alguns momentos e diálogos do longa tentam nos fazer de idiotas ou simplesmente ignoram a lógica desde quando Ray pisa na ilha onde está Luke que chega a ser irritante o despreparo de um Jedi, não pelo despreparo em si, mas o roteiro mesmo muito mal feito nestes momentos que fazem de Luke mais um coringa do que Jedi.

O jogo confuso que foi inciado no trailer desenvolve-se pelo filme onde há uma espécie de dança entre o lado das Sombras e o da Luz, envolvendo Rey e Kylo Ren. Eles sempre aparecem espelhados e comunicando-se por telepatia, conflitados sobre o seu caminho e origem, interligados de uma maneira emocional que nenhum outro filme da franquia havia ousado fazer. O contraste entre eles também é visualmente interessante e fica ainda mais rico nas cenas em que eles são colocados lado a lado em uma sequência muito bem elaborada.

Falando em cenas de ação são tudo o que podíamos querer, acrescentando um visual exuberante, vide a batalha em Crait, um planeta que tem um solo feito de um mineral vermelho coberto por sal. Quando as naves voam, levantam uma névoa cor de sangue que faz parecer que o cenário inteiro está ferido por conta do embate. É um momento que dá vontade de rever muitas vezes, pena estarmos assistindo em 3D que deixa tudo mais escuro, não vejo a hora de assistir em casa com o contraste “estralando” na tela.

Algumas discussões que são importantes para a sociedade em um geral são discutidas desnecessariamente em Os Últimos Jedi, como por exemplo o maltrato de animais e o tráfico de influência (que acarreta na venda de armas e naves para os dois lados), dormi nessa parte.

Star Wars: Os Últimos Jedi consegue ser melhor que seu antecessor por conta da ousadia e vontade de não ser chamado apenas de um remake mal feito que se utiliza de referências. Neste conseguimos notar uma identidade própria sem perder a essência, e principalmente, para quem realmente é fã emocionar-se com algumas cenas que vão ecoar para sempre na mente.

Iria assistir de novo? Sim, de preferência sem o 3D.

Minha nota é 3/5.
Alexandre S
Alexandre S

92 seguidores 150 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de abril de 2018
Mais um episódio de Star Wars não traz nada de novo e perde muito tempo com luke. Menos emocionante que a média não passa de mais um episódio
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