O filme passa uma ideia e enredo muito "violento" um pouco fantasioso, mas fantástico, em minha opinião um dos melhores filmes de Johnny Depp, acredito que o filme é ou vc vai gosta muito, ou não vai gosta.
Uma enxurrada de críticas, assim podemos definir as reações ao filme Transcendence - a revolução. Obviamente, não se trata da melhor obra de Johnny Depp até aqui, porém, existem pontos muito positivos a destacar, e como filme de ficção, traz a tona fatos interessantes de pesquisas que, antigamente consideraríamos apenas obra de cinema (sim, o filme fala, com liberdades artísticas, sobre uma pesquisa real). O tema abordado em Trancendence é o da regeneração do tecido humano, e ao mesmo tempo, a transferência da consciência humana para uma máquina, fazendo assim, um computador inteligente, com a mente de uma pessoa, que o corpo acabara de falecer, dois pontos que vem sendo estudados pela ciência, e vem sendo tratados como uma possibilidade para daqui a 50, 60 anos talvez. Nesse quesito, o filme obteve sucesso, apesar é claro, de alguns exageros, mas que são irrelevantes se considerarmos a mensagem em si. O grande problema do filme em minha opinião, é que, com uma grande quantidade de astros, muitos deles tiveram atuações apagadas. Johnny Depp mesmo, não entrega sua melhor atuação, embora esteja longe de ser ruim. Rebecca Hall também tem boa participação no longa. Paul Bettany e Morgan Freeman tem atuação bastante apagada. Em alguns momentos, o filme transcorre em um ritmo bastante lento, e para alguns, pode se tornar cansativo. Em resumo, na minha opinião, um bom filme, porém recomendo para aqueles que estejam interessados em conhecer um pouco mais sobre essas pesquisas científicas, ou a pessoas que possam assisti-lo sem preconceitos pelos comentários. Assistam e tirem suas conclusões, eu particularmente gostei.
muito bom! filme meio gestalt rsrsr confunde figura e fundo... não se sabe se é uma história de amor com importantes questões da pós modernidade ao fundo, ou vice versa... discute a ética e os limites da ciência, A dualidade da era tecnológica. O filme também coloca de forma sutil temas da filosofia pós-moderna como: vontade de potencia, subjetividade do eu, consciência e autoconsciência.
Mais que máquinas dominando a humanidade, é uma reflexão sobre o que resultaria da fusão entre esses elementos. Ciência x religião é também ultrapassado por outra fusão de coisas que de tão distantes parecem se entrecruzar no círculo da vida. Filme interessante, principalmente para você que não se interessa por respostas prontas e impostas.
Quando você vai assistir a um filme que teve um rendimento péssimo nas bilheterias e que não teve uma boa aceitação do público, suas expectativas ficam bem baixas. Mas não se enganem, Transcendence não é tão ruim assim. O filme aborda algumas teorias interessantes sobre ciência e tecnologia. Sobre a direção Wally Pfister, olha, digo que fiquei satisfeito, até por que é o seu primeiro longa metragem como diretor. Transcendence é um bom filme de ficção, tem uma ideia interessante, mas que poderia ser melhor aproveitada, mas mesmo assim, é interessante.
História interessante, bem criada, e que aproveita a evolução tecnológica dos dias de hoje, sobretudo com o desenvolvimento da Física Quântica, que é utilizada nos experimentos aqui criados. O filme é instigante, desperta ideias no espectador, mesmo não sendo aprovado por determinados críticos. O fato de alguém poder penetrar na memória virtual de vários aparelhos é curioso, contudo traz o perigo de uma única pessoa tomar conta de todos os sistemas e causar bloqueio total no acesso pelos demais. E é aí que tudo se divide em duas facções: uma a favor e outra contra este tipo de evolução tecnológica, fato que nos deixa em dúvida sobre qual poderia ser melhor. O assunto lembra-nos o cultuado "Ela", indicado para o Oscar de Melhor Filme de 2013. Podemos considerar o tema também como parcialmente espiritualista, pelo fato do corpo morrer e a parte que adquiriu inteligência durante a vida ficar em comunicação com os demais. Johnny Depp faz um papel mais contido do que costuma fazer em outros filmes. Os demais atores também são medianos. Lukas Haas faz um curtíssimo aparecimento, como o homem que atira em Caster.
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