Transcendence - A Revolução
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3,6
1764 notas

96 Críticas do usuário

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Enilson S.
Enilson S.

149 seguidores 167 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2014
Um filme inteligente e bom Johnny Depp, é basicamente o melhor é difícil achar um filme ruim dele, confesso que demorei um pouco pra entender pois o roteiro do filme é muito diferente e inovador, diferente até demais ao qual o espectador não está muito acostumado.
Byanca R.
Byanca R.

31 seguidores 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de julho de 2014
Indico !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Diego G.
Diego G.

4 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de julho de 2014
Roteiro show de bola, as cenas de ação não são das melhores, mas a história vale a pena e o elenco também!
Vinny D.
Vinny D.

2 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de julho de 2014
E ai, galera. Tudo de boinha?

Você já se imaginou sendo transportado para a grande teia mundial? Não. Meu papo não é sobre Peter Parker, o carinha do webdesigner, é sobre a internet mesmo. Pensa na loucura que seria acordar em todos os lugares ao mesmo tempo e ainda podendo fazer todos os upgrades e conhecendo todas as senhas possíveis e imagináveis. Isto é papo que só mesmo o Johnny Depp ou o Neo prá conseguir.

Saca só o lance do filme TRANSCENDENCE que eu vi com a Conexão Dorsey no Shopping Tacaruna, em Recife. O Daddy até aproveitou para contar a piadinha do português preso na escada rolante quando faltou energia. O maninho Link ficou azedo, mas eu ri pacas da cara dele.

Mas vamos voltar a fita. O Johnny e a Rebeca Hall fazem o casal perfeitinho da cena. São loucamente apaixonados um pelo outro e têm o mesmo trabalho. E nem brigam quando estão fazendo suas pesquisas, o que é algo meio insano de acreditar. Eles querem desenvolver uma Inteligência Artificial, ou seja, um ser cibernético que tenha conhecimento de si mesmo.

Como em todo filme as coisas só começam a dar certo quando dão erradas o trabalho deles é fechado, mas a doutora toma emprestado os HDs da maquinha conhecida como PINN. Pode parecer loucura, mas todas estas siglas do cinema têm um significado, e PINN é uma cópia de Personal Identification Number(Número de Identificação Pessoal), mais conhecido como senha.

E a senha que eles encontram é que a voz da máquina não é um programa de computador e sim a consciência de um macaco que foi feita um download. Calma, pelo menos esta parte vocês têm de fazer de conta pro negócio ficar maneiro. Pense porém nas maquininhas de comunicação de Star Trek nos anos 60 e talvez não seja tão doido assim, alguém ser transferido para uma máquina no futuro.

Só que o grande doutor Will Caster leva um tiro envenenado e antes de morrer tem sua mente transferida para a internet e fica e igualzinho a dupla Pink e Cerebro: “nós vamos dominar o mundo”. Só que nessa roubada, a doutora Evely, de grande amor de sua vida, passa a ser somente sua escrava particular.

Em resumo você vê na tela um upgrade de qualquer tragédia grega sem solução boa para nenhum personagem. Ele faz milagres curando pessoas com problemas de saúde que ficam mais super que o Clark Kent, meu coleguinha de High School, mas são apenas robôs comandados pela máquina Will Caster.

Pirado o lance? Acha que ninguém nunca tentou fazer uma consciência coletiva artificial? Pois isto acontece desde que o primeiro bocó tentou ficar mais esperto do que era comendo uma tal fruta proibida. Saca só se este lance não é exatamente o que queria fazer um cara chamado Adolf Hitler.

Ele queria que as pessoas fossem iguais, pensassem igual, tivessem os mesmos desejos e sonhassem o mesmo sonho. E a solução para quem não fosse igual era um tanto ardida. Só que esse papo de “coletivo” é uma asneira tão sem noção que ele colocou como garota propaganda da grande raça Ariana o bebê perfeito: uma menina judia.

Então quando você sentir que alguém tá vindo pra cima de você com um papo de coletivo isto, coletivo aquilo, pode sacar que é primeiro uma armação prá te dominar, e depois que é uma asneira sem tamanho que sempre vai acabar pior do que computador como aqueles programinhas para acelerar a velocidade. Trava tudo.

Aqui é Vinny Dorsey, seu cyber brother. Continue ligado na Conexão Dorsey.
yurisn
yurisn

8 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 4 de julho de 2014
O filme se perde na trama ao tentar transformar vilões em heróis. Porém, a ficção traz conceitos científicos e a ideia de saturação da informação. Trama envolvente.
Jeferson A.
Jeferson A.

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2014
"As pessoas temem o que não entendem."
Filme de Ficção científica , Suspense, com Johnny Depp e Morgan Freeman!
Marcus V.
Marcus V.

1 seguidor 5 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de junho de 2014
O filme possui uma ótima história, um elenco surpreendente, ótimos efeitos especiais, mas não souberam aprofundar nem desenvolver o tema abordado no filme. Eu gostei do filme, adoro filmes com o Johnny Deep, mas o filme deixa a desejar e as cenas de ação do filme não empolgam.
Marco G.
Marco G.

540 seguidores 244 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de junho de 2014
Este filme superou minhas expectativas, além de Johny D estar ótimo como sempre, o filme consegue ser de ficção com uma história um pouco mais coerente e fáctivel de que os filmes do gênero. Ótima diversão e um questionamento sobre o eventual abismo da "Internet".
Huebert M.
Huebert M.

23 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de junho de 2014
Transcedence – A Revolução, filme sci-fi dirigido pelo estreante Wally Pfister que costuma ser o fotografo das produções de Christopher Nolan, cujo filme também produz, conta a história do (Johnny Deep) e sua esposa Evelyn (Rebecca Hall) que criam o experimento baseado em Inteligência Artificial que consegue transportar a consciência humana para uma máquina, transformando-o numa espécie bondosa da Rainha Vermelha (o holograma de Resident Evil Hóspede Maldito). Depois de levar um tiro, consegue ter sua consciência salva em uma máquina e passa a controlar todo tipo de tecnologia conectada à rede através da internet. Seu desenvolvimento intelectual consegue ir além da inteligência humana e começa a desenvolver pesquisas a frente de nosso tempo baseado em nanotecnologia. A partir daí, criamos uma sensação de certo e errado do protagonista que divide as vezes nossa opinião em suas atitudes de controle sobre todas as coisas.

Parece real e muito possível que toda construção ideológica da trama seja compreendida e justificada pelos métodos conhecidos de nossa tecnologia. Há uma verdade contada que nos transpõe literalmente para uma época possível e condescendente dessa realidade aparentemente absurda de se fazer upload da consciência humana. Afinal, essa definição nos isenta de crenças e conceitos religiosos, humanísticos e descontrói a compreensão da alma como parte de nossa existência em contextos atuais.
Há uma passagem no filme onde somos questionados “Dr. Você quer criar um Deus?” e ele responde “Não é isso que estamos tentando fazer?”

E na minha opinião me questiona o limite de todas as nossas atitudes. Certo ou errado? Bom.
Aliás, isso deve ter sido pensado quando o argumento do também estreante roteirista Jack Paglen, decidiu escrever uma narrativa rica e as vezes perdida em suas duas horas de filme. O que se vê são elementos as vezes mal justificados em boa parte do longa, atitudes dos personagens mal compreendidas em um roteiro que corre para explicar tudo que surgi. Deep, ainda não encontro um papel que volte a ganhar o brilho que sempre teve, Joseph Tagger (Morgan Freman) era para ser um mentor, mas o que vi foi um personagem com mais dúvidas do que com respostas para aconselhar alguém, Max Waters (Paul Bettany) é o coitado e melhor amigo dos cientistas que tenta fazer um triangulo amoroso mal sucedido pelo roteiro, e Evelyn (Hall) é uma mulher iludida pelo sonho de mudar o mundo junto do marido.
Calma, isso não é ruim! Parece mas não é. O que vejo são pessoas criticando a forma pela qual Transcedente foi conduzida, e muitos justificam tal feito como o fracasso de bilheteria no seu país natal. Quando saí da sala do cinema minhas primeiras palavras resumiram a trama: fantástica.

Primeiro porque minha interpretação para o que vi se resumiu numa metáfora bem elaborada sobre o quanto estamos ligados e dependentes da tecnologia, o filme é quase uma reflexão sobre isso. E suas cortinas inserem nos primeiros minutos o epilogo “O mundo ficou vazio sem a internet”. E se? Como seria?

Não vou me aprofundar no quanto o diretor Wally Pfister e seu roteirista podem ter falhado com seus personagens e atores, se a fotografia deveria ter tido uma qualidade melhor, se a maquiagem estava borrada ou o continuísta esqueceu de algo, não, não! Tudo foi normal. Porque há uma necessidade de entender que precisamos nos abster de propriedades técnicas em tramas como essa e entender a complexidade do elemento comunicador para vê-lo como uma denúncia. Somos todos formadores de opinião e vivemos no caos online da vida que já está transcendendo.

Eu sei que posso morrer pelo que estou prestes a dizer, mas a sensação é que Transcedence me pareceu também uma introdução medieval das narrativas eruditas de Star Wars, Jornada nas Estrelas e todo sci-fi que vemos e estamos numa época moderna e cheio de engenhocas úteis que facilitam nossa vida, é quase como um “foi assim que começou”, no entanto digo mais uma vez: isso pode ser bom, pode ser ruim, o nosso limite é a consciência do fazer, através do o longa mostrou que o assunto é mais complexo do que parece, e talvez precisasse mais ou de menos tempo para conta-lo. De fato estou falando dos meios e métodos que o longa usou para dizer algo simples: estamos evoluindo. A critério do fique em casa ou vá ao cinema não há critica a fazer a Transcedente, porque o filme já é uma crítica a nossa atual sociedade, e ao nosso futuro. Então, vou me unir aos críticos burgos para não ser escandalizado e me manter vivo a assim dizer: poderia ter sido melhor, mas vá assistir! O filme é sensacional.
Bruna D.
Bruna D.

6 seguidores 1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de junho de 2014
Sou fã do Johnny, adoro o Morgan Freeman, gostei muito da ideologia do filme, porém esperava mais do final, deixou um pouco a desejar, mas é bom.
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