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3,7
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Críticos.Com.Br
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Estado de São Paulo
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Folha de São Paulo
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O Globo
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Instituto Moreira Salles
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Críticos.Com.Br
O formato discreto é compensado por um ótimo senso de narrativa, que sidera a atenção do espectador como num bom thriller. Ao mesmo tempo, o filme é um chamado à responsabilidade de quem trabalha com a restauração da verdade em nossa História recente.
Estado de São Paulo
O filme avança ao centrar foco, em sua segunda parte, apenas em Jango e seu controverso desaparecimento. Mas é preciso dizer que a primeira parte [...] é bem precisa e didática.
Folha de São Paulo
Agora, Fontenelle passa mais rápido pelas questões políticas de fundo (sem esquecê-las) e se dedica a escarafunchar as nebulosas circunstâncias (políticas?) da morte. O filme é quase um manifesto pela investigação da morte de Jango. A palavra está com a Comissão da Verdade.
O Globo
Embora esteticamente pouco ousado, o filme de Paulo Henrique Fontenelle revela uma matéria-prima digna de filme policial [...] Trata-se de um filme que nos ajuda a refletir sobre o momento em que vivemos e a entender melhor os movimentos da nossa história recente.
Cineweb
A tese que o filme defende é apenas uma – é necessário investigar, de uma vez por todas, todas estas histórias. E sepultar definitivamente todos os fantasmas de 1964.
Preview
A narrativa tem ritmo de thriller e vai além do estilo detetivesco ao traçar um painel histórico dos anos que antecederam a ditadura e a deposição de Jango.
Instituto Moreira Salles
Uma produção bastante convencional, na linha dos documentários políticos de Silvio Tendler, com uma condução unívoca (de todos os depoimentos, só um, o do historiador Moniz Bandeira, refuta a tese do assassinato) e o uso abusivo da música para induzir emoção.