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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,5
Enviada em 30 de junho de 2018
Western a moda antiga, com ótimas atuações, aqui temos conceitos bem definidos nos 3 atos, apesar de ter um primeiro ato lento, mas de qualidade. Elenco que conta com Kurt Russell, Patrick Wilson, Matthew Fox, Richard Jenkins, onde trazem ao público ótimos diálogos e cenas de ação de tirar o folego e traz um realismo cru em assassinatos pesados, vale salientar o ultimo ato, que leva duvidas ao telespectador, o diretor poderia ter fechado com chave de ouro algo que estava funcionando muito bem.
Escrito e dirigido por S. Craig Zahler, que estilizou o filme entre um Ford glamourizado e um Leone sujo sem retoques e poeirento. Uma bela mistura de faroeste com toques de terror em meio rasgo de violência inesperada. O xerife Hunt (Kurt Russell) é chamado pelo delegado assistente Chicory (Richard Jenkins) para falar com um forasteiro suspeito (David Arquette), que acaba de chegar à cidade de Bright Hope. Como ele tenta escapar, o xerife dá um tiro em sua perna e logo chama a enfermeira Samantha O’Dwyer (Lili Simmons) para tratá-lo. Entretanto, durante a madrugada a delegacia é atacada por uma tribo de índios selvagens, que sequestra Samantha, o prisioneiro e ainda o subdelegado Nick (Evan Jonigkeit). Logo o xerife reúne uma equipe de resgate, formada por Chicory, pelo marido Arthur O’Dwyer (Patrick Wilson), o conquistador e especialista em armas John Brooder (Matthew Fox). Entretanto, além dos perigos da travessia o quarteto precisa lidar com o problema de Arthur, seriamente ferido na perna, o que prejudica sua locomoção. Estética toda de western em meio a muita agonia.
Que filme macabro, teve momentos que eu não acreditei que estava vendo tal cena. Fato é, que Bona Tomahawk é um dos melhores filmes desse ano, mesmo que tenha sido lançado oficialmente em 2015. A direção é excelente, com um roteiro muito bem escrito, com belos diálogos e ótimas interpretações. Chocante e fortemente bem feito. Filmaço!
Uma idéia diferente surge aqui nesse longa metragem,um faroeste que mistura terror e western e que se sai até bem pela proposta diferente.O delegado Hunt é chamado pelo cherife assistente pois um indivíduo desconhecido chegou a cidade,o desconhecido acaba sendo baleado e precisa de socorros que serão feitos pela enfermeira Samantha O'Dwyer,mas as pessoas que estavam na cadeia a noite são sequestrados pelo que parece ser uma tribo indígena fazendo com que o cherife começe uma procura a eles com um grupo formado por ele ,seu assistente, John Brooder(um especialista em armas)e Arthur o marido da enfermeira.O filme tem uma ideia bacana,mas parece que o diretor não usa muito o horror aqui e portanto apenas flerta,mas no gênero western se sai bem principalmente se você curte a pegada.O diretor é o S. Craig Zahler que faz sua estreia na direção e ele não opta por muito bang bang portanto pode decepcionar alguns,ele usa o roteiro que é escrito por ele com muito mais diálogo,a estrutura é legal mas se vê em constante oscilação de ritmo e atrapalha um pouco em especial o final que é meio decepcionante.As atuações são muito boas e o elenco é muito bom:Kurt Husserl está bem como o delegado ele tem um bom relacionamento de amizade com seu assistente que é interpretado pelo Richard Jenkins que está ótimo e é o melhor personagem e ainda temos Patrick Wilson e Matthew Fox que estão comprometidos no papel.
Rastro de maldade é um filme de faroeste que foi dirigido e roteirizado por S. Craig Zahler. Ambientado no velho Oeste, Arthur ( Patrick Wilson) teve a sua esposa Samantha (Lili Simmons) sequestrada por uma tribo de canibais. Para isso, acaba unindo forças com o xerife (Kurt Russell), seu ajudante de meia-idade Chicory (Richard Jenkins) e um pistoleiro John Brooder (Matthew Fox) pra resgata-la. Nesse filme somos apresentados a uma das mais cruéis e tenebrosas missões de resgaste do Velho Oeste. O terror vai aumentando a medida em que os cavalheiros vão chegando perto do covil da tribo. Mesmo sendo um filme longo, a narrativa encontra-se bem dividida em seus arcos sem se tornar cansativa e boa de se assistir. Toda a construção de uma narrativa longa é válida, pois faz com que o público fique do lado da civilização e contra os canibais. Mesmo com algumas cenas impactantes, a direção soube bem o que mostrar e o que não mostrar. Os personagens fora todos muito bem trabalhados dentro de suas características (não atoa que o cast do filme é sensacional), mas a doutora Samantha poderia ser mais bem aproveitada. O roteiro foi inteligente, pois diante do revisionismo histórico, em especial passado na década de 2010, o filme não se comprometeu a tal diante da proposta de levar o horror para o faroeste.
Quatro homens viajam pelo velho oeste em busca de duas pessoas que foram sequestradas por criaturas que são meio homens e meio monstros. Eles enfrentam os perigos e dificuldades da viagem, e no final precisam encarar os selvagens canibais. O filme se desenvolve sem pressa, com bastante diálogos e cenas que se demoram nos detalhes. Por isso, o filme tem um ritmo lento, mas os diálogos bem feitos e as cenas bem filmadas compensam a lentidão. Também pode ser mencionado como ponto positivo o fato de o filme recorrer a poucos clichês. Então podemos dizer que é um bom filme.
Fico chateado de ter que dar menos de três estrelas a um filme western. Sou muito, muito fã do gênero, mas esse longa - bem longo! - ficou abaixo do desejável, para mim. Salvaram-se as atuações de Kurt Russel e seu velho auxiliar, já bem ancião e muito tagarela. No mais, vários diálogos, prolixos e desnecessários. A ideia nem é ruim, mas um tanto exagerada no argumento. Havia boa perspectiva no início, mas a história se perdeu e o desfecho até se perde um pouco do contexto. Leva 2,5 estrelas.
Excelente filme. O Matthew Fox deu um show particular. Chamou toda a responsabilidade e, pra mim, foi o que mais se destacou no filme. O Patrick Wilson (a agonia do seu personagem me contagiou) e o Richard Jenkins também tiveram destaque nas suas participações. Filme com muitas cenas fortes e muito sangue. Parecido com filmes do Quentin Tarantino, hahahaha. A fotografia também chamou a atenção. Vale a pena assistir !
O filme tem um elenco de peso e a mistura do estilo de filme antigo de faroeste como toda a essência pacata e com adição de canibais deu muito certo, sem falar em várias cenas memoráveis com a cena agonizante da morte de Nick por exemplo.
Pra quem gosta de filmes do velho Oeste o filme é bom , o começo me deu sono , mas o decorrer do filme empolga , cenas fortes chega a impressionar , vale a pena assistir, atuações dos atores muito boa !
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