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Vilmar O.
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357 críticas
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3,0
Enviada em 28 de fevereiro de 2016
Bom drama com Ryan Reynolds que conta a história de um pai que procura a filha desaparecida faz oito anos, a menina Cassandra. O desaparecimento acaba deixando uma série de dúvidas em torno do que teria ocorrido. Quando evidências de que ela ainda está viva voltam a aparecer, seu pai Matthew se mostra disposto a arriscar tudo para encontrá-la e desvendar o mistério em torno de seu desaparecimento.
Péssimooooo...li a sinopse e imaginei que era um filmaço, dei mais crédito por ser com Ryan Reynolds, mas digo um coisa...perdi meu tempo...muito mal feito, nao percam o tempo assistindo essa porcaria
-Filme assistido em 16 de Fevereiro de 2016 -Nota 5/10
É um filme que começa ruim,um roteiro maluco,e uma amostra excessiva de personagens. O problema é que depois da metade,a trama começa a despertar um certo interesse. Temos um tema bastante usado no cinema,a pedofilia é novamente tratada como o assunto principal.
Ryan Reynolds está bem novamente. O ator vive um bom personagem. Outro bom desempenho em drama.
Nunca me arrependi tanto de assistir um filme. Chato, besta, sem pé nem cabeça, sem sentido. O enredo é péssimo, não há emoção, final horrível. Ninguém entende o que aconteceu realmente com a menina. Quase não consigo assistir até o final de tão horrível.
Nossa, fui ate o fim pra ter certeza que se trata de um dos piores filmes que ja assisti. Uma fria, sem pe nem cabeça. Sinceramente, fico pensando como um elenco aceita que um filme assim seja lançado. Perdi horas de sono.
A história eh muito boa, mas ficar voltando do presente para o passado toda hora fi ou ruim Gostei do final. Tem cenas de suspense Boas. Mas o filme em si não empolgou.
A trama e a história de Á Procura não é nenhuma novidade, mas o estilo de filmagem e também a edição é o que se diferencia das demais. Até estava entretido no início, mas o filme cai numa narrativa cansativa, que acaba ficando desinteressante.
Um filme que teria tudo para ser ótimo, mas não é. Ryan Reynolds, como Matthew Lane e Mireille Enos, como Tina, pai e mãe da desaparecida são muito bons. O enredo é que é uma droga. Muitas passagens desnecessárias. Uma polícia incompetente e umas explicações bobas. Sem contar o papel do pai e da mãe em toda a história, brigando a toda hora. Tem um pouco de suspense, mas só. Até o final é incompleto.
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