Batman
Média
4,1
1383 notas

241 Críticas do usuário

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Daniel Oliveira
Daniel Oliveira

11 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 4 de abril de 2022
Filme mediano, sendo por vezes cansativo não levando a lugar nenhum, poderia ter sido encurtado em no mínimo 45 minutos. Fora a escuridão totalmente desnecessária, um tom sombrio ok agora esse ultrapassou os limites do bom senso.
Rafael Z.
Rafael Z.

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 20 de abril de 2022
Fui animado pra ver um filme de super herói e achei um filme policial... muito sem graça e sem emoção, dei Graças a Deus quando terminou.
Alexandre T.
Alexandre T.

2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 8 de maio de 2022
Achei q esse seria a redenção da DC, mais o filme deixa a desejar, um batman q na verdade é apenas um detetive mascarado, um batman fraco de luta corporal, um ponto positivo foi o charada q nessa versão foi transformando em um vilão psicopata e violento, pinguim patético, o filme é bem estilo DARK bem batman porém roteiro e desenvoltura dos personagens foi decepcionante a trilogia dos anis 2000 continua a melhor.
Diogorib
Diogorib

3 seguidores 30 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 7 de março de 2022
Gostei. Não fica parecendo mais do mesmo e repetitivo. Mas 3 horas è cansativo. Ainda mais que os 30 min finais são lentos. Dava pra ter condensado
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 2 de setembro de 2022
“Batman”, filme dirigido e co-escrito por Matt Reeves, nos coloca diante de mais uma tentativa de repaginação de uma das personagens mais emblemáticas do universo do entretenimento. Aqui, estamos diante de um Batman diferente: menos glamuroso, menos elegante, menos playboy. Entra em cena um homem sombrio e recluso.

Este tom reflete também a Gotham City que encontramos em tela e que também retrata o seu lado mais sinistro: uma cidade violenta e dominada pela corrupção e pelo abuso de poder. A ascensão do Batman como um vigilante solitário nesta localidade não tem como foco a salvação da cidade e a sua reconstrução/renovação. A sensação que temos é a de que, não só ele, como seus aliados, principalmente os da polícia (representados pelo, então, Tenente James Gordon), estão apagando incêndios um dia de cada vez.

“Batman” coloca o herói (interpretado por Robert Pattinson) diante de um vilão bastante engenhoso, o Charada (Paul Dano). E é aqui que temos mais um elemento que entrelaça essa trama: com o propósito de desmascarar a verdade sobre a já combalida Gotham City, o Charada não quer também a reconstrução/renovação do local, e sim a sua completa destruição. Ou seja: a descoberta da verdade não vem como um elemento de libertação, e sim como uma forma de aniquilação, de devastar o que já está em frangalhos.

Como se pode perceber, “Batman” é um filme que tem uma coesão muito forte - seja na maneira como o roteiro foi concebido, como também na forma como a história nos é apresentada visualmente. No final, estamos diante de uma obra em que a jornada serve como um instrumento de autoconhecimento para o herói. Batman tem consciência de que pode ser um homem que poderia estar fazendo muito mais pela sua cidade. A transformação, o entendimento do que se espera dele, acontecem como uma consequência de tudo que ele vive aqui.

Como uma obra de repaginação, neste sentido, “Batman” funciona muito bem como um prólogo. Um prólogo um pouco mais longo do que deveria ser - diga-se a verdade. Porém, um prólogo que cumpre muito bem o seu papel de antecipar que a parte principal deste caminho ainda está por vir.
Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 3 de junho de 2022
Primeiramente tenho que enaltecer a Warner Bros. por sempre se destacar como uma das melhores dublagem em seus filmes e séries! Wendel Bezerra arraza na voz de Robert Pattinson sendo o Batman ou Bruce Wayne, e como sempre o fez. Confesso que não sou fã do Morcegão e de seu universo, porém nessa adaptação, temos uma imersão melhor sobre "Gotham" e suas peculiaridades... O elenco é um deleite aos fãs dos seus próprios atores ou personagens! Essa nova dupla em cena é muito boa, Pattinson e a Kravitz estão maravilhosos! Andy Serkis como Alfred é um primor! Enfim o filme se destaca pela ótima fotografia e roteiro melhor adaptado, trilha sonora impecável e a trama tem uma boa crescente e a ação está na medida certa ao meu ver! O drama é existente mas é bem inserido, a história é bem contada sobre os Wayne's, é sim um dos melhores filmes atuais.
Adriano Silva
Adriano Silva

1.614 seguidores 482 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 1 de maio de 2022
The Batman

O mais novo "Batman" é dirigido por Matt Reeves (Planeta dos Macacos O Confronto e A Guerra), que escreveu o roteiro com Peter Craig (Jogos Vorazes: A Esperança Parte 1 e O Final). É estrelado por Robert Pattinson como Bruce Wayne / Batman, ao lado de Zoë Kravitz, Paul Dano, Jeffrey Wright, John Turturro, Peter Sarsgaard, Andy Serkis e Colin Farrell. O longa nos mostra uma nova história do Batman, que luta contra o crime em Gotham City há dois anos, descobrindo a corrupção e buscando a vingança, enquanto persegue o Charada (Paul Dano), um enigmático serial killer que tem como alvo a grande elite de Gotham.

De antemão já adianto que este filme do "Batman" junto com "Batman: O Cavaleiro das Trevas", do Nolan, são os dois melhores filmes do Homem-Morcego que eu já assisti em toda a minha vida.

Realmente não é nada fácil contar um nova história do Batman hoje em dia, visto que o super-herói já teve inúmeras adaptações para as telonas ao longo desses quase 60 anos. Foi um desafio muito grande para o diretor Matt Reeves e o roteirista Peter Craig, mas eu devo admitir que eles mandaram super bem, fizeram um trabalho completamente fantástico e satisfatório, beirando a perfeição. O novo "Batman" é incrivelmente bom, mais uma vez a DC/Warner acertou a mão (como fez em Mulher Maravilha e Coringa), e olha que não é sempre que isso acontece, pois ao mesmo tempo que os studios nos entregam verdadeiras pérolas das adaptações das HQs, também temos diversas bombas (olá Liga da Justiça).

Matt Reeves nos traz um Batman diferente, totalmente sombrio, com uma pegada mais dark, mais obscura, mais mórbida, a própria Gotham City está repaginada e imersa nesse clima gótico, tenebroso, denso, escuro, o que nos dá uma dimensão do que esperar do novo protagonista. Exatamente nesse mesmo clima que entra o nosso protagonista, pois aqui temos uma nova versão do Batman, dessa vez mais frio, mais introspectivo, mais tenebroso, cada vez mais o Cavaleiro das Trevas, com um ar melancólico e depressivo mas sempre brutal e implacável.
O próprio filme nos é apresentado em praticamente 100% do seu tempo em um estilo mais sombrio e obscuro, o que favorece diretamente o Batman, pois aquela Gotham City mais escura e com a chuva forte caindo, e o personagem aparecendo de fundo com sua nova armadura escurecida e aquele seu ar mórbido, é uma cena que podemos chamar de obra-prima das adaptações (como várias cenas que tivemos ao longo da trama e principalmente a cena inicial da primeira aparição do Homem-Morcego).

O roteiro é outro ponto que me agradou muito!
Achei um roteiro bem pensado, bem idealizado, em decidir seguir por uma lado mais investigativo e não mergulhar na ação desenfreada, o que me remete diretamente em filmes como "Seven", pelo seu tom investigativo e policial, e até a própria franquia "Jogos Mortais", pelo seu tom mais macabro e sombrio praticado nos assassinatos - eu achei essa ideia genial. Outro ponto que preciso destacar, o direcionamento que a história seguiu desde o seu início, pois este não é um filme de origem mas de amadurecimento, dado aos acontecimentos passados dos pais do Bruce Wayne, e até pelo fato do próprio Bruce Wayne ainda ser jovem e está enfrentando reviravoltas e acontecimentos em sua vida, que até então soava como descobertas para ele, tanto pelo lado dos seus poucos aliados quanto pelo lado dos seus inimigos. Considero um ponto de enorme acerto do longa, pois já somos mergulhados diretamente em uma história do novo Batman em seu segundo ano de luta contra o crime em busca de vingança, e não em um novo início de tudo, nos mostrando mais uma vez todos os seus acontecimentos, como no maçante "Batman Begins" (também do Nolan).

Tenho que exaltar a direção de Matt Reeves, pois temos um trabalho afiadíssimo, muito competente. Todo o trabalho de câmeras de Reeves nos impressiona, desde os focos em ângulos mais aberto da cidade sombria, até os takes mais fechados entre os diálogos das idas e vindas do Batman e da Mulher-Gato. As cenas de lutas foram bem coreografadas e a câmera acompanhava precisamente cada detalhe, isso pode parecer bobo mas conta muito para a nossa imersão em cada cena. A fotografia de Greig Fraser (recentemente campeão do Oscar por Duna) é um trabalho absurdo, estonteante, pois aqui temos uma fotografia mais escura, com um tom mais denso, que nos maravilhou em 100% das cenas. A trilha sonora de Michael Giacchino (Planetas dos Macacos e Rogue One) é delicada e voraz, é tímida e suave, é densa e sombria, praticamente tudo se misturando em diferentes pontos da trama - uma trilha sonora muito bem acertada.

O Batman é o anti-herói mais famoso de todos os tempos e teve diversas interpretações no cinema. Ao todo foram sete versões do Cavaleiro das Trevas em filmes live-action, passando por: Adam West, Michael Keaton, Val Kilmer, George Clooney, Christian Bale, Ben Affleck e chegando no então Robert Pattinson. Pattinson ficou marcado negativamente por "Crepúsculo" ao longo de sua carreira (pelo menos aqui no Brasil), mas isso foi algo que ficou para trás e assim como a Kristen Stewart, que nos entregou o seu papel da vida recentemente em "Spencer", ele nos entrega o seu papel da vida nesse "Batman. Pattinson está magnificamente bem, uma atuação que surpreendeu à todos, muito pelas críticas que ele recebeu em sua escolha para viver o novo Homem-Morcego. Um Bruce Wayne introspectivo, complexo, depressivo, sombrio, macabro, que luta para alcançar respostas infindáveis em suas inúmeras questões familiares. Um Batman frio, tenebroso, brutal, implacável, que enfrenta tudo que pairar em sua frente, que luta por justiças almejando a vingança. Eu achei a atuação do Robert Pattinson perfeita, até mais sendo o Batman do que o Bruce Wayne, ele deu o ritmo certo, deu o tom certo, pra mim entra na lista do top 3 melhores Batmans dos cinemas, junto com Michael Keaton e Christian Bale.

Zoë Kravitz (Mad Max: Estrada da Fúria) é a nova Selina Kyle / Mulher-Gato, esta icônica personagem que já passou pelas mãos de Julie Newmar, Lee Meriwether, Eartha Kitt, Michelle Pfeiffer, Halle Berry, Anne Hathaway e Camren Bicondova. De fato Zoë não é a melhor Mulher-Gato de todas (posto este que sempre foi ocupado pela a minha preferida, Michelle Pfeiffer) mas deu o seu melhor na pela da personagem ao lado do Batman. Ela também tinha seus traumas e questões do seu passado em aberto, e também estava em busca de respostas, sempre se portando com uma figura forte e durona, ao mesmo tempo que se mostrava mais introspectiva e menos carismática, mas no fim eu achei que casou bem com o Batman, ainda não rolou aquela química mas está no caminho certo. Ainda falta um pouquinho para a Zoë Kravitz incorporar esse lado mais 'Bad Ass', mais 'Femme Fatale', que foi uma marca da personagem ao longo das produções passadas, mas com certeza ela vai ganhar bagagem nessa personagem e ainda vai nos surpreender, ela é uma ótima atriz.

Se há um membro da galeria de vilões do Batman que é claramente seu arqui-inimigo, bem, esse é o Coringa. Ainda assim, o Charada é definitivamente um dos oponentes mais valiosos do Homem-Morcego, com seu intelecto e estratégias muitas vezes provando ser um verdadeiro oponente para o maior detetive do mundo. Um personagem que já foi vivido por ninguém menos que o grande Jim Carrey, dessa vez dá espaço para o sempre genial Paul Dano (12 Anos de Escravidão), que também impõe a sua marca no personagem. Gostei bastante do Paul como Charada, ele soube ditar o ritmo certo do seu personagem metódico, sempre em uma medida correta e sem exagerar, o que poderia facilmente o transformar literalmente em uma piada. Porém ele me ganhou bastante com sua atuação, principalmente nas últimas partes do filme, onde eu acho que ele ganhou ainda mais relevância.

Colin Farrell (Demolidor - O Homem Sem Medo) é outro que nos chama bastante atenção, com seu enigmático Pinguim, papel que também já foi eternizado pelo icônico Danny DeVito. Destaque para o belíssimo trabalho de maquiagem feito no Colin Farrell, o deixando mais envelhecido e praticamente irreconhecível (tem um vídeo dessa transformação que é bizarro). Jeffrey Wright (007 - Quantum of Solace) como o inseparável James Gordon, muito bem no papel, deu uma grande contribuição para à trama sempre ao lado do Batman. John Turturro (da franquia Transformers) como o meio antagonista Carmine Falcone, que possui um fato curioso na história de vida da Selina Kyle. Outro que esteve bem, Turturro tem uma veia mágica para fazer esses tipos de personagens. Andy Serkis (eternamente esnobado pela academia, isso não é um filme é uma constatação) como o eterno mordomo Alfred, papel imortalizado pelo gênio Michael Caine na trilogia Nolan. E completando com Peter Sarsgaard (recentemente esteve em A Filha Perdida) como Gil Colson, que teve uma breve participação, mas sempre de forma imponente.

Realmente "Batman" foi um grande acerto da DC/Warner, um filme que a princípio eu não dava nada, mas me surpreendi positivamente por contar com uma ótima direção, um bom roteiro, ótimos efeitos visuais, uma boa cenografia, uma boa direção de arte, uma linda fotografia, bem montado, bem editado e bem atuado. De fato as quase 3h de duração não me incomodou em nenhum momento, ao contrário, não vi o tempo passar, pois o filme me prendeu em todos os milésimo de segundos.
Agora é aguardar ansiosamente as duas sequências que estão planejadas e as duas séries de televisão spin-off que estão em desenvolvimento para o HBO Max. [29/04/2022]
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 14 de maio de 2022
"The Batman" tem como seu principal acerto o roteiro, a ideia do batman ser um detetive funciona muito bem, o charada servindo como um anarquista funciona perfeitamente e se encaixa na construção de um roteiro político que visa mostrar a fraqueza da corrupção do poder, ainda nesse entorno conseguimos encaixar a origem do batman e a construção do pinguim, um acerto muito grande de escolhas narrativas, a direção também é boa, com uma paleta escura, uma trilha eclética, bons efeitos visuais e uma ótima mixagem de som, por outro lado tive muitas dificuldades de comprar o Robert Pattinson como Batman, não é pelo passado do ator, e sim pelo seu uso como Bruce Wayne que é péssimo e mal construído, por outro lado Paul Dano está incrível como charada. 7/10
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de abril de 2022
Eu gostei da ideia do filme, dessa nova 'pegada' do Batman, algo mais detetive, um pouco mais obscuro.
Não apenas o Batman, mas o filme todo - o Charada nada tem a ver com o Charada verde do Jim Carrey hehe.
Charada aliás se mostrou um ótimo vilão. Alguém capaz de gerar o caos, mas qde forma diferente do Coringa.
O Coringa normalmente se mostra alguém mais manipulador, esse Charada se mostra alguém perdido em sua própria loucura.
Outro ponto positivo foi que a Mulher Gato ganhou um pouco mais de desenvolvimento com relação aos filmes anteriores.
Mas faltou algum elemento ainda para considerar um bom filme.
Talvez por alguma comparação inevitável com a trilogia anterior, a qual ainda não está perto.
Ou por não justificar as 3 horas de filme.
spoiler: O que eu mais senti foi que normalmente nesses filmes modernos de super héroi há uma virada de chave na cabeça do herói onde o mesmo percebe que precisa agir diferente para combater o vilão(ou enfim, combater o crime, etc.). E essa virada normalmente acontece no meio do filme, onde o personagem consegue se recompor e agir. Nesse filme essa virada de chave veio no final e acabou assim, fazendo com que o foco do filme tenha sido apenas o desenvolvimento pessoal dele.

Irei assistir a sequência com certeza, mas analisando puramente esse filme, faltou um pouco.
Phelipe A.
Phelipe A.

63 seguidores 135 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 11 de maio de 2022
Após mudança de diretor, de roteiro e de datas da produção, finalmente fomos agraciados com o filme Batman (The Batman), assinado por Matt Reeves (Planeta dos Macacos: Guerra) e que conta com Robert Pattinson como o herói mais sombrio da DC Comics.

Reeves nos trouxe uma história sombria e realista, baseada na trilogia Nolan, mas sendo muito mais “real”, focando em seus personagens e em um Batman mais detetive e com seu psicológico extremamente abalado, já que está na ativa por apenas 2 anos sendo inexperiente e brutal. O diretor ainda se apoiou em dois quadrinhos famosos do herói como O Longo Dia das Bruxas e Ano Um, o que nos leva a uma Gotham gótica e suja, onde o crime e a corrupção são os verdadeiros grandes vilões.

Falando em vilões, finalmente tivemos um Charada (Paul Dano) digno e que enfrenta Bruce com todoseu intelecto. Um personagem perturbador que tem uma motivação interessante, ao mesmo tempo que distorcida, nos lembrando em alguns momentos que é um psicopata e por isso um dos maiores vilões da galeria do Morcego.

O Pinguim, interpretado por Colin Farrel, é sem duvida o que mais chama atenção e agora posso ver o sentido dele ganhar uma série derivada. Farrel consegue apresentar o Cobblepot em ascensão, ele ainda não é o grande traficante de armas e influência de Gotham, mas com toda certeza se tornará o implacável Pinguim dos quadrinhos.

Agora o que falar sobre John Turturro (Carmine Falcone), o personagem é o traficante mais perigoso de Gotham e vendo ele dessa maneira, Turturro consegue nos deixar apreensivo apenas com a sua presença, quando assim é preciso, e nos faz acreditar e pensar que ele é um aliado em diversos momentos, e isso só acontece por conta de sua interpretação memorável.

Agora os aliados do Morcegão dividem opiniões. A Mulher-Gato de Zoe Kravitz é forte e independente, mas falta um pouco da sensualidade que Selina possui para conseguir o que quer dos homens poderosos de Gotham. O Alfred de Andy Serkis é diferente de todas as versões apresentadas nos cinemas até hoje, e se assemelha muito com o personagem da série Gotham, mas deixa um pouco a desejar em seu discurso de que poderia ser um pai para Bruce, sem contar a falta de diálogos onde Alfred ensina Bruce com sabedoria, deixando o personagem desinteressante.

James Gordon, interpretado por Jeffrey Wright, é um dos personagens que mais agradam e vemos, o até então tenente, Gordon ajudando o Batman nas investigações e também nos momentos da ação, o que agrada muito.

Falando em Batman finalmente vamos falar sobre Robert Pattinson como o Cavaleiro das Trevas, um herói em ascensão, diferente do que vimos até hoje nos cinemas. Muito mais brutal e impaciente que massacra os inimigos como um tanque de guerra, perturbado por seu passado e com a influencia do vilão do longa entrando em sua mente e com isso trazendo a tona verdades desconhecidas sobre a família Wayne. O Bruce de Pattinson é tão agressivo que sua armadura até o deixa pesado, fazendo com que os bandidos o vejam chegando devagar para assim massacra-los.

The Batman (Batman) vale cada centavo, mas vale lembrar que é algo parecido com o filme Joker, não fazendo parte do Universo da DC já conhecido nos cinemas, então podemos dizer que esses dois filmes são o Selo Black Label da editora nas telonas. O filme de Matt Reeves é grandioso e corajoso, funcionando apenas sozinho e sem conversar com os Deuses do Universo da DC nos cinemas. E pra finalizar, preciso falar que eu quero um Batmóvel de Pattinson pra minha coleção.
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