A Cor Púrpura
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4,5
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59 Críticas do usuário

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anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 14 de agosto de 2020
O primeiro ''filme sério'' de Spielberg, A Cor Púrpura é um drama bem feito, inteligente, e emocionalmente ressonante. Auxiliado por um elenco versátil, que sabe o que está fazendo e faz muito bem, o icônico realizador conseguiu entregar uma obra intimista e empática, além de carregar aquele charme old school característico de sua filmografia. Sua extensa duração se justifica ao desenvolver com calma e humanidade cada personagem, pouco a pouco, nós vamos entrando na pele da personagem de Whoopy Goldberg e não saímos dela por dias após a assistida.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de julho de 2020
Clássico maravilhoso! Justo nas informações passada e mensagem social e forte e extremamente necessária. Elenco espetacular, com nomes fortes como Whoopi Goldberg, Danny Glover e Oprah Winfrey, todos excepcionais. Roteiro é perfeito numa direção incrível da lenda viva Steven Spielberg. Grande experiência.
Márcia M.
Márcia M.

5 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 8 de junho de 2020
Um dos melhores filmes que já assisti. Fala sobre racismo, opressão das mulheres, escravidão, tem momentos emocionantes, engraçados. As interpretações são impecáveis. Dany Glover, Whoopy Goldberg e a Oprah atuaram perfeitamente. Filme lindo. Vale muito a pena.
Adriano Côrtes Santos
Adriano Côrtes Santos

1.008 seguidores 1.229 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de abril de 2019
Em 1906, numa pequena cidade da Geórgia, sul dos Estados Unidos, a quase adolescente Celie, violentada pelo próprio pai, torna-se mãe de duas crianças. Separada imediatamente dos filhos, Celie (a triunfante estreia no cinema de Whoopi Goldberg) é doada a Mister (Danny Glover), que a trata como companheira e escrava ao mesmo tempo. Muito da brutalidade de Mister vem de sua própria dor, da paixão ardente que alimenta pela sensual cantora de Blues, Shong Avery (Margaret Avery). Cada vez mais calada e solitária, Celie passa a compartilhar sua tristeza em cartas. Primeiro a Deus, depois a irmã Nettie (Akosua Busia), missionária na África. Quando Shug, aliada a forte Sofia (Oprah Winfrey), esposa de Harpo (Willard E. Pugh) — filho de Mister — entram definitivamente em sua vida, ela começa a revelar seu espírito brilhante, ganhando consciência do próprio valor e das possibilidades que o mundo lhe oferece. Spielberg recai no sentimentalismo muitas vezes, mas mostra seus instintos valiosos ao escalar a então desconhecida Whoopi Goldberg. A Celie que ele representa pouco fala, mas é cheia de emoção, transmitida pelo impressionante desempenho de Goldberg. Indicado a 11 categorias em 1986 ao Oscar. Um filme de encher os olhos e o coração.
Fábio V.
Fábio V.

13 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de agosto de 2018
Assisti ontem novamente com minha esposa. Lembrava bem pouco. Chorei igual uma criança no final do filme. Simplesmente espetacular. Inúmeras cenas inesquecíveis. Deveria ter ganho os 11 Oscars com certeza.
Clark M.
Clark M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 26 de dezembro de 2017
Este filme marcou a minha memoria desde quando assisti. Ate hoje quando posso eu revejo. Filme sensível e delicado que mostra uma época onde as mulheres fortes sobreviviam e as fracas eram engolidas pela sociedade, principalmente sendo negras. Para mim e o melhor filme de Spielberg. Na época me lembro que comprei o livro, mas o filme me deixou com uma impressão melhor.
raphaelssouza
raphaelssouza

86 seguidores 136 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 25 de outubro de 2017
o filme é lindo e é digno de aplausos, sempre vi o pessoal falar desse filme e as críticas eram boas, so que quando eu procurava por ele os trailer eram tediosos e as sinopses chatas, mas ai eu vi a cena que o marido da cellie expulsando a cunhada de casa e aquilo me deixou muito curioso pra ver o filme, no começo achei que o fillme seria sobre a Squeak e não sobre a Cellie, mas ai eu vi que a Cellie é a protagonista e faz a gente se emocionar tanto e no final choramos com atitude do Albert que enfatiza meu pensamento q nem todo mundo é sempre mau ou bom. #VaiPraEstante
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de julho de 2016
um clássico do cinema!, Atores excelentes! atuações muito boas - qualidade do filme fantástica! , fotografia fantástica! , trilha sonoro muito boa! história tocante e bela , e mostra bastante da cultura negra americana na época , - um filme belo , tocante , sensível , este filme é uma obra-prima ! -
Luiz Cappellano
Luiz Cappellano

62 seguidores 103 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 1 de abril de 2016
Roger William Corman nasceu em Michigan em 1926. Iniciou-se em Hollywood, como produtor em 1953, e como cineasta em 1955, com filmes baratos (baixo custo) e rápidos (realizados em pouco tempo), os quais hoje chamaríamos de classe B. Um exemplo clássico é O corvo, ou então A pequena loja de horrores. Foi o responsável pela grande retomada e divulgação dos contos do escritor Edgar Allan Poe e pela ascensão meteórica de nomes como Cristopher Lee, Vincent Price e Boris Karloff. Foi Corman o primeiro a reconhecer o talento e dar oportunidades a John Landis, Francis Ford Coppola, Martin Scorcese, James Cameron, Tim Burton, Ron Howard, Joe Dante, Peter Bogdanovich e Jonathan Demme.

Devido à grande liberdade que proporcionava aos seus assistentes, deu chance à expressão de tendências individuais, e bastante heterogêneas entre si, como os cineastas nomeados acima e, na sua sucessão, nomes como Oliver Stone (Platoon, Apocalipse Now, Alexandre, etc) e Steven Spielberg (Amistad, A cor púrpura, etc), os quais, por sua vez, são responsáveis pela geração de cineastas como Ang Lee (Brokeback Mountain).

Quando temos acesso a este panorama mais amplo, temos também clareza da teia de relações que se estabelece entre todos estes cineastas e vislumbramos o nó que os une: a filiação a Roger Corman.

O jovem Spielberg, dará grande ênfase à temática social, o que o aproxima muito de Oliver Stone e Ang Lee. Na época em que ele ainda não havia alcançado o sucesso comercial, através dos efeitos especiais e da temática cósmica, ele dirigiu Amistad, onde demonstra o seu lado mais sensível, humano e engajado. Anos depois, tão rico e aclamado que não precisava mais fazer filmes para agradar às corporações dos grandes estúdios, recuperou este seu lado mais brilhante e mais nitidamente artístico, ao realizar A cor púrpura.

Trata-se de um retrato pungente e datado da sociedade do sul dos Estados Unidos, sob a ótica dos negros (libertos da escravidão mas não do apartheid social que se seguiu a ela) e que nos mostra a perpetuação das relações de posse/propriedade, especialmente dos homens em relação às mulheres.

A cena em que a cantora do bar pede perdão ao pai, pastor protestante, através da música, onde o coro da igreja batista e a banda do cabaré ecoam juntas, e ela canta um spiritual travestido em blues, é uma das mais belas já filmadas por Spielberg.

A jovem está cantando no bar e, ao longe, escuta o coro da igreja. Ela então se põe a caminho da igreja, sem deixar de cantar, e os músicos do bar a seguem, sem deixar de tocar... Ela caminha ao redor do lago, a paisagem é bucólica... Conforme se aproxima da igreja do pai, tanto ela quanto o coro da igreja aumentam o volume da voz... Ela passa em revista o hinário batista e, do nada, está cantando um spiritual de arrependimento e de contrição. O pai derrama lágrimas...Ambos se abraçam no centro da igreja (que é também o centro da cena e da tomada) e todos que estão dentro do cinema, assistindo a tudo isto, choram copiosamente...

Apenas presenciei choro tão copioso, intenso e tão unânime numa platéia de cinema quando assisti, muitos anos depois, O segredo de Brokeback Mountain.
anônimo
Um visitante
4,0
Enviada em 3 de julho de 2015
É um filme que conta sua história rapidamente,sem muito intervalo entre os principais acontecimentos.Atuações interessantes,já que o filme tem apenas dois ou três personagens que protagonizam de um modo mais forte.Temos Danny Glover comandando os melhores momentos do filme.Logo após um tempo,temos a presença da estreante Whoopi Goldberg,que foi merecidamente indicada ao Oscar por esse filme.Emoções são o ponto forte de "A Cor Púrpura",que conta com uma ótima fotografia e trilha sonora excelente.
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